Ciclo de Oficinas do NANO – GIF animado e GLITCH – Grupo Biônicos

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TÍTULO: GIͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄̏̾̄͊ͭͥ̐ͭ͊͐̉͗ͪ͐͊̽ͮ͑ͬͨͤ͒ͦ̿̈̽ͭͤ̃͌͂̅̄ͨ̐̐ͮͭͪ̈̑͐ͥ̊ͮͩ͋ͫ͂̇̐ͣ͒̊̅ͥ̓͐͊̍̑́̾̋̑̎́̍̔͐̓̃̀͆ͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩ̚Fs & GLIͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄̏̾̄͊ͭͥ̐ͭ͊͐̉͗ͪ͐͊̽ͮ͑ͬͨͤ͒ͦ̿̈̽ͭͤ̃͌͂̅̄ͨ̐̐ͮͭͪ̈̑͐ͥ̊ͮͩ͋ͫ͂̇̐ͣ͒̊̅ͥ̓͐ï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄TCHs

DATA: 24/ 01/2014

HORÁRIO: 14-18H

LOCAL: NANO/ sala 618 Prédio da Reitoria

DUPLA RESPONSÁVEL:
Caio Cesar Pereira 
e Alberto Salgado Harres/ BIÔNICOS 

 Glitch é uma curta falha em um sistema. Ele é frequentemente usado para descrever uma falha transitória que se corrige, e é, portanto, difícil de solucionar. O termo é particularmente comum na computação e eletrônica indústrial, ou mesmo em Circuit Bending , bem como entre os jogadores de videogame. Também pode ser aplicado a todos os tipos de sistemas, incluindo nas organizações humanas, ou mesmo entre outras encontradas na própria natureza. O GIF (Graphics Interchange Format), que se pode traduzir como “formato para intercâmbio de gráficos”) é um formato de imagem de mapa de bits muito usado na world wide web, quer para imagens fixas, quer para animações.

EMENTA:Apresentação de processos gráficos computacionais utilizados (tanto para imagens quanto para caracteres) . Introdução ao conceito e a estética GLITCH orientação prática na criação de GIF animado tanto em Photoshop quanto em Gimp a partir das imagens glitcheadas.

OBJETIVOS:
• Capacitar o aluno na criação de imagens em computação gráfica (estáticas,
animadas ou interativas), de diferentes formatos atuando em diferentes níveis de
programação. (Databending)
• Discutir a importância do gif e da cultura Glitch na web .
• Criar gifs simples a partir dos arquivos de imagem hackeados, sendo estes de ilustração, fotos ou texturas.

PÚBLICO ALVO:
Artistas gráficos, estudantes de arte, design e comunicação

PLANO DE ATIVIDADES:

1 – Visualização de uma pequena série de imagens (estáticas, animadas ou
interativas), em diferentes formatos e níveis de programação. Discussão voltada para a
compreensão dos processos computacionais específicos e reflexão acerca
da arte e da cultura digital .

2 – Investigação da alteração de imagens com hexeditor ou texteditor,
os softwares mais simples que são utilizados na criação de imagens na cultura gitch.
Confecção de Gifs animados a partir do que foi feito. manipulação de ilustrações, fotos ou texturas; Gifs feitos em software livre Gimp ou Photoshop.

METODOLOGIA:
Momento 1 – discussão sobre os processos gráficos digitais
a – projeção de uma série de exemplos em diversos tipos de formatos e
lógicas de construção de imagens digitais, começando pelos gifs, fazendo uma sequência sujeitas as questões técnicas e poéticas em debate. Entrar na cultura glitch favorecendo o debate sobre manipulações imagéticas computacionais e sua importância na construção de uma nova visão emergente.
b – formas de corromper imagens para Mac e para Windows:
HexEditor, TextEditor, …

Momento 2 – gerando movimentos na web
a – escolha das ilustrações que iremos animar e discutir possibilidades
b – criação de gifs em softwares Gimp e Photoshop.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS:

site de visualização de gif e simulação de câmera controlada pelo cursor
http://www.gifpumper.com/

bons exemplos
http://www.gifpumper.com/Autonomic%20Plow
http://www.gifpumper.com/ukunJP

datamosh
http://www.court13.com/datamoshkit.zip
sites de repositórios e editores de códigos para visualização animada e

interativa na web utilizando tais linguagens (HTML e Javascript englobando gifs)
http://jsdo.it/
http://codepen.io/

bons exemplos

gifs visualizados
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/zebra.gif
http://www.tecmundo.com.br/bizarro/15648-15-gifs-insanos-para-voce-ficar-hipnotizado.htm
http://puppetlabs.com/wp-content/uploads/2012/07/as-smart-as-you.gif

alguns gifs feitos pela galera
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/cassiagif.gif
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/lunagifcolor1.gif
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/gayagif.gif

Ciclo de Oficinas do NANO – Impressora Corte à Laser

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Título: Máquina de corte à Laser

DATA: 24/01/2014

HORÁRIO: 9-12h

LOCAL: NANO/Laboratório de Maquetes (FAU-UFRJ)

RESPONSÁVEL: Laura do Lago Basile / Lamo (Laboratório de Modelos) 

O que é o corte à laser?

A máquina de corte à laser usam um laser de alta potência para fazer muito rapidamente cortes de precisão em uma ampla variedade de materiais. Eles também podem gravar (ou esculpir). Cortadores a laser são comumente usados em fabricação geral, mas eles também estão começando a ser mais disponível para escala não industrial, para as escolas, pequenas empresas e uso pessoal.

EMENTA: Capacitação de alunos à utilização da máquina corte à laser. Apresentação de possibilidades de modelos feitos a partir de corte e gravura das peças.
Visualização de um exemplo em prática, impressão e montagem de um modelo.
Apresentação do programa 123 D Make que possibilita a planificação de modelos 3D.

OBJETIVOS:
• Fortalecer o contato entre os dois grupos de pesquisa NANO – Núcleo de Arte e Novos Organismo e Lamo – Laboratório de Modelos de Fabricação Digital
• Capacitar alunos a utilização da máquina de corte à laser. Possibilitar corte de peças para robótica e para reprodução de impressora 3D.

METODOLOGIA:
Parte teórica inicial: Apresentação sobre a utilização da máquina de corte à laser na sala de pesquisa do Nano.
Parte prática a seguir: impressão de modelos exemplares. Utilização do programa 123D Maker e prática de parâmetros de impressão.

PDF Laser cutter (apresentação)

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS:

Site do fabricante Universal
http://www.ulsinc.com.pt/

Exemplos de utilização

http://ellisassociates.ca/

Tilt Lamps


http://marialardi.com/2012/04/10/laser-cutting-files/

Referencias artísticas
http://www.julioportfolio.com/index.php/project/striated-space/
http://dorkbyte.com/2010/07/17/make-visual-art-through-code/

Arquitetura Responsiva
http://arquiteturaresponsiva.blogspot.com.br/

 

BEAM Cachoeiras

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Dias 8 e 9 da semana passada (Abril) eu, Guto Nóbrega e Malu Fragoso estivemos com o Jarbas Jácome na UFRB, Cachoeiras Bahia. A oficina, promovida pelo projeto Diálogos Arte e Ciência da UFG, coordenado pelo Prof. Cleomar Rocha,  foi trabalhada sobre o conceito de BEAM (Biology, Electronics, Aesthetic and Robotics), criado pelo inglês, crescido no Canada, Mark Tilden. Mark é um cientista especialista em robótica, famoso por ter inventado complexos organismos robóticos, a maioria deles sem uso de micro-controladores, basendo-se apenas em circuitos analógico fundados em eletrônica básica. Para nosso workshop nos baseamos em dois circuitos fundamentais para gerar movimento e som. Os circuitos foram inspirados nos experimentos de outro artista chamado Ralf Shereinber que, também influenciado pela prática BEAM vem produzindo incríveis micro criaturas sonoras e cinéticas. Solar Sound module e o Solar engine são dois circuitos com base em células solares (células que produzem energia elétrica ao contato direto com a luz – solar ou artificial). Na oficina partimos desses circuitos básicos para experimentarmos sonoridades a partir do improviso com componentes eletrônicos. O coração do circuito sonoro é o Schmitt Trigger 74LS14N. Com esse pequeno integrado é possível criar loops invertidos e com isso osciladores sonoros que variam a partir da luz. Nosso circuito foi incrementado com o uso de LDRs para permitir maior experimentações.

Abaixo os circuitos: sonoro e o “solar engine”, que dispara um pequeno motor DC a partir da energia acumulada em um capacitor.

 

Módulo Sonoro

 

Módulo de Movimento