Luiz Léo

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Graduando em Engenharia Eletrônica e da Computação pela UFRJ e estagiário no Laboratório de Tecnologia Oceânica da Coppe/UFRJ (LabOceano),  tem interesse na área de simulações gráficas, programação de microcontroladores, e aplicações eletrônicas completas, desde projeto de circuito até sua montagem, atua na área de Soluções eletrônicas do laboratório sendo responsável pela confecção, montagem (eletrônica) e programação de diversos projetos, buscando se aprofundar em plataformas como Arduino, Processing, Unity, Unreal, Orcad, Circuit Wizard entre outras, para oferecer múltiplas possibilidades de soluções para uma mesma necessidade específica otimizando assim a necessidade com o custo benefício.

Helena Porto

Graduanda em Desenho Industrial – Projeto de Produto pela UFRJ, interessada em novos meios de fabricação, com o uso de novas tecnologias (modelagem e impressão 3d, CNC) , assim como em técnicas tradicionais e manuais, como shibori, origami e técnicas de tecelagem.

 

Linhas de Pesquisa:

PROJETO DE PRODUTO APLICADO EM INSTALAÇÕES ARTÍSTICAS MULTIMÍDIA:

A pesquisa é relacionada às formas, materiais e processos construtivos dos objetos e estruturas desenvolvidos pelo NANO, mais especificamente dos que constituem o projeto S.H.A.S.T. (Sistema Habitacional para Abelhas Sem Teto). Projeto que tem como ponto de partida a problemática da situação emergencial das abelhas que estão presentes no ambiente urbano e da síndrome do desaparecimento das mesmas. Possui três etapas: a primeira é o monitoramento de uma colmeia ativa que envia dados para o servidor do NANO; a segunda é uma caixa isca para atrair abelhas, simulando uma colmeia, recebendo e enviando os dados ao servidor do NANO; e, a terceira é composta de algumas instalações interativas que representam de forma metafórica o ambiente das abelhas, também fazendo uso dos mesmos dados. A nossa atual pesquisa está focada na construção deste ultimo módulo que tem por título Nós Abelhas.
O modulo Nós Abelhas precisava ser portátil, interessante visualmente, de fácil fabricação e dialogar com a poética do projeto. Por meio de estudos nas formas de desenhos, modelos tridimensionais e pesquisa de referências visuais e projetuais, chegou-se a uma técnica de origami modular, conhecida como bola mágica, que permite criar uma superfície retrátil que quando estendida têm forma esférica. Foram realizados testes na impressora à laser com diferentes materiais, papel vegetal, folhas de polipropileno e papel Kraft de diferentes gramaturas. O Kraft se mostrou o mais adequado, não rompeu e manteve a forma.
Como o projeto tem a intenção de ter objetos em exposição simultaneamente em diferentes espaços interagindo virtualmente entre si, e com a proposta do trabalho ser exposto em um simpósio em Goiânia, foi desenvolvida uma embalagem personalizada, leve, compacta, de baixo custo e que impedisse que o objeto se danificasse. Também, em conjunto com bolsistas responsáveis pela programação visual, foram elaborados manuais de montagem e de fabricação. O manual de montagem acompanha o objeto em sua embalagem, permitindo que a obra seja montada de forma mais rápida e com menos dificuldades, e o manual de fabricação pode ser enviado via rede para que o destinatário consiga fabricar de forma autônoma uma unidade completa.
A pesquisa terá continuidade com a realização de novos testes: com o uso de materiais diversificados que podem ser tecidos e outros polímeros; variações na forma por meio de alterações do padrão de geração das dobras; e, com a aplicação de estímulos que movimentem a estrutura, por meio de mecanismos pneumáticos, eletromagnéticos ou mecânicos.
Bibliografia:
Oribotics. Disponível em <http://www.oribotics.net>. Acesso em :16 jun. 2016.
MAES, AnneMarie. Bee Laboratory. Disponível em: <http://annemariemaes.net/works/bee-laboratory-works/>. Acesso em: 16 jun. 2016
FRAGOSO, M. L. P. G.. S.H.A.S.T. e Telebiosfera: Processos investigativos como práticas artísticas. (Pensamiento), (palabra) y obra, v. 15, p. 45-51, 2016.

Vitor Bruno

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Graduando em Desenho Industrial com habilitação em Projeto de Produto na UFRJ. Ilustrador freelancer nas horas vagas, vive pelo exercício da criatividade, e cultiva uma paixão ainda jovem pela programação dentro e fora do contexto das artes visuais. Atua nas áreas de Design e Modelagem 3D (e o eventual suporte técnico).

Caroline Aquino

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DESIGN GRÁFICO NA DOCUMENTAÇÃO DE PROCESSOS ARTÍSTICOS: CRIAÇÃO DE MANUAIS, MARCAS E MEMORIAIS DE PROJETOS DO NANO

O projeto de pesquisa envolve a aplicação de conceitos relacionados à arte e tecnologia no processo de criação de materiais gráficos para projetos artísticos do Núcleo de Arte e Novos Organismos. Tratando-se de projetos contemporâneos em que a arte é assistida pela tecnologia, a criação de materiais diretamente relacionados a essas obras exige um tratamento e um enfoque diferenciados quando comparados a materiais direcionados a um produto. Esta pesquisa envolve, então, um aprofundamento do que seria esse pensamento visual e esse processo criativo direcionado à projetos artísticos híbridos, tendo como objetivo a criação de composições visuais que mesclem o orgânico natural e o artificial. Através desse aprofundamento, direciono a pesquisa à criação de marcas que identifiquem e componham um perfil visual para esses projetos artísticos do NANO de acordo com o conceito e clima por trás de cada projeto, reconhecendo que cada um possui suas individualidades. Além disso, sempre houve uma preocupação da equipe do laboratório quanto à documentação dos projetos, e descobrimos uma outra necessidade, que seriam materiais -tanto impressos como digitais- que registrassem o conceito, a evolução, o processo de produção e funcionamento dessas obras. Nesta pesquisa será apresentado também o processo de criação de manuais de montagem, manuais de produção, memoriais e apresentações digitais que atendam às necessidades dos projetos e também reúnam de forma objetiva e seletiva o acervo de informações que cada um possui. Será feita uma reflexão da importância desses materiais não apenas relacionada ao registro, mas também sobre como se tornam importantes instrumentos de divulgação e sobre qual a linguagem que atende a cada um desses materiais e ao mesmo tempo se relaciona com a especificidade dos projetos.

Bibliografia

LIMA, Diogo Chagas. Arte em mídias digitais: a linguagem híbrida das obras de Arte em mídias digitais. In: ENCONTRO INTERNACIONAL DE ARTE E TECNOLOGIA, 10., Brasília, 2011. Anais… Brasília: PPG-Arte Midialab-UnB, 2012. Disponível em:
. Acesso em: 15 jun. 2016.

ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.

COUTO, Rita Maria de Souza. Movimento interdisciplinar de designers brasileiros em busca de educação avançada. 1997. 246 f. Tese (Doutorado em Educação) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1997.

Pedro Barbosa

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Estudante de graduação no curso de Comunicação Visual Design na UFRJ. Com interesses em arte, história, ilustração e música, Sempre disposto a aprender. Atua nas áreas de design gráfico e documentação.

George Rappel

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Graduando em Ciência da Computação na UFRJ e finalizando o curso técnico de Informática no CEFET/RJ. Encontrou na programação não só um trabalho, mas um hobby que o trouxe até aqui. Autodidata em Arduino, desenvolvimento mobile, web e em outras áreas da computação, que somados ao desejo incessante de conhecimento, tem o levado cada vez mais longe.

Focado em Desenvolvimento Back-End e Mobile. http://georgerappel.com

 

Resumo JIC 2016:

O NANO, Núcleo de Arte e Novos Organismos, é um espaço que possui um laboratório multidisciplinar, onde se desenvolve pesquisa sobre a relação tríade entre arte, tecnologia e natureza. O foco em tal relação tornou essencial o desenvolvimento de um sistema que integrasse as obras criadas no laboratório, que, apesar de já possuir um servidor para transferência de dados, buscava uma forma eficiente de interconectar seus projetos na área da telemática. A complexidade da transferencia de áudio e vídeo em tempo real aumenta junto à necessidade de integrar plataformas de software e hardware de diferentes tipos, e de considerar questões como os limites de acesso às redes locais e suas configurações, como ocorre em situações de exposições e performances.

A pesquisa nos campos da programação e da eletrônica investe na geração de soluções para problemas como os acima mencionados, como por exemplo na implementacão de sistemas funcionais para o projeto SHAST – Sistema Habitacional para Abelhas Sem Teto. Neste se faz necessário a captaçao de imagens de vídeo e detecção de movimento de abelhas em uma fazenda no interior do Rio de Janeiro, e a transmissão desses dados para o servidor no laboratório situado no Predio da Reitoria da UFRJ, Ilha do Fundão. Da mesma forma buscam-se soluções para outros projetos do laboratório, como a Telebiosfera, que também envolve captação e transferência audiovisual entre múltiplos usuários em tempo real.

Durante a pesquisa, foram testadas diversas soluções de hardware e suas capacidades para processamento de imagens e transferência em tempo real. Na escolha da linguagem de programação foi necessário considerar simplicidade de implementação, como baixo uso de recursos de hardware e facilidade de configuração, o que permitiria mais eficiência na utilização de hardwares compactos, como computadores de placa única. O atual servidor do laboratório, funcionando como uma ponte, permite adquirir ainda melhores resultados na transferência dos vídeos e dados.

Fabio Costa

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Graduando em Desenho Industrial, com habilitação em Projeto de Produto, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  Desde cedo teve contato com artes e meio digitais, buscando o desenho e fotografia, mais tarde na adolescência. Conheceu o mundo do design através de exposições e se interessou pela área de arte conceitual e buscou especialização neste trabalho. Dentro da Faculdade de Desenho Industrial, teve acesso ao NANO e, desde então, atua nas áreas de arte conceitual, programação em Arduino e impressão 3D.

Taynah Lyra

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Graduanda em Desenho Industrial com habilitação em Projeto de Produto na UFRJ. Com interesse na arte, música, design e tecnologia, Taynah está envolvida nas áreas de sonificação, modelagem e impressão 3D.

 

Lara de Oliveira

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Graduanda em Desenho Industrial com habilitação em Projeto de Produto na UFRJ. Com interesse nas áreas de fotografia, design e tecnologia, atua nas áreas de design, documentação, modelagem e impressão 3d.

 

Linhas de Pesquisa:

 

Documentação Audiovisual da Telebiosfera:

A Telebiosfera é um projeto que consiste na criação de um ambiente híbrido que possibilita uma experiência imersiva e telemática entre dois pontos distintos. Para seu desenvolvimento é necessária a participação de diversas áreas e conhecimentos multidisciplinares, pois envolve a criação de uma estrutura física (dois domos que conectem os visitantes), programação, eletrônica, som, projeção e mapeamento de dados. É uma das principais obras do laboratório e portanto foi necessário elaborar uma documentação compatível com sua extensão e desenvolvimento que nos últimos anos passou por diferentes etapas e recebeu alterações principalmente no que refere-se a sua forma física.
A documentação audiovisual do projeto, seus processos e experimentações tem por objetivo acompanhar a criação do mesmo e registrá-lo para futuras referências, divulgação e memória, do projeto e do laboratório. Para a pesquisa foi necessário o entendimento do projetos, seus diferentes processos, assim como o diálogo com os outros bolsistas do laboratório e suas contribuições para a Telebiosfera, para que o conteúdo audiovisual gerado fosse relevante e consistente.
Para o desenvolver deste trabalho foi fundamental aprimorar o processo de criação da narrativa e linguagem visual aplicado nas fotografias e vídeos. Para que o material midiático produzido pudesse ter unidade e refletir a integração entre arte e tecnologia presente no NANO, foram feitas reuniões e workshops internos com a equipe para que todos os bolsistas responsáveis pela documentação, design e edição audiovisual dominassem o uso dos equipamentos (as diferentes câmeras, tripés e acessórios) e softwares utilizados (como Adobe Photoshop, Adobe Premiere Pro, Adobe Lightroom e Audacity).
Como resultado, foi notado que o processo da Telebiosfera pode ser simplificado no quesito audiovisual, tanto em relação a organizar e melhorar seu entendimento quanto a traduzir a proposta de maneira mais dinâmica. As etapas e soluções encontradas e registradas durante seu desenvolvimento podem servir de inspiração e referência para futuros bolsistas do laboratório além de outros pesquisadores e artistas. Durante a apresentação serão mostrados em mais profundidade os resultados obtidos com a pesquisa.

 

Referências bibliográficas:

FLUSSER, Vilém. Filosofia da Caixa Preta – Ensaios para a futura filosofia da fotografia. EDITORA HUCITEC: São Paulo, 1985.

FOLTS, James; LOVELL, Ronald; ZWAHLEN, Fred. Manual de Fotografia. Editora Thomson, 2007.

KRASNER, Jon. Motion Graphic Design: applied history and aesthetics. Burlington e Oxford: Focal Press, 2011.

NÓBREGA, Carlos Augusto Moreira da. Plantas, máquinas e interafectividade.Informática na Educação: teoria & prática, Porto Alegre, v. 15, n. 1, p. 139-145, jan./jun. 2012.

 

Reinvenção e o método em fluxo de documentar:

A pesquisa se concentra na evolução documentacional dos cursos dos diversos projetos desenvolvidos pelo NANO (Núcleo de Arte e Novos Organismos), realizada dentro da área de Design e Documentação. Ela se inicia a partir da construção da narrativa e linguagem visual já empregadas anteriormente, que do ano passado até os dias atuais, foram instigadas pela documentação do projeto S.H.A.S.T. ( Sistema Habitacional para Abelhas Sem Teto), que, como consequência, está gerando um aperfeiçoamento da documentação como um todo, pois o princípio de seu registro foi também o ponto de partida para uma reflexão sobre uma nova forma de documentar nossos projetos em geral, uma vez que foi destacada a necessidade de refinar nossa forma de gerar conteúdo audiovisual, de forma a criar vídeos voltados para a perspectiva de se gerar uma imersão dentro deste processo. O S.H.A.S.T. possibilitou essa nova maneira se de pensar o vídeo no momento do seu desenvolvimento, pois percebeu-se um movimento fluido, uma vez que os artistas-pesquisadores se mostravam totalmente imersos, sem pensar em nada além de sua ação, aliando habilidade com o desafio de se sofisticar mais, gerando novas soluções com naturalidade. Esta observação inspirou o processo de pesquisa e dessa maneira, foram realizados alguns questionamentos sobre como aprimorar e aplicar tanto as questões referentes à edição, e juntamente de se empregar novas metodologias no momento de gravação da cena, bem como tornar essa imagem em movimento em algo mais fluido do que antes, e também relativo quanto ao investimento em equipamentos e acessórios de filmagem, tal como estabilizadores de câmeras, uma vez que o ato de filmar se utilizando apenas de uma câmera em um tripé não geraria grandes novidades, então foi visto que seria interessante maior fluidez nos quadros para gerar resultados mais dinâmicos e que conquistassem maior interesse dos olhos à cena que estivesse acontecendo. Esta nova forma se de criar uma flexibilidade do vídeo como meio de gravação e edição terá seus resultados mostrados na apresentação, aplicados tanto à documentação do S.H.A.S.T., quanto à todos os outros demais projetos e vídeos de caráter documental do laboratório NANO.

 

Referências bibliográficas:

RIBEIRO, Ana Margarida da Costa. A narrativa audiovisual: o cinema e o filme publicitário. 2008.

RAMOS, Fernão Pessoa. Mas afinal… o que é mesmo documentário? São Paulo: Senac/SP, 2008

 

Impressão 3D como propulsor do processo de fabricação de projetos.

O projeto refere-se ao uso da impressão 3D no NANO (Núcleo de Arte e Novos Organismos) e como isso está fomentando o progresso projetual do laboratório. Ao longo de mais de 2 anos com a tecnologia, foram produzidas diversas peças e contribuições para vários projetos. Essa possibilidade de desenvolver objetos essenciais para o andamento das pesquisas, sem depender de recursos adicionais, promove uma facilidade no nosso dia a dia de laboratório. Um dos objetivos com a impressão 3D junto da modelagem em software seria a criação de uma ferramenta que permita criar arquivos de peças que possam ser impressos rapidamente, estes resultados seriam apresentados como forma de demonstrar a sua importância, visto que, atualmente, torna-se impensável produzir algum grande projeto no laboratório sem qualquer tipo de uso da impressora. Este tipo de abordagem foi inspirado em grande parte pelo movimento maker, formado por entusiastas em fabricação pessoal, interessados em produzir suas próprias coisas. Assim, no NANO, buscou-se além de imprimir diversas peças para projetos, pensar em fabricar objetos que não fossem apenas coadjuvantes, e sim que tivessem maior destaque, visto que está sendo elaborado uma estrutura baseada em formas paramétricas para ser destaque em um projeto do laboratório, além de peças que são anexadas para incrementar a própria máquina, tal como um suporte para o seu filamento e cooler fan, otimizando seu espaço de trabalho, seguindo o conceito conhecido como DIY (Do It Yourself, ou seja, “faça você mesmo”). Um dos aspectos mais importantes obtidos ao longo da pesquisa, refere-se ao fato de que com o auxílio da impressão aprende-se não só a trabalhar e pensar mais tridimensionalmente, mas também a entender melhor o material (no caso, polímero) que está sendo utilizado, pois apesar de não ser um processo de fabricação industrialmente disseminado e popularizado, a experiência que se adquire no dia a dia ao lidar com diversos cenários empregando esse material da impressora é mais valiosa do que qualquer teoria.  Nesta apresentação serão mostradas as etapas desse processo e os seus resultados conseguidos até então.

 

Referências bibliográficas:

JUNIOR, Natal Anacleto Chicca; CASTILLO, Leonardo Gómez. IMPRESSÃO 3D NA CULTURA DO DESIGN CONTEMPORÂNEO. Blucher Design Proceedings, v. 1, n. 4, p. 2344-2353, 2014,

MATERIAIS Ciência e Engenharia Uma Introdução William D. Callister, Jr. – John Wiley & Sons, Inc., New York, NY, 1991..

ABRAMOVAY, Ricardo. O movimento dos fazedores e o espírito do faça você mesmo. Em:http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/1190457-omovimento-dos-fazedores-e-o-espirito-do-faca-voce-mesmo. Acesso em: 10 junho 2016.

Iane Cabral

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Estudante de graduação no curso de Artes Cênicas – Indumentária da UFRJ.  De caráter artístico interdisciplinar, sua arte transita pela instalação,  videoarte e traduções intersemióticas.  Atua na criação de vestíveis tecnológicos (wearables) buscando formatação anatômica e materiais coerentes ao corpo e sua performance.

Mariana Maia

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Graduanda em Desenho Industrial, com habilitação em Projeto do Produto pela Universidade Federal do Rio de Janeiro ( UFRJ).

Mariana Maia se envolve com programas em modelagem 3D e gráficos. Atualmente está estudando e aprimorando diversas vertentes relacionadas ao assunto.

Aroldo Mascarenhas Neto

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Graduando em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense, busca aplicar os conhecimentos da área em contextos artísticos e de estímulo da criatividade. Baseia-se no conceito de “usar a tecnologia como ferramenta para materializar idéias e expressões artísticas”, onde volta seus interesses principalmente para eletrônica, natureza, sustentabilidade e especialmente a música, na qual atua como instrumentista desde 2003.

Eduardo Lechner

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Eduardo é estudante de graduação do curso de Desenho Industrial da UFRJ. Iniciou seus estudos na robótico durante o ensino fundamental e procura assimilar tais conhecimentos com sua prática no design. Sua atuação como pesquisador de arte e tecnologia consiste na programação e na eletrônica assim como suas aplicações multidisciplinares.

Letícia da Paz Maia

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Estudante do Ensino Médio no Colégio de Aplicação da UFRJ.Sempre possuiu interesse em pesquisas que envolvem várias áreas do conhecimento,como: arte,ciência e tecnologia.Busca através dos projetos desenvolvidos expor novas idéias e pensamentos significativos,que além de contribuirem com o desenvolvimento das pesquisas,estarão por meio destas proporcionando uma nova perspectiva da vida.

Vanessa Garcia Pereira

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Estudante de graduação em Desenho Industrial – Projeto de Produto na UFRJ. Sempre possuiu interesse em diversas formas artísticas com pintura, desenho e construções de objetos. Estimulada pelo pai que a ajudava fazer tais feitos, buscava e ainda busca integrar novos elementos aos seus trabalhos acadêmicos e percepção do espaço a sua volta. Nessa busca por formas de percepção e expressão desenvolve-se na áreas visuais, como fotografia, vídeo,  serigrafia e suas possíveis interações.

Hend Karime Ayoub

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Hend Karime Ayoub é graduanda do curso de Desenho Industrial – Projeto de Produto, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Iniciou-se no desenho ainda criança, e desde então se envolve com atividades de expressão criativa. Por isso foca-se não somente no design, mas também nas artes visuais e plásticas. Tem interesse particular em vestuário e trabalha com têxteis e serigrafia. Possui experiência inicial com fotografia, e preza pela busca de um olhar aprofundado sobre o cotidiano da vida em suas variadas expressões.

 

Caio Cesar Cruz

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Estudante de Graduação – Bolsista

 

Recentemente formado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da UFRJ, Caio Cesar Chacal é professor, pesquisador, artista transdisciplinar e ativista. Como professor tem experiência no Ensino de Artes também pra pessoas com déficits visuais. Em pesquisa de campo visitou comunidades indígenas que deram base a um documentário chamado “A Saúde Que Se Faz Na Aldeia” desenvovido no Núcleo de Arte e Novos Organismos (NANO-UFRJ). Atualmente sua pesquisa se desenvolve nas áreas tecnológicas de automação, programação e arte interativa. Desenhista compulsivo de infância, aos 15 anos grafitou sua primeira parede e desde então não parou mais. De salas de estar até galerias publicas como a via subterrânea Mergulhão (RJ) e o viaduto do Bordello (BH) já foram espaços personalizados. Caio já participou de diversos projetos de instituições de ensino como Colégio Pedro II, UERJ, UFRJ, PUC-RJ e outras como SESC, Circo Voador e Fundição Progresso.

 

caiocsch@gmail.com

www.anomea.com