Primeiros passos no Ableton Live 9

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Estamos dando início à sonificação no laboratório NANO, no qual o objetivo principal é coletar dados e converte-los em som. Para isso é necessário conhecimentos em dados MIDI e OSC . Os softwares escolhidos para este projeto são: Ableton Live 9 e Max/MSP.

Hoje vamos apresentar o programa Ableton, no qual o tutorial abaixo irá apresentar os primeiros passos, ferramentas, funções  e interface do programa.

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Tutorial Ableton live 9

Video recomendados


Nós Abelhas – Mais uma etapa da montagem

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Após os testes com os materiais e colagem foram vincadas na lasercut do Laboratório LAMO 3D ( aqui nossos agradecimentos pelo incrível apoio) várias folhas em 1:1 no papel kraft e no papel vegetal. O primeiro se mostrou mais resistente. O vegetal tende a rasgar nas dobras, apesar do efeito translúcido ser mais interessante. Também foram acrescido furos para em dobras específicas para fazer o encaixe de ganchos. Teste com ilhois não deram certo e estamos usando porcas, arruelas e ganchos em parafuso.

Um protótipo em PS foi cortado para simular a caixa de acrílico. Um MDF cedido pelo LAMO foi utilizado para testar os encaixes da caixa onde ficarão os equipamentos. Duas faces do hexágono foram cortadas em madeira e ficou mais interessante.

Uma vez montado e pendurado foi possível experimentar com o objeto. A caixa de madeira vazada e os furos no Kraft deram um alívio na sensação de claustrofobia. É possível observar o exterior pelos orifícios e ao mesmo tempo se sentir dentro de uma espécie de casulo.

Segundo Modelo

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Devido aos problemas encontrados no primeiro modelo, refizemos a estrutura do terrário focando em encaixes com ângulos de 90 graus, assim são dispensados acabamentos após o recorte na máquina a laser. A nova estrutura é composta por três módulos: base, cerca e hastes.

1

 

A base mantem sua forma pentagonal, e possui rasgos de encaixe para as hastes que servem de estrutura para segurar a lâmpada, mangueiras e leds, etc.

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As faces desta base não são fechadas, seguem uma estrutura tipo cerca com quatro módulos pentagonais vazados que serão encaixados em serie nas hastes.

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O conjunto de cinco hastes iguais sustenta todo o terrário.

hastes hastesd

Próxima etapa é realizar os testes físicos desse novo modelo e fazer os ajustes necessários.

 

Primeiros modelos físicos do terrário

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Modelos

Após o modelo virtual, recortamos na máquina a laser em papel paraná o primeiro modelo do terrário. Foram validados requisitos quanto a forma, chegamos no resultado que queríamos. Utilizamos duas folhas de papel paraná de 2,8 mm para chegar a uma espessura próxima a 6mm. A principio pensamos que os encaixes não ficaram bons devido ao material utilizado, as angulações dos dentes desenhados para o encaixe das faces não foram reproduzidas por ser um recorte em 2D e o papel paraná apresentou algumas dificuldades para lixar e fazer os acabamentos necessários para a finalização do modelo.

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Em uma avaliação geral este modelo nos deu segurança para um recorte a laser em MDF para a realização dos testes de acabamento. Foram utilizadas chapas de 6 mm de espessura.

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Encaixes

Neste projeto usamos três tipos diferentes de encaixe, para que as peças se fixassem em eixos diferentes dispensando a utilização de parafusos, pregos e outros tipos de união mecânica.

1.2.3.

1. Encaixe entre o lado e base se mostrou funcional mas algumas peças apresentaram um desgaste maior do que o esperado.

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2. Encaixe entre as laterais, utilizando dentes. O problema encontrado foi a dificuldade de fazer a angulação de 54° nos dentes e nas partes internas dos dentes, pois devido ao corte perpendicular da máquina a laser e das dimensões do terrário tivemos que usar uma retífica para alcançar a precisão angular necessária.

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3. Encaixe entre as bases. O propósito desse encaixe era que as bases só pudessem ser separadas no eixo vertical, mas devido a uma falha projetual as bases podem ser separadas no eixo horizontal se forem aplicadas forças em angulações diferentes de 90° em relação ao encaixe.

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Desenvolvimento estrutural do terrário

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Este é o primeiro post relacionado ao desenvolvimento do terrário monitorado da Telebiosfera.

A ideia é reprojetar a estrutura pentagonal do terrário tornando-o modular de modo que facilite a montagem, a desmontagem e o trasporte.Nossa equipe se reuniu no dia 08/05 para finalizar o desenvolvimento técnico e fazer ajustes para o corte a laser das peças do primeiro modelo.

Estudo das angulações

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Modelo virtual do terrário

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Planificação para recorte a laser

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A próxima etapa é recortar na máquina a laser em papel paraná, o primeiro mock-up, afim de validar requisitos como forma e encaixe.

 

 

 

Poéticas de Laboratório – sobre práticas artísticas de código aberto

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Título: Poéticas de Laboratório - sobre práticas artísticas de código aberto

Catálogo da exposição Poéticas de Laboratório – sobre práticas artísticas de código aberto publicado pela editora Instituto de la Cultura y las Artes – ICAS – Sevilla, Espanha 2013, ISBN 978-84-92417-72-2

Artigo Residência Rural na Nuvem.  Um recorte no tempo contínuo dos processos  autoria de Guto Nóbrega e Malu Fragoso

Biônicos : Projeto Arduino

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Este é o primeiro post da série sobre conhecimentos básicos para montagem de objetos ou espaços interativos ligados à cultura digital.

No caso de hoje, falaremos um pouco sobre o que é um Arduino.

 

O que é Arduino?

Arduino é uma ferramenta popular, aberta e revolucionária, criada para perceber e responder mais ao mundo físico do que os computadores desktop são capazes de fazer. É uma plataforma de computação física open source (códigos-fonte abertos) baseado em uma placa de microcontrolador simples e um ambiente de desenvolvimento para escrever do software (programação) para o hardware (circuitos).
 
O Arduino pode ser utilizado para desenvolver objectos interactivos, instalações, jogos, etc, tendo entradas a partir de uma variedade de sensores ou interruptores, além do controle de uma variedade de luzes, motores e outras saídas físicas. Projetos com o Arduino podem ser isolados, ou eles podem se comunicar com  outros softwares rodando em seu computador (por exemplo, Javascript, Processing, MaxMSP, Puredata .) As placas podem ser montadas à mão ou compradas pré-montadas.  A IDE open-source pode ser baixado gratuitamente no site.

 

 site oficial do arduino: http://arduino.cc/

Vantagens do Arduino perante outros sistemas:

 

  • Barato – Placas Arduino são relativamente baratas em comparação com outras plataformas de microcontroladores. A versão mais barata do módulo Arduino podem ser montados à mão, e até mesmo os módulos Arduino pré-montados custam em torno de R$ 100,00
  • Compatível – O software Arduino é executado em Windows, Macintosh OSX e sistemas operacionais Linux. A maioria dos sistemas de microcontroladores são limitados ao Windows.
  • Ambiente muito simples de programação – O ambiente de programação Arduino é fácil de usar para iniciantes, mas suficientemente flexível para usuários avançados para aproveitar bem. Para os professores, muito convém mesclar com o ambiente de programação Processing, capaz de gerar gráficos interativos com o Arduino.
  • Software livre e Open source – O software Arduino é publicado como ferramentas de código aberto, disponível para a extensão por programadores experientes. A linguagem pode ser expandida através de bibliotecas C + +, e as pessoas que querem entender os detalhes técnicos podem fazer o salto do Arduino para a linguagem de programação AVR C no qual ele se baseia. Da mesma forma , você pode adicionar código AVR-C diretamente em seus programas Arduino caso queira.
  • Hardware livre e Opensource– O Arduino é baseado em Atmel ATmega8 e ATMEGA168microcontroladores. Os planos para os módulos são publicados sob uma licença Creative Commons, os projetistas de circuitos tão experientes podem fazer a sua própria versão do módulo, estendê-lo e melhorá-lo. Usuários, mesmo relativamente inexperientes podem construir a versão protoboard do módulo, a fim de entender como ele funciona e economizar dinheiro.

O Grupo Biônicos e o Projeto Arduino:

 

 Cartazes interativos oficiais para o grupo Biônicos:

CHAMADA 01

http://chcl.webfactional.com/bionicos.html

 

 

CHAMADA  02 


http://chcl.webfactional.com/bionicos02.html

A Equipe Biônicos irá estabelecer atividades de iniciação em desenvolvimento de projetos com Arduino. Ainda com data da oficina a ser definida pelo grupo,  pretendemos abordar os seguintes tópicos:

Introdução ao Arduino

Uma rápida introdução à plataforma Arduino, falando um pouco de sua história e filosofia, ilustrada com alguns dos modelos mais populares e alguns shields.

Conhecendo o microcontrolador

Apresentação do microcontrolador ATMEGA 328 e com uma explicação simples sobre a estrutura interna do microcontrolador e sobre a utilidade de seus pinos.
O microcontrolador utilizado na atividade estará pré-programado com o bootloader do Arduino e o exemplo blink.

Montagem

Os participantes farão a montagem de um arduino básico na protoboard, baseados em um esquema fornecido.

Experiências

Os participantes utilizarão o led (e outros materiais)para observar o funcionamento básico dos pinos do microcontrolador.

Introdução à Programação 

Será feita uma rápida apresentação da IDE do Arduino e de conceitos básicos de programação, seguido de um treino coletivo de programação no formato “Coding Dojo”. (leia sobre esse formato em : http://pet.inf.ufsc.br/dojo/o-que-eh-dojo/)

 

Deu vontade de participar? Contacte-nos!
nanolabmail@gmail.com

Processos Abertos – Luis Miguel Girão

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Luis Miguel Girão é artista transdisciplinar e investigador na aplicação da tecnologia como ferramenta para expressão artística, atualmente centrado no bioeletromagnetismo. Em 2007, foi premiado com a Bolsa Ernesto Souza. Com Gehlhaar e Paulo Maria Rodrigues, criou o UnoDuoTrio ensemble e desenvolveu o projeto CyberLieder. Fundou a Artshare, uma empresa de investigação art tech e que colabora com diversos artistas e instituições como a Casa da Música – Porto, iDAT – Plymouth(UK) e a Companhia de Música Teatral – Lisboa. Foi curador assistente e diretor técnico do Laboratório de Arte Eletrônica na Bienal Internacional de Cerveira e colaborou com a Academia das Artes Digitais do Programa Aveiro Digital. Colaborou com diversos artistas e o seu trabalho foi apresentado em países como EUA, Canadá, Alemanha, Dinamarca e China. É doutorando investigador no Planetary Collegium; bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia(FCT) e do CESEM, Univ=ersidade Nova Lisboa.

Processos Abertos – Anaisa Franco

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Anaisa Franco, 1981. Trabalha como artista. Desde 2006 ela tem desenvolvido trabalhos em Medialabs e residências em Instituições como Medialab PRADO, MECAD-ESDi, MIS, HANGAR e TAV Taipei Artist Village. Ela tem exibido internacionalmente em exposições como 5th Seoul International Media Art Bienalle em Seoul na Korea, Vision Play no Medialab Prado, Espanha. Sonarmática no CCCB em Barcelona, FILE e Mostra LABMIS em Sao Paulo, Fusion Folks em Taipei, SLOW no Plymouth Art Centre na Inglaterra, entre muitas outras.É mestre em Arte Digital e Tecnologia pela Universidade de Plymouth na Inglaterra, financiada pela Bolsa Alban e Bacharel em Artes Plásticas pela FAAP em São Paulo.Ela cria esculturas robóticas que interconectam o físico com o digital, re-significando conceitos da psicologia, ela proporciona sonhos, comportamentos, imaginações e sentimentos para as esculturas.

 

 

Processos Abertos – Mariana Manhães

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No dia 14 de outubro tivemos nossa segunda palestra realizada. As palavras de Mariana Manhães foram extremamente enriquecedoras e aproveito esse espaço para agradecê-la por ter aceitado nosso convite. Não posso me esquecer de agradecer também ao seu pai e engenheiro Antonio Moutinho pela colaboração.

A palestra desse dia foi bem sucedida não só se tratando do conteúdo mas também posso dizer q melhoramos a organização do espaço físico de onde ela aconteceu. Com a troca da mesa grande e pesada por uma menor e sem tapa-fio e com a disposição das cadeiras foi possível enxergar melhor os palestrantes e deixar o ambiente mais informal, com menos cara de “aula” ou de palestra mesmo (obs: falo em relação a primeira palestra, postaremos um resumo de tudo isso em breve).

O método de divulgação é previsível: imprimimos dez cartazes no tamanho A3 e o espalhamos pelo prédio da reitoria, criamos um evento no facebook e mandamos convites por e-mail. A quantidade de ouvintes não foi o ideal (o que é lamentável pois a palestra foi realmente boa e muitas pessoas teriam gostado), mas das três palestras foi a mais cheia. Não que a divulgação tenha sido eficiente e sim por acaso (que fique claro). Estamos considerando esse método de divulgação um tanto arcaico e a elaboração de novas formas de chamar a atenção de alunos e funcionários se mostra necessária, principalmente depois da última palestra (Diálogos Transdiciplinares, 22/10) cujos ouvintes poderiam ser contados com os dedos das mãos.

Outro assunto a ser discutido é a iluminação. Sempre há a necessidade de expor vídeos, imagens e até textos, mas até que ponto a figura do palestrante é menos “importante” (uso essa palavra até achar uma  melhor) que tais projeções? Ligar ou desligar a luz? Eis a questão.

E eis o relatório.

Brínea Costa