Processo do Hiperbot 2.0

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Este post é a segunda parte do Hiperbot 2.0 – Redesign
Hiperbot 2.0 é o redesign de sua primeira versão que foi elaborada em 2013, e agora em 2016 apresenta seu mais novo design.
O projeto surgiu da ideia de se colocar em um único organismo, que se assemelhasse a uma criatura, diversos sensores de modo a capturar sinais galvânicos das folhas de plantas, medindo temperatura ambiente, luminosidade e umidade do solo.
Seu papel principal é enviar dados de um terrário utilizado dentro do projeto Telebiosfera para o servidor do NANO e permitir que todos possam usar seus dados para compor experimentos sonoros e visuais.
A interação das pessoas com as plantas as quais o Hiperbot está conectado através de suas garras gera uma reação sonora e visual de acordo com o que ele recebe de contato.
Esta continuação se propõe a mostrar o restante do desenvolvimento e resultado final até então do projeto, que pretende passar ainda por mais modificações.

Sketchs de desenvolvimento

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Estudo sobre tamanhos e encaixes dos elementos eletrônicos como entrada para SD card, USB, energia etc.
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Encaixe do sensor de umidade no anexo inferior

Telebiosfera 1:1– Montagem

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A Telebiosfera é um projeto que consiste na criação de um ambiente híbrido que possibilita uma experiência imersiva e telemática entre dois pontos distintos. Nos últimos anos passou por diferentes etapas e recebeu alterações principalmente no que refere-se a sua forma física. No decorrer dos meses de junho e julho deste ano foram realizados os testes, cortes e montagem para produção da nova da Telebiosfera em escala 1:1.

 

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Telebiosfera em escala reduzida no Hiperorgânicos 6, no Solar do Jambeiro. Fonte: Arquivo NANO, 2015.

 

Os testes foram feitos dia 15 de junho em MDF comum.

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Testes Telebiosfera 1:1. Fonte: Arquivo NANO, 2016.

 

A estrutura parametrizada feita em parceria com o LAMO (Laboratório de Modelos e Fabricação Digital, FAU/UFRJ) dá-se por meio da fabricação digital, ou seja, a produção de um objeto físico a partir de modelos digitais. Entre as diversas vantagens deste processo está a rapidez com que pode ser realizado, em comparação com métodos tradicionais. Além disso, como os arquivos são digitais podem ser enviados para qualquer lugar do mundo com as instruções de fabricação, cortados e montados sem a necessidade de um molde ou modelo físico prévio. O MDF utilizado para a estrutura da Telebiosfera é resistente à água, por isso sua coloração esverdeada.

 

Detalhe estrutura. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Detalhe estrutura. Fonte: Arquivo NANO, 2016.

 

Os cortes das placas de MDF levaram 5 dias, do dia 19 ao dia 23 de julho e foram feitos na Vital Brasil, em Niterói. No dia 25 de junho deu-se início a montagem no LAMO que levou quase um mês, terminando no dia 22 de julho.

 

Montagem telebiosfera. Fonte: Arquivos NANO e LAMO, 2016.
Montagem telebiosfera. Fonte: Arquivos NANO e LAMO, 2016.

 

No dia 28 de julho foram feitos testes de projeção. Os testes da cúpula de projeção foram feitos inicialmente em papelão, no dia 3 de agosto. No dia 23 de agosto deu-se início ao corte e montagem das peças da cúpula.

 

Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Telebiosfera. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Cúpula de projeção. Fonte: Arquivo NANO, 2016.
Cúpula de projeção. Fonte: Arquivo NANO, 2016.

 

Em breve iniciaremos os cortes e a montagem da segunda Telebiosfera.

Teste de projeção – Telebiosfera

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Na quinta feira, dia 2 de junho, os pesquisadores do NANO realizaram um teste de projeção pertinente ao projeto Telebiosfera. O objetivo do teste era determinar as distâncias e ângulos apropriados para que uma imagem projetada e refletida de maneira específica preencham adequadamente o interior da cúpula que a recebe. Além da cúpula, a montagem contou com um projetor, um espelho reto e um semi esférico (e alguns braços fortes e incansáveis!).

Medidas obtidas através do teste
Medidas obtidas através do teste

Depois de muitos ajustes, uma imagem satisfatória foi obtida, e a realização do teste rendeu alguns números valiosos ao processo de desenvolvimento do projeto.

 

Confira o vídeo com cenas da montagem:

 

 

Acompanhe também as fotos do processo:

 

Telebiosfera

Primeiros modelos físicos do terrário

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Modelos

Após o modelo virtual, recortamos na máquina a laser em papel paraná o primeiro modelo do terrário. Foram validados requisitos quanto a forma, chegamos no resultado que queríamos. Utilizamos duas folhas de papel paraná de 2,8 mm para chegar a uma espessura próxima a 6mm. A principio pensamos que os encaixes não ficaram bons devido ao material utilizado, as angulações dos dentes desenhados para o encaixe das faces não foram reproduzidas por ser um recorte em 2D e o papel paraná apresentou algumas dificuldades para lixar e fazer os acabamentos necessários para a finalização do modelo.

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Em uma avaliação geral este modelo nos deu segurança para um recorte a laser em MDF para a realização dos testes de acabamento. Foram utilizadas chapas de 6 mm de espessura.

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Encaixes

Neste projeto usamos três tipos diferentes de encaixe, para que as peças se fixassem em eixos diferentes dispensando a utilização de parafusos, pregos e outros tipos de união mecânica.

1.2.3.

1. Encaixe entre o lado e base se mostrou funcional mas algumas peças apresentaram um desgaste maior do que o esperado.

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2. Encaixe entre as laterais, utilizando dentes. O problema encontrado foi a dificuldade de fazer a angulação de 54° nos dentes e nas partes internas dos dentes, pois devido ao corte perpendicular da máquina a laser e das dimensões do terrário tivemos que usar uma retífica para alcançar a precisão angular necessária.

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3. Encaixe entre as bases. O propósito desse encaixe era que as bases só pudessem ser separadas no eixo vertical, mas devido a uma falha projetual as bases podem ser separadas no eixo horizontal se forem aplicadas forças em angulações diferentes de 90° em relação ao encaixe.

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Telebiosfera

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Telebiosfera é um projeto de arte focado na construção de um ambiente híbrido (composto de elementos naturais e artificiais) no qual seja possível uma experiência imersiva, telemática, bio-comunicativa entre ecossistemas distintamente localizados. O projeto tem por objetivo a construção de dois pequenos domos que possibilitem ao visitante conectar, visualizar e interagir, dentro de cada ambiente (telebiosfera), com seu par remoto. Cada telebiosfera será capacitada para receber e transmitir dados e imagens do ecossistema em que a mesma esteja inserida em tempo real. Ao visitante será possível experienciar esses dados na forma de imagens e sons interativos, assim como através da reprodução por simulação do ambiente remoto (temperatura, luz, umidade, etc.). A principal interface de interação entre os micro ambientes recriados na telebiosfera será um sistema híbrido composto de uma planta e organismo artificial para leitura de respostas galvânicas vegetais.

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