Origami no Espaço

A paixão pelo origami se expande a cada dia.

Neste vídeo é possível acompanhar uma proposta de pesquisa que leva para o espaço a tecnologia do origami.

Projeto da BYU Compliant Mechanisms Research Group – Brigham Young University – Utah (EUA)

“Este vídeo é excelente para mostrar como o origami pode chegar ao espaço (literalmente) e inspirar novas formas de usar o origami.”

Arte-Espaço-Origami

 

 

Shannon Zirbel PhD Candidate Mechanical Engineering

 

http://konfidegeeks.com.br/uncategorized/origami-no-espaco

NANO durante a JIC TAC 2016

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Entre os dias 17 a 21 de outubro, ocorreu na UFRJ a XXXVIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural, no qual tivemos apresentações de bolsistas do laboratório nos dias 19 e 20. Foram realizadas ao todo 10 apresentações com os seguintes títulos:

 

 

PROJETO DE PRODUTO APLICADO EM INSTALAÇÕES ARTÍSTICAS MULTIMÍDIA
Autores: Helena de Medina, Marinah Raposo, Caroline Aquino, George Rappel

ESTRUTURAS MÓVEIS PARA INSTALAÇÕES INTERATIVAS
Autores: Marinah Raposo, Helena de Medina, Caroline Aquino, Vitor Bruno, George Rappel

DESIGN GRÁFICO NA DOCUMENTAÇÃO DE PROCESSOS ARTÍSTICOS: CRIAÇÃO DE MANUAIS, MARCAS E MEMORIAIS DE PROJETOS DO NANO.
Autores: Caroline Aquino, Marinah Raposo, Helena de Medina

O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTEGRADOS PARA ARTE TELEMÁTICA
Autores: George Rappel, Marinah Raposo, Helena de Medina

DESENVOLVIMENTO DE UMA EXPERIÊNCIA FLUIDA NA DOCUMENTAÇÃO AUDIOVISUAL
Autores: Thais Guerra, Bruna Gabriela Mosca, Lara de Oliveira, Caroline Aquino

DOCUMENTAÇÃO AUDIOVISUAL DA TELEBIOSFERA
Autores: Lara de Oliveira, Thais Guerra, Bruna Gabriela Mosca, Caroline Aquino

DESIGN E MODELAGEM 3D COMO OTIMIZADORES DA REALIZAÇÃO PROJETUAL
Autores: Vitor Bruno Santos, Thais Guerra, Lara de Oliveira

IMPRESSÃO 3D COMO IMPULSOR DO PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE PROJETOS
Autores: Thais Guerra, Lara de Oliveira, Vitor Bruno Santos

METODOLOGIA COGNITIVA E ORGANIZACIONAL
Autores: Bruna Gabriela Pio da Rocha Mosca, Luiz Felipe de Sousa Léo

ELETRÔNICA APLICADA EM PROJETOS ARTÍSTICOS

Autores: Luiz Felipe de Sousa Léo, Caroline Aquino e Helena Porto

 

 

As sessões foram realizadas na Faculdade de Letras da UFRJ e contaram com 15 minutos para cada aluno apresentar sua pesquisa, além de responder dúvidas da banca examinadora. A JIC é um evento anual que tem como objetivo proporcionar um espaço para exposição e discussão dos trabalhos de iniciação científica, artística e cultural estabelecendo, desta forma, um produtivo intercâmbio entre alunos de graduação, pós-graduação, docentes e pesquisadores envolvidos em atividades de pesquisa na UFRJ.

 

 

Nós Abelhas – Mais uma etapa da montagem

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Após os testes com os materiais e colagem foram vincadas na lasercut do Laboratório LAMO 3D ( aqui nossos agradecimentos pelo incrível apoio) várias folhas em 1:1 no papel kraft e no papel vegetal. O primeiro se mostrou mais resistente. O vegetal tende a rasgar nas dobras, apesar do efeito translúcido ser mais interessante. Também foram acrescido furos para em dobras específicas para fazer o encaixe de ganchos. Teste com ilhois não deram certo e estamos usando porcas, arruelas e ganchos em parafuso.

Um protótipo em PS foi cortado para simular a caixa de acrílico. Um MDF cedido pelo LAMO foi utilizado para testar os encaixes da caixa onde ficarão os equipamentos. Duas faces do hexágono foram cortadas em madeira e ficou mais interessante.

Uma vez montado e pendurado foi possível experimentar com o objeto. A caixa de madeira vazada e os furos no Kraft deram um alívio na sensação de claustrofobia. É possível observar o exterior pelos orifícios e ao mesmo tempo se sentir dentro de uma espécie de casulo.

Nós Abelhas – Processo de Montagem estrutura em dobradura

Nós Abelhas é um dos desdobramentos do projeto S.H.A.S.T. – Sistema Habitacional para Abelhas Sem Teto – com o objetivo de criar uma instalação móvel para jardins. O esquema mostra as dimensões em escala humana e suas partes. Nas imagens abaixo estão documentados momentos diversos da produção do invólucro do corpo, concebido com base em dobraduras de origami.

 

 

 

 











5 de Setembro: NANO no Sesc Tijuca

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Neste sábado, 5 de Setembro de 2015, a equipe NANO estará presente no Sesc Tijuca com a performance “Acoplamentos Sensíveis II – Sonoplanta” às 17 horas. A série “Acoplamentos Sensíveis” trata de propostas artísticas que exploram conexões entre o homem e a natureza mediadas por tecnologia. A presente versão trata-se de um vestível composto de uma planta e sistema eletrônico que, acoplados ao corpo, produzem som e luzes.

Também há a participação de Guto Nóbrega e Malu Fragoso na palestra “Bato papo com fazedores” às 16 horas, que conta também com a presença de Dado Sutter do OHMS (Our Home Maker Space) e Mônica Costa do NAVE (Núcleo Avançado de Educação), como parte do evento ‘Cultura maker: os fazedores ocupam o Sesc’ que conta com atividades variadas ao longo do dia.

Desde o dia 15 de Agosto a exposição Verdefluxo está aberta para visitação, a experiência interativa com as criações do NANO fica disponível no Sesc Tijuca até o dia 4 de Outubro.

Confira a programação no site do Sesc e a matéria referente ao evento no site do Jornal do Brasil.

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Lançamento da programação do ‘Cultura maker: os fazedores ocupam o Sesc’
Data: 5/09 (sábado), das 10h às 18h
Local: Sesc Tijuca – Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca.
Classificação: livre
Entrada franca
Tel.: 21 – 3238-2139

 

 

Montagem da exposição VERDEFLUXO – arte natureza tecnologia [vídeo]

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Nos dias 13 e 14 de agosto, o NANO se reuniu para a montagem da exposição Verdefluxo, que começou no dia 15 e está aberta à visitações. Essa exposição apresenta trabalhos que têm por base uma investigação sobre sistemas orgânicos vivos como agentes sensíveis na criação de obras artísticas. Os trabalhos aqui expostos refletem investigações e processos desenvolvidos no NANO – Núcleo de Arte e Novos Organismos da UFRJ e investem num olhar atento e lúdico sobre a poética artística frente aos recursos da tecnologia e sua influência contemporânea.

 

Detalhes sobre a exposição:

https://www.facebook.com/events/732271863565898/

Visitação
De 15/8 a 4/10 de 2015
Terça à Sexta – das 9h às 20h30
Sábado e Domingo – das 9h às 18h

Unidade Tijuca
Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Verdefluxos - SESC Tijuca

Modelo S.H.A.S.T para SESC

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Modelo da base para o módulo 3 do S.H.A.S.T para a exposição VERDEFLUXOS no SESC Tijuca a ser inaugurada.

 

shast_sesc3 shast_sesc2 shast_sesc1

 

 Após experimentarmos várias configurações de posicionamento da instalação chegamos as medidas de 9 cm de distancia entre o projetor e um espelho de 6x6cm e 9 cm de espaço entre o projetor e a base do S.H.A.S.T. 

 

shast_m3_sesc4

Implementação do Hiperorgânicos/OSC/Livedata

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hiperoganicos codigo

A ideia do projeto é implementar o sistema de visualização dos dados do Terrário, adicionando uma plataforma de feedback, para o usuário poder interagir em tempo real.

Inicialmente eu pretendo usar o Arduino + Ethershield para manejar o terrário pela Web. Adicionando botões que controlem os atuadores (caixa de som, iluminação, bomba d’água, entre outros…) e um stream de vídeo em tempo real, para visualização dessas interações físicas juntamente com os dados.

Ex:(http://www.jackbarber.co.uk/notes/arduino-web-server-led-control)

Esse sistema servirá de base para os que possivelmente serão desenvolvidos nos outros processos do laboratório como o S.H.A.S.T. e a Telebiosfera. Além de permitir um estudo mais aprofundado das interações das plantas com os estímulos físicos.

Acesso remoto – Raspberry Pi

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Com o auxílio do livro “Raspberry Pi Cookbook”, conseguimos numa primeira etapa, obter o IP do Rasp e acessar seus diretórios pelo MAC. Isso permitiu transferir arquivos facilmente de um dispositivo para o outro. Segue imagem dos diretórios do Raspberry sendo acessados via MAC, com o endereço do RaspPi destacado no menu à esquerda.

Captura de tela 2014-02-21 às 14.51.17

Em seguida testamos acessar remotamente a plataforma visual (Sistema Operacional) do RaspPi.  Essa idéia, se melhor elaborada, pode ser útil para, por exemplo, caso haja um Raspberry ativo em um módulo do SHAST (seja na fazenda, ou na cidade), e for necessário fazer alguma alteração ou manutenção, podemos acessa-lo de qualquer lugar em um PC ou MAC com internet (uma vez que o RaspPi também esteja conectado). Além disso, quando não houver um monitor ou teclado e mouse disponíveis para usar com o Raspberry, basta ligá-lo na rede e acessa-lo por outro computador.

Segue imagem do Raspberry sendo acessado do PC do NANO, com a IDE do Arduino rodando no Rasp.

raspacesso

Acessando o RaspPi do PC, fizemos alterações em um código na IDE do Arduino que funcionou normalmente no Arduino conectado ao Raspberry. O mesmo teste foi bem sucedido no MAC.

Esse acesso remoto é feito através do servidor VNC (Virtual Network Connection) com clientes instalados no Raspberry e PC/MAC. Funcionou bem com ambos os terminais conectados a mesma rede no NANO. O próximo passo é testar a possibilidade de acessar o raspberry de um computador conectado em outro lugar.

Aroldo
Leonardo
Filipi

Artist Aganetha Dyck Collaborates with Bees to Create Sculptures Wrapped in Honeycomb

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http://www.thisiscolossal.com/2014/02/artist-aganetha-dyck-collaborates-with-bees-to-create-sculptures-wrapped-in-honeycomb/

 

In North America, Europe and many other parts of the world, bee populations have plummeted 30-50% due to colony collapse disorder, a fact not lost on artist Aganetha Dyck who for years has been working with the industrious insects to create delicate sculptures using porcelain figurines, shoes, sports equipment, and other objects left in specially designed apiaries. As the weeks and months pass the ordinary objects are slowly transformed with the bees’ wax honeycomb. It’s almost impossible to look at final pieces without smiling in wonder, imagining the unwitting bees toiling away on a piece of art. And yet it’s our own ignorance of humanity’s connection to bees and nature that Dyck calls into question, two completely different life forms whose fate is inextricably intertwined.

 

Born in Manitoba in 1937, the Canadian artist has long been interested in inter-species communication and her research has closely examined the the ramifications of honeybees disappearing from Earth. Working with the insects results in completely unexpected forms which can be surprising and even humorous. “They remind us that we and our constructions are temporary in relation to the lifespan of earth and the processes of nature,” comments curator Cathi Charles Wherry. “This raises ideas about our shared vulnerability, while at the same time elevating the ordinariness of our humanity.”

If you want to learn more I suggest watching the video above from the Confederation Centre of the Arts, and if you want to see her work up close Dyck opens an exhibition titled Honeybee Alterations at the Ottawa School of Art on March 3, 2014. A huge thanks to Gibson Gallery as well as Aganetha and Deborah Dyck for their help. All photos courtesy Peter Dyck and William Eakin.

 

Rasppberry Pi e processos

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Esse post é sobre a interface com o Raspberry pi no desenvolvimento de interface da telebiosfera e Shast.

Em andamento:

Conseguimos ligar o PI junto com a internet, agora ele tem uma baia só para ele, junto estão as instruções de uso e senha, coladas na mesa.

Sabemos que para usar as portas de comunicação do Raspberry temos que recorrer a bibliotecas para alguma linguagem de programação(python, java, c…) e isso é algo a ser mais explorando antes de tentarmos executar uma comunicação com o XBee.

Telhado Verde para Colmeia

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Venho pensando em como resolver o telhado do Módulo 1 da colmeia viva que esta na fazenda. Hoje fui comprar as telas para a montagem da caixa onde vão os equipamentos de monitoramento. Ao pesquisar sobre possíveis telhas realizei que o modelo Langstroth, adotado no Brasil utiliza uma tampa horizontal.  Primeiramente pensei em fazer um telhado do tipo casa (fig 1)

esquema colmeia
Fig 1 http://www.saudeanimal.com.br/abelha13.htm

Depois pensei no porque um telhado com caimento tão acentuado se não temos necessidade disso? Também pensei na necessidade de um aproveitamento máximo da luz solar para alimentar as baterias via placas de células solares. Logo, a tampa horizontal tem um aproveitamento muito maior, podendo coletar luz durante todo o dia (fig2).

colmeia
fig 2 http://apiariocantodorio.wordpress.com/colmeia/

Outro problema que surgiu foi a necessidade de criar um módulo que não incomodasse a família/enxame, mas também que permitisse o funcionamento dos equipamentos. Abelhas gostam de casas escuras e quentes. Nós precisamos de áreas ventiladas com luz.

A ideia do teto verde vem ajudar a solucionar esse problema. Para instalar o teto verde podemos vedar toda a incidência de luz no interior da colmeia e ao mesmo tempo reduzir a temperatura interna. Como teremos três andares de colmeia ( ninho, melgueira e monitoramento), o terceiro, onde estarão nossos equipamentos estará diretamente sob a incidência do sol. Um teto verde vai manter o ambiente mais fresco. Ainda assim, é preciso pensar num sistema de ventilação.

Para inspirar, seguem alguns tetos verdes.

Para fazer um teto verde podemos seguir várias orientações mas basicamente estamos falando de quatro camadas:

impermeabilização, drenagem, solo e vegetação. O que ainda não entendi é como irrigar esse jardim? Vou tentar o sistema do terrário do NANO, pois ninguém vai ficar perto de abelhas para molhar o teto.

Última curiosidade, para juntar as ideias, um sistema de drenagem com o formato de alvéolos… as abelhas sempre surpreendendo!

telhado verde com auveolos

 

MONOLITHIC BEE – by Harvard Microbotics Lab

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monolithic bee - harvard

 

 

 

The Harvard Microrobotics Lab has been working on its Micro Air Vehicles Project since early 2009. Borrowing from the biomechanics and social organization of bees, the team of researchers is undergoing the creation of tiny winged robots to fly from flower to flower, immune to the toxins dripping from petals, to spread pollen. They even believe that they will soon be able to program the robobees to live in an artificial hive, coordinate algorithms and communicate amongst themselves about methods of pollination and location of particular crops.

Of course, published reports from the lab also describe potential military uses—surveillance and mapping—but the dime-sized cyber-bees have yet to be outfitted with neurotoxin tipped stingers.

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