Residência Artística

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Nos dias 5 a 11 de abril, o NANO se reuniu com mestrandos e doutorandos do PPGAV e bolsistas para uma residência artística de 5 dias corridos em uma fazenda em Barra do Piraí. A residência foi um período de atividades intensas, possibilitando o aprofundamento de metodologias de pesquisa e preparação para a pós-graduação, no qual teve a apresentação de pesquisas, orientações e mediações.

O ambiente da fazenda propiciou um isolamento para ajudar no desenvolvimento das teses e criando um clima em parte informal ao grupo, estreitando laços sociais, no qual cada momento de conversa foi importante para a discussão de ideias e para conhecer mais ou opinar sobre demais trabalhos. No último dia, ocorreu um seminário em que cada integrante falou sobre suas experiências, impressões e aprimoramento dos trabalhos, e como seriam levados no futuro.

Residência Artística - SPA I e SPA III

Seminário / José – 22/03

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Comentários / sugestões

–>Explicar: “configuradas no lugar não in-situ “

“A luz da janela que não tem um som muito forte na minha experiência (…)”

–> Sinestesia (?)

Sinestesia: Psicologia Associação espontânea (e que varia segundo os indivíduos) entre sensações de natureza diferente mas que parecem estar intimamente ligadas. (P. ex.: para certas pessoas, um som determinado evoca uma cor determinada ou um perfume particular etc.) / Retórica Associação de palavras ou expressões que combinam sensações distintas numa impressão única; cruzamento de sensações. (Ex.: voz [sensação auditiva] doce [sensação gustativa] e macia [sensação tátil].)

“Na minha prática artística estou interessado em experimentar esses ritmos. Não em compreender, mas deixar que eles me absorvam”

–>Como os ritmos nos absorvem? Experiência em primeira pessoa?

“Preciso de um médium que trabalhe o ritmo (…)”

–> A palavra seria mídia

“Estou interessado na experiência e construção de ritmos. No meu trabalho, não posso controlar exatamente como vai ser esta experiência. Eu defino coisas nela mas, por outra parte, a experiência do publico quando confronta a obra complementa o trabalho. Desde as suas experiências entende a peça. Não posso ter um controle sobre isso, mas posso ter uma noção do que se vai experimentar. Por outra parte, o espaço-tempo onde está a obra vai aportar uma forte carga ao trabalho. Posso pôr algumas condições para a montagem do trabalho, mas sempre vão existir fatores fora da minha imaginação que estarão acontecendo.

–> ver o conceito de trabalho de arte como “matriz” –> Roy Ascott

“Behaviourist art constitutes (…) a retroactive process of human involvement, in which the artifact functions as both matrix and catalyst. As matrix, it is the substance between two sets of behaviours; it exists neither for itself nor by itself. As a catalyst, it triggers changes in the spectator’s total behaviour. Its structure must be adaptive, implicitly or physically, to accommodate the spectator’s responses, in order that the creative evolution of form and idea may take place. The basic principle is feedback. The artifact/observer system furnishes its own controlling energy: a function of an output variable (observer’s response) is to act as an input variable, which introduces more variety into the system and leads to more variety in the output (observer’s experience). This rich interplay derives from what is a self-organising system in which there are two controlling factors: one, the spectator is a self-organising subsystem; the other, the artwork is not usually at present homeostatic. (Ascott 1966; 1967; Ascott [1966-7] 2003a, p. 128)”

ASCOTT, R. (1966; 1967) Behaviourist Art And Cybernetic Vision. in Roy Ascott. Telematic embrace: visionary theories of art, technology, and consciousness. Cybernetica: Journal of the International Association for Cybernetics, vol.9; 10, nº4; 1.

“É como fazer um trabalho que vai morar sem o criador, enfrentando o público e o espaço-tempo. Não quero ter controle preciso sobre o lugar onde vai estar o trabalho, porque ele deve estar em diferentes lugares e que cada lugar constrói um trabalho diferente. Em outras palavras, não estou interessado em fazer uma instalação in-situ, (que seja planejada para um lugar único), senão onde eu vou definir só algumas condições do espaço, as outras são definidas no momento mesmo pelo que aporta o contexto.”

–> colocação antagônica –> “Não quero ter controle”  X  “porque ele deve estar ” –> rever

 

Referâncias recomendadas:

Jonathan Crary –>Livro: Techniques of the Observer. On Vision and Modernity in the 19th Century

David Hockney –> Livro: O Conhecimento Secreto

Pesquisar conceitos–> Embodied cognition; Autopoiesis; enaction;

Gregory Bateson

Humberto Maturana

Francisco Varela

  • 1980 (with Humberto Maturana). Autopoiesis and Cognition: The Realization of the Living. Boston: Reidel.
  • 1979. Principles of Biological Autonomy. North-Holland.
  • 1998 (1987) (with Humberto Maturana). The Tree of Knowledge: The Biological Roots of Human Understanding. Boston: Shambhala Press.
  • 1991 (with Evan Thompson and Eleanor Rosch). The Embodied Mind: Cognitive Science and Human Experience. MIT Press. ISBN 978-0262720212

 

Aula 15/03

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Apresentação da Disciplina.

Apresentação dos estudantes

Questões levantadas:

Relação entre motilidade e forma.

Rever conceito de forma segundo sua origem como “diagrama de forças” (C.f. D’Arcy Wentworth Thompson)

source wikipedia

Relação entre Arte e vontade.

Conceito de presença / poética da presença

…………..

Diferença entre Sentido e sentidos

Sentido como mobilidade –> O sentido não tem direção (correto Leandro?)

Sentidos –> sensibilidade perceptiva !?

Como produzir uma narrativa que não seja apenas o relato de um processo artístico, como o processo se vale também da narrativa a ser criada como força ressonante?

Referência:

Ricardo Basbaum

Diagramas

“Would you like to participate in an artistic experience?”

 

……………

Ritmo como ferramenta de objetivação –> (re)configuração do real.

Duração –> Bergson

 

 

 

 

Seminário de Pesquisas em Andamento II – Ementa

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Ementa de Curso/Linha: Poéticas Interdisciplinares

Período: 2012.1

Disciplina: Seminário de Pesquisas em Andamento II

Código: BAC 807

Nome do Curso: Seminário de Pesquisas em Andamento – II

Professor: Guto nobrega

EMENTA:

Apresentação e discussão dos projetos de dissertação e de tese em andamento na linha de poética interdisciplinares. discussão das principais questões conceituais envolvidas nesses trabalhos. Discussão dos trabalhos realizados no âmbito da tese.

PROGRAMA DO CURSO:
Seminários, discussões metodológica e análise da prática.
Interlocução com convidados através dos “Diálogos Transdisciplinares.”