S.H.A.S.T. – nova família de apis melífera

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Em 2019 o NANO esta retomando o projeto S.H.A.S.T. Este ano iniciamos com uma parceria que vem se consolidando junto ao LAMCE e o LAB3D com o consórcio de laboratórios AI – Ações Inovadoras em Arte, Ciência e Tecnologia.

Os trabalhos iniciam 2019 com a pesquisa de campo e a organização do enxame de abelhas, localizado na Granja Sagrada Família, no distrito de Vargem Alegre, município de Barra do Piraí (RJ). Os apicultores e produtores orgânicos Pablo H. A. Figueiredo e Gabriela (Gabi) M. Teixeira , fizeram a mudança do enxame de uma caixa ninho que foi usada para a captura, para outra completa com quadros de cera nova para que a família (de abelhas) tenha um local limpo e organizado e posa se desenvolver. 

Nesse processo a abelha rainha foi transferida para a caixa ninho nova e isolada da caixa antiga. Na caixa antiga permaneceram os quadros com as crias e o mel. Essas crias vão levar até 21 dias para nascerem e se tornarem membros da família.

Nesse meio tempo, as operárias vão criar o ambiente na caixa nova para que a abelha rainha possa colocar novas crias. Após 21 dias, poderemos remover a caixa antiga pois não estaremos colocando em risco as novas abelhas, e no lugar desta colocar uma caixa melgueira, para a produção de mais mel.  Esse processo é necessário para que tenhamos um enxame saudável e dessa forma instaurar um sistema de monitoramento numa família ativa e em desenvolvimento. Nosso próximo passo será deslocar a colmeia para um local onde teremos acesso a rede wi-fi e a rede elétrica dentro da propriedade. Isso somente depois de 21 dias desde a data de hoje.

Postamos aqui algumas fotografias que registram a captura do enxame em 2018, e o processo realizado dia 31 de março para a adequação da instalação do enxame.  Estamos chamando esta família de ALFA.  O trabalho correu muito bem, as abelhas estavam muito mansas e permitiram uma troca tranquila de caixas.

 

Origami no Espaço

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A paixão pelo origami se expande a cada dia.

Neste vídeo é possível acompanhar uma proposta de pesquisa que leva para o espaço a tecnologia do origami.

Projeto da BYU Compliant Mechanisms Research Group – Brigham Young University – Utah (EUA)

“Este vídeo é excelente para mostrar como o origami pode chegar ao espaço (literalmente) e inspirar novas formas de usar o origami.”

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Shannon Zirbel PhD Candidate Mechanical Engineering

 

http://konfidegeeks.com.br/uncategorized/origami-no-espaco

CAC.5 – Computer Art Congress, Paris

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Computer Art Congress [ CAC.5 ] – October 26-28, 2016. MSH Paris Nord.

The Computer Art Congress is an international gathering around art, science, technology, and design. Its first edition was celebrated in Paris (2002), then the CAC traveled to Mexico City (2008), then came back to Paris (2012), and recently was hosted in Rio de Janeiro (2014). In fourteen years, a community of artists, curators, researchers, scholars, scientists, designers, students, and professionals has contributed to the domain with artworks, papers, round tables, workshops and exhibitions, exploring questions such as “emerging forms of computer art”, “post-digital art”, and “computer art for all”.

In 2016, the 5th edition of the Computer Art Congress will take place in Paris, organized by the Citu-Paragraphe research team at University Paris 8 in partnership with the University of Michigan, the University of Hong Kong, the Universidade Federal do Rio de Janeiro and the RAN (Réseaux d’Art Numérique). The selected topic for this edition is “archiving and questioning immateriality”.

CAC.5 calls for contributions interested in reflecting on the artwork as a material object, but also invites a consideration of the complex processes that surround a work of art. In this respect, the artwork might be regarded from the potential emotional and or intellectual effects that it might trigger, whether foreseen or not in advance by the artist. Such effects could be deployed in small or large scale, from small teams to the entire world via networked technologies and distributed exhibition spaces. However, the Internet and electronic devices have proven to be less stable and long-lasting than they seem. How should one deal with artworks when we take into account their multidimensional nature (designed for and perceived in a non stop shifting universe): temporal, spatial, exploratory, communicational, collaborative? Any inquiry of archival and representation becomes a complex subject.

CAC.5 believes that such entry points raise problematic issues that also demand one to interrogate the “Material” supports that give form to an artwork; the archival methods that artists, curators, collectors and institutions employ in their practice; the remix and re-cataloging appropriations that common users and audiences put in place; Furthermore, we hope these initial questions will push our discussion towards speculative visions on archiving subjectivity, creating obsolescence, and preserving/conserving meta-organic relationships (i.e. relations among technical, social, and individual organs understood as autopoietic organisms).

Organizing committee

  • Local Chairs: Everardo Reyes, Khaldoun Zreik
  • Technical Director: Pierre Châtel-Innocenti
  • Exhibition logistics: Cécile Martin
  • Graphic design: Dino Ahmad ALI
  • Volunteer staff: Gabriel Bursztyn

Scientific partners

  • Maurice Benayoun, School of Creative Media, City University Hong Kong (Hong Kong)
  • Malu Fragoso, Universidade Federal do Rio de Janeiro (Brazil)
  • Gunalan Nadarajan, School of Art & Design, University of Michigan (USA)

The list of topics, but is not limited to:

  • Archiving Art, Design, Science, and Technology
  • Matter and substance of artworks
  • Physical and metaphysical effects of artworks
  • Space and time of artwork effects
  • Perception and uses of artworks
  • Speculative scenarios for artwork deployment, distribution and manifestation
  • Art and data
  • Digital art and culture

NANO no PICNIC BRASIL

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Entre 3-5 de Novembro, no Parque Lage, o Nano participou do Festival PICNIC. Confiram abaixo imagens, links, vídeos…

 

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Redesenhar o crescimento, repensar o lugar em que vivemos, inspirar as pessoas que pensam de forma diferente a criar soluções em conjunto. PICNIC é o evento em que criatividade, inovação, ciência e tecnologia convergem com um propósito: conectar as mentes inquietas que buscam significado em suas vidas e em seus negócios.

Desde 2006, o PICNIC se tornou referência em inovação, sustentabilidade e criatividade na Europa, atraindo participantes do mundo inteiro. Uma iniciativa da Waag Society e do governo da Holanda, o festival ajudou Amsterdã a se tornar uma das principais smart cities do planeta. Sua ideia principal é ser o palco do pensamento disruptivo. Um evento. Um ecossistema. Um canal.

Em 2016, a Waag Society abraça a ideia de trazer o PICNIC para a América Latina e define o Rio de Janeiro como parte inicial dessa nova fase. Esta será a primeira de cinco edições no Brasil. O PICNIC será o espaço de pensamento e de diálogo sobre o futuro da cidade e do país, sem esquecer os temas relevantes que se colocam como desafios e oportunidades para o desenvolvimento humano em escala global.

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http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/festival-picnic-debate-desafios-e-oportunidades-para-o-desenvolvimento-humano/5405325/

Oficina “Plantronic: Integrando plantas com interfaces eletrônicas” que aconteceu no @picnicbrasil no dia 4!

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links sobre o evento:

https://www.facebook.com/picnicbrasil/?fref=ts

http://picnicbrasil.com/palestrantes

 

fotos e videos

https://www.flickr.com/photos/maltman23/sets/72157676168082466

 


 

 

Nós Abelhas – Mais uma etapa da montagem

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Após os testes com os materiais e colagem foram vincadas na lasercut do Laboratório LAMO 3D ( aqui nossos agradecimentos pelo incrível apoio) várias folhas em 1:1 no papel kraft e no papel vegetal. O primeiro se mostrou mais resistente. O vegetal tende a rasgar nas dobras, apesar do efeito translúcido ser mais interessante. Também foram acrescido furos para em dobras específicas para fazer o encaixe de ganchos. Teste com ilhois não deram certo e estamos usando porcas, arruelas e ganchos em parafuso.

Um protótipo em PS foi cortado para simular a caixa de acrílico. Um MDF cedido pelo LAMO foi utilizado para testar os encaixes da caixa onde ficarão os equipamentos. Duas faces do hexágono foram cortadas em madeira e ficou mais interessante.

Uma vez montado e pendurado foi possível experimentar com o objeto. A caixa de madeira vazada e os furos no Kraft deram um alívio na sensação de claustrofobia. É possível observar o exterior pelos orifícios e ao mesmo tempo se sentir dentro de uma espécie de casulo.

Nós Abelhas – Processo de Montagem estrutura em dobradura

Nós Abelhas é um dos desdobramentos do projeto S.H.A.S.T. – Sistema Habitacional para Abelhas Sem Teto – com o objetivo de criar uma instalação móvel para jardins. O esquema mostra as dimensões em escala humana e suas partes. Nas imagens abaixo estão documentados momentos diversos da produção do invólucro do corpo, concebido com base em dobraduras de origami.

 

 

 

 











TED KRUEGER no NANO/PPGAV/UFRJ

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Data:

26 de março 2015 (quinta-feira)

Local:

Sala 702, PPGAV/EBA, Predio da Reitoria , Ilha do Fundão , Rio de Janeiro

 

Redesigning Human The presentation will focus on theoretical approaches and lab practices related to extended mind, prosthetics, augmentation, sensory substitution and so on attempting to characterize humans not with an inherent Human Nature but as the product of design activity and to define the goal of design activity as the production of that thing that we call the human.

March 26th 10h30 am Rector’s Building, Room 702 University Campus, UFRJ Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro

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Artist Aganetha Dyck Collaborates with Bees to Create Sculptures Wrapped in Honeycomb

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http://www.thisiscolossal.com/2014/02/artist-aganetha-dyck-collaborates-with-bees-to-create-sculptures-wrapped-in-honeycomb/

 

In North America, Europe and many other parts of the world, bee populations have plummeted 30-50% due to colony collapse disorder, a fact not lost on artist Aganetha Dyck who for years has been working with the industrious insects to create delicate sculptures using porcelain figurines, shoes, sports equipment, and other objects left in specially designed apiaries. As the weeks and months pass the ordinary objects are slowly transformed with the bees’ wax honeycomb. It’s almost impossible to look at final pieces without smiling in wonder, imagining the unwitting bees toiling away on a piece of art. And yet it’s our own ignorance of humanity’s connection to bees and nature that Dyck calls into question, two completely different life forms whose fate is inextricably intertwined.

 

Born in Manitoba in 1937, the Canadian artist has long been interested in inter-species communication and her research has closely examined the the ramifications of honeybees disappearing from Earth. Working with the insects results in completely unexpected forms which can be surprising and even humorous. “They remind us that we and our constructions are temporary in relation to the lifespan of earth and the processes of nature,” comments curator Cathi Charles Wherry. “This raises ideas about our shared vulnerability, while at the same time elevating the ordinariness of our humanity.”

If you want to learn more I suggest watching the video above from the Confederation Centre of the Arts, and if you want to see her work up close Dyck opens an exhibition titled Honeybee Alterations at the Ottawa School of Art on March 3, 2014. A huge thanks to Gibson Gallery as well as Aganetha and Deborah Dyck for their help. All photos courtesy Peter Dyck and William Eakin.

 

Telhado Verde para Colmeia

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Venho pensando em como resolver o telhado do Módulo 1 da colmeia viva que esta na fazenda. Hoje fui comprar as telas para a montagem da caixa onde vão os equipamentos de monitoramento. Ao pesquisar sobre possíveis telhas realizei que o modelo Langstroth, adotado no Brasil utiliza uma tampa horizontal.  Primeiramente pensei em fazer um telhado do tipo casa (fig 1)

esquema colmeia
Fig 1 http://www.saudeanimal.com.br/abelha13.htm

Depois pensei no porque um telhado com caimento tão acentuado se não temos necessidade disso? Também pensei na necessidade de um aproveitamento máximo da luz solar para alimentar as baterias via placas de células solares. Logo, a tampa horizontal tem um aproveitamento muito maior, podendo coletar luz durante todo o dia (fig2).

colmeia
fig 2 http://apiariocantodorio.wordpress.com/colmeia/

Outro problema que surgiu foi a necessidade de criar um módulo que não incomodasse a família/enxame, mas também que permitisse o funcionamento dos equipamentos. Abelhas gostam de casas escuras e quentes. Nós precisamos de áreas ventiladas com luz.

A ideia do teto verde vem ajudar a solucionar esse problema. Para instalar o teto verde podemos vedar toda a incidência de luz no interior da colmeia e ao mesmo tempo reduzir a temperatura interna. Como teremos três andares de colmeia ( ninho, melgueira e monitoramento), o terceiro, onde estarão nossos equipamentos estará diretamente sob a incidência do sol. Um teto verde vai manter o ambiente mais fresco. Ainda assim, é preciso pensar num sistema de ventilação.

Para inspirar, seguem alguns tetos verdes.

Para fazer um teto verde podemos seguir várias orientações mas basicamente estamos falando de quatro camadas:

impermeabilização, drenagem, solo e vegetação. O que ainda não entendi é como irrigar esse jardim? Vou tentar o sistema do terrário do NANO, pois ninguém vai ficar perto de abelhas para molhar o teto.

Última curiosidade, para juntar as ideias, um sistema de drenagem com o formato de alvéolos… as abelhas sempre surpreendendo!

telhado verde com auveolos

 

Ciclo de Oficinas do NANO – GIF animado e GLITCH – Grupo Biônicos

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TÍTULO: GIͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄̏̾̄͊ͭͥ̐ͭ͊͐̉͗ͪ͐͊̽ͮ͑ͬͨͤ͒ͦ̿̈̽ͭͤ̃͌͂̅̄ͨ̐̐ͮͭͪ̈̑͐ͥ̊ͮͩ͋ͫ͂̇̐ͣ͒̊̅ͥ̓͐͊̍̑́̾̋̑̎́̍̔͐̓̃̀͆ͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩ̚Fs & GLIͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄̏̾̄͊ͭͥ̐ͭ͊͐̉͗ͪ͐͊̽ͮ͑ͬͨͤ͒ͦ̿̈̽ͭͤ̃͌͂̅̄ͨ̐̐ͮͭͪ̈̑͐ͥ̊ͮͩ͋ͫ͂̇̐ͣ͒̊̅ͥ̓͐ï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄TCHs

DATA: 24/ 01/2014

HORÁRIO: 14-18H

LOCAL: NANO/ sala 618 Prédio da Reitoria

DUPLA RESPONSÁVEL:
Caio Cesar Pereira 
e Alberto Salgado Harres/ BIÔNICOS 

 Glitch é uma curta falha em um sistema. Ele é frequentemente usado para descrever uma falha transitória que se corrige, e é, portanto, difícil de solucionar. O termo é particularmente comum na computação e eletrônica indústrial, ou mesmo em Circuit Bending , bem como entre os jogadores de videogame. Também pode ser aplicado a todos os tipos de sistemas, incluindo nas organizações humanas, ou mesmo entre outras encontradas na própria natureza. O GIF (Graphics Interchange Format), que se pode traduzir como “formato para intercâmbio de gráficos”) é um formato de imagem de mapa de bits muito usado na world wide web, quer para imagens fixas, quer para animações.

EMENTA:Apresentação de processos gráficos computacionais utilizados (tanto para imagens quanto para caracteres) . Introdução ao conceito e a estética GLITCH orientação prática na criação de GIF animado tanto em Photoshop quanto em Gimp a partir das imagens glitcheadas.

OBJETIVOS:
• Capacitar o aluno na criação de imagens em computação gráfica (estáticas,
animadas ou interativas), de diferentes formatos atuando em diferentes níveis de
programação. (Databending)
• Discutir a importância do gif e da cultura Glitch na web .
• Criar gifs simples a partir dos arquivos de imagem hackeados, sendo estes de ilustração, fotos ou texturas.

PÚBLICO ALVO:
Artistas gráficos, estudantes de arte, design e comunicação

PLANO DE ATIVIDADES:

1 – Visualização de uma pequena série de imagens (estáticas, animadas ou
interativas), em diferentes formatos e níveis de programação. Discussão voltada para a
compreensão dos processos computacionais específicos e reflexão acerca
da arte e da cultura digital .

2 – Investigação da alteração de imagens com hexeditor ou texteditor,
os softwares mais simples que são utilizados na criação de imagens na cultura gitch.
Confecção de Gifs animados a partir do que foi feito. manipulação de ilustrações, fotos ou texturas; Gifs feitos em software livre Gimp ou Photoshop.

METODOLOGIA:
Momento 1 – discussão sobre os processos gráficos digitais
a – projeção de uma série de exemplos em diversos tipos de formatos e
lógicas de construção de imagens digitais, começando pelos gifs, fazendo uma sequência sujeitas as questões técnicas e poéticas em debate. Entrar na cultura glitch favorecendo o debate sobre manipulações imagéticas computacionais e sua importância na construção de uma nova visão emergente.
b – formas de corromper imagens para Mac e para Windows:
HexEditor, TextEditor, …

Momento 2 – gerando movimentos na web
a – escolha das ilustrações que iremos animar e discutir possibilidades
b – criação de gifs em softwares Gimp e Photoshop.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS:

site de visualização de gif e simulação de câmera controlada pelo cursor
http://www.gifpumper.com/

bons exemplos
http://www.gifpumper.com/Autonomic%20Plow
http://www.gifpumper.com/ukunJP

datamosh
http://www.court13.com/datamoshkit.zip
sites de repositórios e editores de códigos para visualização animada e

interativa na web utilizando tais linguagens (HTML e Javascript englobando gifs)
http://jsdo.it/
http://codepen.io/

bons exemplos

gifs visualizados
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/zebra.gif
http://www.tecmundo.com.br/bizarro/15648-15-gifs-insanos-para-voce-ficar-hipnotizado.htm
http://puppetlabs.com/wp-content/uploads/2012/07/as-smart-as-you.gif

alguns gifs feitos pela galera
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/cassiagif.gif
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/lunagifcolor1.gif
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/gayagif.gif

Ciclo de Oficinas do NANO – Impressora Corte à Laser

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Título: Máquina de corte à Laser

DATA: 24/01/2014

HORÁRIO: 9-12h

LOCAL: NANO/Laboratório de Maquetes (FAU-UFRJ)

RESPONSÁVEL: Laura do Lago Basile / Lamo (Laboratório de Modelos) 

O que é o corte à laser?

A máquina de corte à laser usam um laser de alta potência para fazer muito rapidamente cortes de precisão em uma ampla variedade de materiais. Eles também podem gravar (ou esculpir). Cortadores a laser são comumente usados em fabricação geral, mas eles também estão começando a ser mais disponível para escala não industrial, para as escolas, pequenas empresas e uso pessoal.

EMENTA: Capacitação de alunos à utilização da máquina corte à laser. Apresentação de possibilidades de modelos feitos a partir de corte e gravura das peças.
Visualização de um exemplo em prática, impressão e montagem de um modelo.
Apresentação do programa 123 D Make que possibilita a planificação de modelos 3D.

OBJETIVOS:
• Fortalecer o contato entre os dois grupos de pesquisa NANO – Núcleo de Arte e Novos Organismo e Lamo – Laboratório de Modelos de Fabricação Digital
• Capacitar alunos a utilização da máquina de corte à laser. Possibilitar corte de peças para robótica e para reprodução de impressora 3D.

METODOLOGIA:
Parte teórica inicial: Apresentação sobre a utilização da máquina de corte à laser na sala de pesquisa do Nano.
Parte prática a seguir: impressão de modelos exemplares. Utilização do programa 123D Maker e prática de parâmetros de impressão.

PDF Laser cutter (apresentação)

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS:

Site do fabricante Universal
http://www.ulsinc.com.pt/

Exemplos de utilização

http://ellisassociates.ca/

Tilt Lamps

http://marialardi.com/2012/04/10/laser-cutting-files/

Referencias artísticas
http://www.julioportfolio.com/index.php/project/striated-space/
http://dorkbyte.com/2010/07/17/make-visual-art-through-code/

Arquitetura Responsiva
http://arquiteturaresponsiva.blogspot.com.br/

 

MONOLITHIC BEE – by Harvard Microbotics Lab

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monolithic bee - harvard

 

 

 

The Harvard Microrobotics Lab has been working on its Micro Air Vehicles Project since early 2009. Borrowing from the biomechanics and social organization of bees, the team of researchers is undergoing the creation of tiny winged robots to fly from flower to flower, immune to the toxins dripping from petals, to spread pollen. They even believe that they will soon be able to program the robobees to live in an artificial hive, coordinate algorithms and communicate amongst themselves about methods of pollination and location of particular crops.

Of course, published reports from the lab also describe potential military uses—surveillance and mapping—but the dime-sized cyber-bees have yet to be outfitted with neurotoxin tipped stingers.