Oficina BEAM – Organismos Solares [vídeo]

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BEAM – Mini criaturas autônomas que produzem sons com placas solares.

A oficina BEAM consistiu em experimentações em eletrônica e seus princípios básicos através da construção de pequenos robôs solares.  Esses organismos eletrônicos funcionam quando expostos a luz solar, ou artificial, e tem comportamento sonoro (emitem sons como pequenos insetos).

A oficina foi oferecida pelo NANO e realizada na Casa Nuvem, durante o evento TECNOXAMANISMO “Ficção e Ruidocracia”, nos dias 30 de junho e 1 de julho.

 

 

Oficina SIIMI – Pure Data + Arduino

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A oficina que será ministrada no SIIMI, constará de uma etapa em que os participantes irão interagir com frutas e sensores analógicos, como sensor de temperatura ou luz. Esse processo gerará e modificará sons pré-definidos através de interação do Arduino (que receberá o valor lido pelos sensores) com o Pure Data.

Segue abaixo um video-tutorial básico que demonstra como é feita esse vínculo entre Arduino e Pure Data.

O SIIMI – Simpósio Internacional de Inovação em Mídias Interativas – acontecerá de 14 à 16 de Abril de 2014 na Universidade Federal de Goiás.

Website – SIIMI

Acesso remoto – Raspberry Pi

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Com o auxílio do livro “Raspberry Pi Cookbook”, conseguimos numa primeira etapa, obter o IP do Rasp e acessar seus diretórios pelo MAC. Isso permitiu transferir arquivos facilmente de um dispositivo para o outro. Segue imagem dos diretórios do Raspberry sendo acessados via MAC, com o endereço do RaspPi destacado no menu à esquerda.

Captura de tela 2014-02-21 às 14.51.17

Em seguida testamos acessar remotamente a plataforma visual (Sistema Operacional) do RaspPi.  Essa idéia, se melhor elaborada, pode ser útil para, por exemplo, caso haja um Raspberry ativo em um módulo do SHAST (seja na fazenda, ou na cidade), e for necessário fazer alguma alteração ou manutenção, podemos acessa-lo de qualquer lugar em um PC ou MAC com internet (uma vez que o RaspPi também esteja conectado). Além disso, quando não houver um monitor ou teclado e mouse disponíveis para usar com o Raspberry, basta ligá-lo na rede e acessa-lo por outro computador.

Segue imagem do Raspberry sendo acessado do PC do NANO, com a IDE do Arduino rodando no Rasp.

raspacesso

Acessando o RaspPi do PC, fizemos alterações em um código na IDE do Arduino que funcionou normalmente no Arduino conectado ao Raspberry. O mesmo teste foi bem sucedido no MAC.

Esse acesso remoto é feito através do servidor VNC (Virtual Network Connection) com clientes instalados no Raspberry e PC/MAC. Funcionou bem com ambos os terminais conectados a mesma rede no NANO. O próximo passo é testar a possibilidade de acessar o raspberry de um computador conectado em outro lugar.

Aroldo
Leonardo
Filipi

SNCT – Corpo Homem Corpo Planta

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Durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia realizada pela UFRJ com o tema: Corpo em Foco: A ciência e a ressignificação do ser, de 22 de outubro a 25 de outubro no pátio do prédio da Reitoria, o laboratório NANO em parceria com o Instituto de Bioquímica médica sob a coordenação da professora Adriana Hemerly, apresenta a instalação: Corpo Homem Corpo Planta, que visa promover a reflexão sobre as relações entre o homem, a natureza e tecnologia sob pontos de vista poéticos e éticos.

Nessa instalação, como mostram as fotos, temos um circuito para medir a condutividade nas folhas de plantas (batizado de plantrônic), assim como a temperatura, umidade e luz ambiente. Esse circuito é ligado a um microcontrolador do tipo Arduino. A partir do estado fisiológico da planta variações de condutividade ocorrem. Essas variações são amplificadas, analisadas pelo o Arduino e enviadas ao Processing, transformando esses dados em visualização,  através da programação desenvolvida pela Bárbara Castro com uso de Processing e Kinect.

Ao entrarmos em contato com a planta de alguma forma o Kinect capta nossos movimentos, que, através de todo o processo explicado acima, é transformado em visualização,  proporcionando uma experiência interativa e única aos visitantes.

Raspberry Pi: login automático, framework de automação, Arduino

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login automático

quando o raspberry liga, entra no terminal e é precisa digitar o comando startx para iniciar a interface gráfica.
aqui um passo a passo com instruções para iniciar o sistema automaticamente:
http://raspisimon.no-ip.org/rpi_autologin.php


 

framework de automação
solução de automação que integra Raspberry PI, Arduino, Node.js, MongoDB, HTML5 e Websockets
http://ni-c.github.io/heimcontrol.js/

raspberry pi heimcontrol


 

raspberry pi + arduino
tutorial bem explicado de como conectar os Arduino e Raspberry através da GPIO
http://blog.oscarliang.net/raspberry-pi-and-arduino-connected-serial-gpio/

arduino-raspberry-pi-serial-connect-1024x839

Arduino: relé e millis()

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Usar o relógio interno do Arduino com o metodo millis() permite criar algoritmos que podem rodar simultaneamente em paralelo, o que não acontece quando usamos delay(), que “pausa” o Arduino por um tempo determinado.

Abaixo um código exemplo para o terrário do NANO, onde ligamos e desligamos uma lâmpada de 8 em 8 horas (mas que poderia ser qualquer intervalo de tempo). A partir desse modelo pode-se criar outras variáveis e ciclos para controlar outros relés (para água por exemplo), e outros dispositivos.

uma explicação rápida:
usamos unsigned long para guardar valores positivos muito longos, adequado para guardar o valor de millis(), que retorna o tempo sempre em milisegundos (1000 equivale a um segundo).
para ler mais facilmente os intervalos, multiplicamos valores como 10 * 1000; mas em C, para definir um número longo a partir de uma operação matemático, precisamos indicar o tipo dos valores, no caso L de long; 10L * 1000L seriam 10.000 milisegundos (= 10 segundos). 8 horas seriam como colocamos: 8L (horas) * 60L (minutos em uma hora) * 60L (segundos em um minuto) * 1000L (milisegundos em um segundo)
criamos o método print_clock, que recebe como parametro um unsigned long e envia para porta serial o cálculo do tempo em que o programa está rodando. criar os próprios métodos ajuda a manter o código modular, fácil de ser transportado para outros programas.
o ciclo só é executado quando a diferença entre o millis atual (tempo) e o millis guardado (tempo_luz) for maior que o ciclo que definimos (tempo_luz_ciclo).
quando o programa começa, tempo_luz é zero, então assim que o millis() atinge um valor maior que tempo_luz_ciclo, ele roda pela primeira vez. aí então ele guarda o valor de tempo_luz pela primeira vez:
depois disso, ele inverte o boleano volt_luz para ligar ou desligar o relé

Testes de interação

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No sábado, dia 25 de fevereiro, nos reunimos para testar as novas interações do Hiperorganismo que vai ser exposto no evento VIVO ARTE.MOV entre 29 de fevereiro e 2 de março de 2012. A meta era aplicar três interações: o movimento do pescoço do robô deveria seguir o interator, de acordo com o reconhecimento de rosto; a visualização da aproximação do interator que deveria ser projetada na barriga do robô e a sonoridade do robô também de acordo com a aproximação do interator.

O Robô possui duas entradas de dados, uma referente ao sensor de aproximação, que fornece os dados para a visualização e sonorização do robô. A outra referente que são as imagens capturadas na câmera – o olho do robô – que permite o reconhecimento de faces no OpenCV. Usamos dois computadores para realizar tudo. O principal que recebe e envia os dados para o Arduino, e processa a imagem para o reconhecimento de faces, este só envia os dados de aproximação via OSC para o o segundo computador que gera a visualização e que também está conectado ao projetor interno do robô.

Ao longo do dia cada um foi ajustando a sua parte. A visualização desenvolvida no Processing por Barbara Castro, por exemplo, teve de aumentar o tamanho das partículas e selecionar apenas a cor verde, pois dava mais contraste em um ambiente que não está completamente escuro, como deve ser o da exposição. Testamos uma variação linear e uma radial de disposição das partículas, a primeira faria uma faixa de luz em volta da lanterna japonesa, a segunda (selecionada) forma um círculo. O recuo das partículas parecia muito acelerado, porém quando testamos com o som desenvolvido no Pure Data pela mexicana Leslie Garcia que combinou, mesmo assim ainda faltam pequenos ajustes.