Perfomance sonoro-visual no bosque

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esquema hipergonicos Performance sonora e visual em tempo real apresentada no bosque, onde os dados sonoros serão enviados da cidade de Valencia (Espanha) com a utilização de um patch do software livre PureData, desenvolvido especificamente para as necessidades do festival Hiperogânicos. Também serão manipulados, remotamente, dados e impulsos elétricos convertidos em síntesis sonora, através dos processos aditivos e substrativos de desenvolvimento do som. Participarão da ação os artistas sonoros e investigadores DeCo Nascimento, do Laboratorio de Creaciones Intermedia/Poéticas Digitais e Carlos García Miragal, Laboratório de Luz e professor do departamento de Informática da Universidad Politénica de Valencia.

As informações sonoras serão recebidas no espaço do evento, onde a vídeo artista Tatiana Travisani, do grupo Poéticas Digitais, e o designer Rodrigo Rezende, do coletivo RE(C)organize, farão projeções mapeadas nas árvores do bosque com dados visuais capturados durante o Hipergánicos (fluxos do espaço, das plantas e envio via web com #hipergonicos #kokedamo) e manipulados em tempo real utilizando kinect, webcam e patches do PureData.

Processo enviado por Tatiana Travisani.

Instalação da Microecoesfera para o Hiperorgânicos IV

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microesfera

A Microecoesfera é um dispositivo composto por esculturas: montagens (assemblages) realizadas a partir de objetos fabricados industrialmente (readymades), previamente reciclados e que fazem referência as obra “O Grande Vidro” (1915-23) e as anotações da “Caixa Verde” (1934) de Marcel Duchamp. Objetos e motores soltos são colocados em equilíbrio e utilizados para projetar imagens em movimento e som ao vivo e em improvisação. Observamos o aspecto oco (vazio) da esfera e aproveitamos as suas qualidades acústicas e como contraponto ao vácuo utilizamos uma esfera plena e costurada (a esfera saturada).
O Processo está sendo desenvolvido por Juliana Tobar.

Exposição 10ª Dimensão – Sistemas, Circuito e Fluxos

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A exposição “10ª Dimensão – Sistemas, Circuito e Fluxos” aconteceu em Natal, e contou com a participação do Professor Doutor Guto Nóbrega, que expôs a obra Breathing.
O texto a seguir foi publicado no jornal Tribuna do Norte, em 13 de Maio de 2011.

Breathing
Breathing

Digital, cibernética, tecnológica, computacional, midiática, eletrônica, novos meios… impossível enquadrar em apenas uma palavra o conceito artístico dos trabalhos presentes na exposição “10ª Dimensão – Sistemas, Circuito e Fluxos”, em cartaz até hoje, das 10h às 17h, no IFRN-Cidade Alta. A mostra reúne em Natal, de forma meteórica, sete obras que podem ser encaradas pelo visitante como objetos e/ou instalações, imersivas e/ou interativas, mas, sobretudo, lúdica, sensorial e dialética. Sem exageros, a vanguarda da contemporaneidade!

Ponto culminante do projeto “10 Dimensões, diálogos em rede, corpo, arte e tecnologia”, desenvolvido ao longo do ano a partir da parceria entre UFRN, IFRN, UFPB e Fapern, a iniciativa “aproxima os artistas visuais natalenses deste campo da arte que investiga, produz e concebe trabalhos que unem tecnologia e arte”, explica a professora do Departamento de Artes da UFRN Laurita Salles, curadora da mostra, que conversou ontem à tarde com o VIVER. “Os trabalhos expostos representam um recorte singelo, mas significativo, dessa abordagem artística. E não se trata apenas de obras interativas, elas representam novas possibilidades da relação entre tecnologia e o agente humano. Nada acontece sem a presença do interato (visitante). É um campo de possibilidades convidativas e fascinantes”, complementa.

Questionada sobre a curtíssima duração da exposição, aberta apenas dois dias para visita, Laurita falou sobre a série de questões que envolvem a produção: “Temos poucos recursos, e como os próprios artistas estão trazendo as obras não precisamos pagar o seguro. Outro detalhe é a falta, em Natal, de um lugar com estrutura adequada para receber esse tipo de mostra. Se querem qualificar o turismo e o turista que visita a cidade, os gestores precisam começar a investir em Cultura, em espaços culturais – por exemplo, seria perfeito se pudéssemos expor no Parque da Cidade, no alto daquele monumento projeto por Niemeyer”, aponta.

A vanguarda da arte

De acordo com a professora, a parceria com o IFRN-Cidade Alta foi fundamental para contornar algumas dessas dificuldades: “Estamos utilizando um espaço adaptado, com mão de obra de alunos do curso de produção cultural (recepção, monitores) – de certa forma, também estamos contribuindo com a formação profissional deles. Aqui também temos segurança, uma rede elétrica sem oscilações e o apoio do diretor Lerson Maia, que tem experiência acumulada em São Paulo como produtor de exposições”.

Em “10ª Dimensão – Sistemas, Circuito e Fluxos”, o visitante poderá interagir com a escultura virtual “Vitalino”, um cubo que se molda em um telão a partir da interferência captada por webcams; conferir composições sonoras criadas instantaneamente a partir de palavras citadas e interação com posts no twitter; verificar as interferências captadas no ambiente e traduzidas em forma de sons; ou presenciar o sistema híbrido que interliga as reações de uma planta a um robô.

Complexo? Ou será a materialização artística de atividades corriqueiras já incorporadas ao nosso cotidiano? Imagine procurarmos explicações e acompanharmos todos os procedimentos desencadeados a partir da compra com um cartão de crédito? Ou o pagamento de uma conta pela internet?

“Há toda uma postura ativa nessas atividades, que envolvem um fluxo de informações inimaginável. Existe um fetiche tecnológico que, nesta exposição, conquista as pessoas pelo lado lúdico. É a utilização poética da tecnologia”, diz Fábio Oliveira Nunes, coordenador da exposição e também professor do Dearte/UFRN. “Todos os artistas que estão expondo aqui são pesquisadores, tem ligação acadêmica”.

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A planta no sistema híbrido

Sobre a planta, o autor Guto Nóbrega explicou que “acima da interatividade, tem o diálogo entre os sistemas. As micro variações elétricas são amplificadas e provocam reações robóticas, como se a planta fosse uma antena orgânica super sensível”, simplifica o artista.

O projeto “10 Dimensões, diálogos em rede, corpo, arte e tecnologia” também envolveu ciclo de debates e os planos é que continue em atividade por mais um ano. A exposição conta com apoio da Fundação José Augusto e da Funcern (Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN) e foi viabilizada através do fomento do Ministério da Cultura e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Mais informações através do site www.10dimensoes.net.

 

SILVA, Yuno. Arte tecnológica chega a Natal. Disponível em: <http://tribunadonorte.com.br/news.php?not_id=181166> Acesso em: 9 Jul 2013.

Fotos: Rodrigo Sena

Ambiente para as plantas e Hiperorgânicos

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Após termos adaptado o espaço para as plantas no laboratório, automatizamos o sistema de iluminação que estava instalado. O sistema agora é controlado pelo arduíno, ligado a um sensor de luz. Buscamos em breve automatizar o sistema de irrigação, criando ambiente propício para o cultivo das plantas e que não dependa apenas da nossa interferência para funcionar.
Foram trazidas novas plantas para o laboratório, podendo essas serem usadas em futuros projetos. Pretendemos manter uma planta principal ligada ao plantronic, que por sua vez estará conectado em rede. Desse modo poderemos observar as plantas mesmo a distância e saberemos se o sistema todo está funcionando adequadamente.
Seguindo os projetos, estamos agora nos concentrando no evento hiperorgânicos que acontecerá em novembro.  O modo como iremos apresentar as plantas é importante para o ambiente que buscamos propor.  Estamos estudando possíveis formas de dispor as plantas no local do evento, a técnica japonesa conhecida como kokedama parece atender a algumas demandas.
Trata-se do cultivo do vegetal sem o uso de um vaso, podendo a planta ser suspensa. Construímos um pequeno kokedama para testes, este nos permite analisar a estética e os prós e contras desse modelo de cultivo.

Ambiente para as plantas
Ambiente para as plantas

 

Planta principal conectada à rede
Planta principal conectada à rede
Kokedama
Kokedama

photo copy

 

 

Sala de Diálogos

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A Sala de Diálogos é um programa online mensal, com chat ao vivo para a participação do internauta, vinculado à pesquisa Guilda: galerias virtuais na arte contemporânea, desenvolvida no Labart. Nessa edição será dada ênfase à Profitecs e às respectivas obras que farão parte da exposição.

Cultivo das plantas – Projeto Telebiosfera

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Seguindo o andamento das atividades do projeto Telebiosfera, reservamos um espaço no laboratório do NANO para acomodarmos as plantas. Adaptamos um sistema de iluminação, e pretendemos agora automatizar um sistema de irrigação.
Quanto às plantas, adotamos a dormideira como espécime principal para o projeto. Acreditamos que, além da estética, esta planta irá oferecer respostas interessantes às medições que pretendemos realizar, uma vez que o terrário estiver montado.  Prosseguimos também com o cultivo da jibóia, que pode ser empregada em outros estudos.
Durante a acomodação das plantas no laboratório foi visto que a dormideira estava sofrendo com uma infestação de lagartas. Um pequeno terrário foi construído com o intuito de acomodarmos essas lagartas, e está sendo útil, pois permitiu uma familiarização com o processo de montagem de terrários. Agora temos a possibilidade de estudar melhor o cultivo de plantas em ambiente fechado antes de partirmos para a construção da peça definitiva.
Após quatro dias todas as lagartas acomodadas no terrário formaram casulos, mas apenas uma delas atingiu a fase adulta. Verificamos que se tratava de uma borboleta do gênero Eurema, designação comumente usada para as borboletas amareladas. O acompanhamento das lagartas foi estimulante, e ofereceu idéias que podem ser empregadas em futuros projetos do NANO.

OFICINA DE VÍDEO E WEB – Inscrições abertas

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CICLO DE OFICINAS – Período: 01/2013 

 

NANO – Núcleo de Arte e Novos Organismos

 

 

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA OFICINA 02/2013

TÍTULO: Videos e Web

DATA: 02-03/04/2013

HORÁRIO: 14-18h

LOCAL: NANO sala 618

INSCRIÇÕES : www.nano.eba.ufrj.br

Ministrantes: Prof. Dr Alberto Marinho Ribas Semeler e Maria Amélia Bulhões UFRGS

Coordenação: Professores Malu Fragoso (BAV) e Guto Nóbrega (BAF)

 

EMENTA:-Abordagem crítica do vídeo em sua trajetória histórica, cruzando com suas experiências na internet. Trabalho prático com formatos de vídeo para web, softwares e processos de transcodificação.

 

OBJETIVOS:- Apresentar uma perspectiva histórica do video enquanto suporte eletrônico, tecnológico e virtual que simultaneamente, herda  elementos de antigos meios e deixa seu legado nos novos meios.

 

PÚBLICO ALVO:Estudantes e pesquisadores de linguagens hibridas em video e web.

 

CARGA HORÁRIA: 8 horas

 

PLANO DE ATIVIDADES:-       Apresentação de videoconferência pela professora Maria Amélia Bulhões discorrendo sobre sua pesquisa sobre web;-       Análise do vídeo em seu estado atual e de suas interfaces com outras mídias;-       Propor exercício prático com na produção de videos levando em conta sua relação com a web.

 

METODOLOGIA:-       Abordagem teórico-conceitual das interfaces e hibridizações do video com a internet;-       Exercício prático com edição de video e preparação do mesmo para web;-       Espaço de cor, uso de keyframes e formatos na transcodificação do vídeo para internet.

 

SISTEMA DE AVALIAÇÃO:- Análise dos trabalhos produzidos pelo grupo;- Auto-avaliação.

 

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS:CIANCI, Philip J. HDTV and the Transition to Digital Broadcasting: understanding new television technologies. New York: Elsevier, 2007.COLSON, Richard. The Fundamentals of Digital Art.New York: Ava Book, 2007.DUBOIS, Philippe.  Cinema, Vídeo e Godard. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.FULLER, Matthew. Software Studies  ⁄  A LexiconLondon: Leonardo Books, 2008.GIANNETTI, Cláudia. Estética digital: sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/Arte, 2006.LOVEJOY, Margot.  Digital Currents:art in the eletronic age. New York: Routledge, 2008.MACHADOArlindoA Arte do Vídeo. São Paulo: Brasiliense, 1995.MACHADOArlindo. A Televisão Levada a Sério. São Paulo: Editora Senac, 2003.MACHADOArlindoMáquina e Imaginário: o desafio das poéticas tecnológicasSão Paulo: EDUSP, 1999.MACHADOArlindoPré-cinemas e Pós-cinemas. Campinas: Papirus, 1997.

MANOVICH, Lev. The Languague of New Media. London: MIT Press, 2001.

MANOVICH, LevUnderstanding Hybrid Media. In: HERTZ, Betti-Sue.  Animated Painting. San Diego: San Diego Museum of Art, 2007, p. 18-45.

MANOVICH, Lev.  Info-aesthetics Proposal. Disponível em: < http://www.manovich.net/>.  Acesso em Maio de 2009.

MANOVICH, Lev.  Software Takes Command. Disponível em: < http://www.manovich.net/ >. Acesso em Maio de 2009.

MANOVICH, LevLearning from Prada: the poetics of augmented space.  Disponível em: <http://www.manovich.net/ >. Acesso em Maio de 2009.

MAGOUN, Alexander B. Television:  the life story of a technology. Westport: Greenwood, 2007.

MARTIN, Silvia. Vídeo Art. Madrid: Taschen, 2006.

MÈREDIEU, Florence. Digital and Video Art.  Edinburgh: Chambers, 2005.

WEIBEL, Peter.  It is forbidden not to touch: some remarks on the (forgotten parts of the) history of interactivity and virtuallity. IN: OLIVER, Grau. Media art HistoriesLondon: MIT, 2007, p. 21-41.

PARFAIT, Françoise. Video: un art contemporaine. Paris: Editions du Regard, 2001.

POPPER, Frank.  From Tecnological to Virtual ArtLondon: The MIT Press, 2007.

POPPER, Frank.  Art of the Eelectronic AgeNew York: Thames & Hudson, 1997.

POPPER, Frank. Arte, Acción y Participación: el artista y la creatividad hoy. Madri: Akal, 1989.

YOUNGBLOOD, Gene. Expaded Cinema. Toronto: Dutton, 1974.

 

Estudos Iniciais – Wearables

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Com o intuito de me familiarizar com os estudos propostos dentro do campo da wearable art, optei por construir um pequeno protótipo do modelo de pesquisa que gostaria de desenvolver.
Criei uma peça composta por luzes de LED sob um tecido de musseline branca.  Inicialmente costurei pequenas lâmpadas de LED em um tecido de algodão, que serve como base para toda a estrutura. As lâmpadas foram conectadas em paralelo, e são alimentadas por uma bateria de 9V.  Sobre este conjunto de tecido com lâmpadas, posicionei a musseline branca. Esta, por sua vez,  foi trabalhada por costura para que adquirisse um efeito de textura. O resultado foi uma peça que contém um relevo que remete ao formato de folhas, estas estruturas tornam difusa a luz presente sob o tecido.
A construção do modelo foi útil não apenas para me familiarizar com os aspectos técnicos tocantes à construção de wearables, mas também estimularam uma reflexão sobre o assunto. O mercado de produção de roupas e tecidos mudou muito durante o século XX, e hoje vive um momento historicamente inédito. Passou de um meio de produção tipicamente artesanal para um campo mais industrial e automatizado, com a tecnologia sempre exercendo influência sobre os novos modos de vestir.  Sabendo-se que as roupas são o reflexo de uma época,  a união entre a tecnologia e o vestir proposta por artistas ao redor do mundo não questiona apenas a relação entre o indivíduo e suas vestes. As construções que vêm sido desenvolvidas incitam um pensamento crítico sobre o momento que temos vivido como sociedade em meio à tantas mudanças estimuladas pela tecnologia.

Portanto, a peça construída busca refletir  uma união entre opostos: o tradicional e o novo.

Workshop – Inscrições abertas

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COLLECTRON é uma plataforma para o conhecimento, um espaço híbrido e coletivo que permite a todas as pessoas, incluindo aquelas com necessidades especiais, partilhar informações e gerar conhecimento por meio de práticas artísticas, utilizando os seus próprios corpos como interfaces para aceder, manipular e trocar informações entre si. Esta plataforma permite a fácil integração de informações sobre eventos, locais de interesse ou qualquer outra informação, bem como, realizar as instalações/performances já pré-existentes, como o “Walking on Earth”, “Openning Reading Frames”, “Sound=Space Camera Based” e outras, tornando-as disponíveis ao público.

 

// Local 
Jardim Botânico – Galpão das Artes – Espaço Tom Jobim
// Datas 
20 de Março – manhã 10:30 – tarde 15:00
21 de Março – manhã 10:30 – tarde 15:00

Participantes – comunidade artística e académica- max.20p/sessão*
*duração de cada sessão: 45 minutos

Inscrições obrigatórias

Envie um email para o endereço abaixo com:
seu nome, contato, ocupação e instituição, demonstrando interesse em participar do workshop assim como o horário e data de sua preferência.
Caso sua solicitação seja aceita enviaremos um email de confirmação.

nanolabmail@gmail.com

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Organização: Artshare e Núcleo de Artes e Novos Organismos / UFRJ
Direção Artística: Luis Miguel Girão (artista transdisciplinar)
Facilitador / Orientador: Guto Nóbrega (artista e professor)
Produção: Márcia Mourato e Fabiana Valente
Técnica: Felipe Lourenço e Alonso de Lima Ramos
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COLLECTRON is a platform for knowledge, a hybrid and collective space that allows all people, including those with special needs, to share information and generate knowledge through artistic practices, using their own bodies as interfaces to access, manipulate and exchange information among themselves. This platform allows easy integration of information about events, places of interest or any other information, as well as the presentation of pre-existing installations / performances, such as “Walking on Earth”, “Opening Reading Frames”, “Sound = Space Camera Based” and others, making them available to the public.

 

// Local

Botanical Garden – Galpão das Artes – Espaço Tom Jobim

// Dates

March 20th – morning 10:30 – afternoon 15:00

March 21th – morning 10:30 – afternoon 15:00

 

Participants – artistic and academic community – maximum.20p/session*

* 45 minutes p/session

 

Registration Required

Send an email to the address bellow with:
Your name, contact, occupation, and institutional affiliation, showing your interest in taking part of the workshop, as well as the day and time of your preference.
In the case your application being accepted an email will be sent to you.

nanolabmail@gmail.com

 

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Organization: Artshare e Núcleo de Artes e Novos Organismos / UFRJ

Artistic Direction – Luis Miguel Girão (transdisciplinary artist)

Facilitator/Advisor – Guto Nóbrega (artist and professor)

Production – Márcia Mourato and Fabiana Valente

Technician – Felipe Lourenço and Alonso de Lima Ramos

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www.nano.eba.ufrj.br 

www.ppgav.eba.ufrj.br

www.jbrj.gov.br

 

 

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Escolha de plantas – Projeto Telebiosfera

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Após o levantamento de dados sobre os aspectos que envolvem a montagem do terrário para o projeto Telebiosfera iniciamos a pesquisa de plantas. Três espécies foram consideradas como possíveis candidatas para o projeto, estas são: Jibóia, Dormideira e Planta Carnívora. Com isso em mente, iniciamos uma nova pesquisa sobre tais plantas, buscando levantar informações úteis para decisão final. A seguir são apresentados os dados coletados.

1.Jibóia (Epipremnum pinnatum):

Uma espécie nativa da Oceania, a Jibóia é uma planta que sobrevive bem em diversos climas, mas prioritariamente em ambientes de clima quente e úmido. Se adapta bem à diversas condições de luminosidade , como luz difusa, meia sombra ou sol pleno. É uma espécie que necessita de regas periódicas, e substrato rico em matéria orgânica. Pode atingir mais de 12 metros de altura e é intolerante à geadas e frio intenso.

2.Mimosa Pudica:

Popularmente conhecida como dormideira trata-se de uma planta sensível ao toque ou ao calor. Quando exposta a algum tipo de estímulo a dormideira junta suas folhas. Prefere climas úmidos e requer muita exposição à luz, em média seis horas diárias, sendo que a luz não deve ser direta.  Necessita de estar em locais arejados, no entanto é sensível ao clima frio. Precisa de irrigações abundantes no período floral. Cresce bem em contato com solos férteis.

3.Dionéia (Dionaea muscipula / planta carnívora):

A Dionéia, ou planta carnívora, é uma espécie um tanto frágil. Necessita de solo ácido, e de muita umidade para sobreviver. Não deve ser plantada em terra, o solo indicado para o cultivo é um composto de musgos e areia, e deve estar constantemente úmido.  Requer longos períodos de luminosidade, sob sol pleno ou meia sombra. A luz solar pode ser substituída por uma lâmpada de 15w. Não precisa ser adubada, pois este pode facilmente intoxicá-la. A planta não depende da caça para sobreviver, mas se caçar, os resíduos remanescentes devem ser retirados das armadilhas. Não deve ser alimentada com pedacinhos de carne ou insetos mortos.
No inverno as Dionéias entram em período de dormência e devem ser colocadas em local bem fresco (com temperaturas entre 4 a 12ºC), até mesmo em geladeira, desde que resguardadas de ressecamento. São capazes de sobrebreviver sem esse cuidado, mas terão sua longevidade comprometida. No início da primavera, devem ser colocadas novamente no terrário ou sob o sol, é neste período que elas emitem as hastes florais. No entanto,  a floração pode acabar matando a planta, pois exige muita energia por parte do vegetal.

A água das regas deve ser livre de sais minerais ou cloro, sendo preferível regá-la com água da chuva, ou com água destilada. As Dionéias toleram encharcamentos, mas jamais períodos secos. Não é aconselhável induzir a planta a fechar as armadilhas sem necessidade, pois o movimento realizado consome muita energia.


A seleção do espécime a ser utilizado será realizada com base nas informações coletadas, assim como em considerações sobre os aspectos estéticos de cada planta, e como estes podem contribuir para a imagem do terrário e consequentemente do projeto. Iniciaremos a etapa de testes no laboratório adaptando um sistema de iluminação controlada. Assim poderemos observar como cada planta considerada se comporta com determinada intensidade luminosa e em determinado ambiente. A partir de tal experimento poderemos iniciar a construção do terrário.

Sobre a montagem do terrário – Projeto Telebiosfera

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O primeiro passo para a realização do projeto telebiosfera implica na montagem de um terrário. Com isso em mente, iniciou-se uma etapa de pesquisa e levantamento de dados sobre a estrutura de terrários e seu funcionamento geral.

Um terrário botânico trata-se de um ambiente fechado para o cultivo de espécies de plantas. Por ser feito de material transparente, ele atua como uma pequena estufa que oferece ao vegetal condições semelhantes as de seu ambiente natural, estimulando seu desenvolvimento. Torna possível acompanhar de maneira muito clara a interação entre a planta e o seu habitat.

O espécime vegetal colabora para a criação, e manutenção, de um ambiente que sustente condições ideais de vida dentro do terrário. Na presença da luz o vegetal irá absorver os nutrientes do solo do terrário, assim como o gás carbônico presente no ambiente ao seu redor, e irá produzir glicose.  Como elemento residual do processo a planta liberará no terrário gás oxigênio. Na ausência da luz o espécime se utilizará do oxigênio liberado, assim como da glicose armazenada, para suprir sua demanda energética e manter seus processos vitais.  Durante toda a atividade da planta as alterações de temperatura causadas pela mesma estimulam o ciclo da água dentro do ambiente fechado. Daí conclui-se que o terrário é auto-sustentável, e possui características ambientais  (como temperatura e umidade) próprias decorrentes dos espécimes que habitam em seu interior. Pode ser interpretado como um ambiente que ilustra, em escala reduzida, as interações entre os seres vivos e não vivos existentes no planeta, mostrando que há um ponto de equilíbrio perfeito entre ambos.

Por possuir umidade elevada o terrário estimula o desenvolvimento de plantas que possuem afinidade com tal condição. Heras e samambaias, por exemplo, são plantas suscetíveis a doenças em ambientes secos, mas prosperam dentro do terrário. É importante também entender a relação que as plantas estabelecem umas com as outras, antes de acomodá-las no mesmo ambiente fechado. O ideal é que elas possuam necessidades semelhantes de luz e água, e que seu índice de umidade seja parecido.

A construção de um terrário exige o emprego de materiais diversos, responsáveis por criar condições ideais para o espécime vegetal que será acomodado. Inicialmente é importante certificar-se que o recipiente que será usado está limpo, para evitar o surgimento e a proliferação de fungos. O material empregado para a estrutura é o vidro   pelo fato de possuir as seguintes características: é de fácil limpeza, não se degrada facilmente e permite a passagem de luz.  O primeiro material a ser acomodado dentro do recipiente é o carvão vegetal. O carvão é responsável por absorver matéria orgânica danosa e gases, mantendo o solo fresco e prevenindo o aparecimento de mofo e fungos. Em seguida coloca-se a mistura que irá compor o solo, esta depende do tipo de planta que será acomodada. No geral mistura-se terra, cascalho e carvão vegetal, os últimos para favorecerem a drenagem do solo. Se as plantas a serem acomodadas forem suculentas a mistura para o solo deverá ser diferente, contendo maior quantidade de areia. Depois de acomodado o solo, o terrário está pronto para receber as plantas. Quando finalizado ele não exige muitas irrigações, no geral uma vez por semana e em alguns casos uma vez ao mês.

O terrário que pretendemos desenvolver para o projeto Telebiosfera não será um ambiente totalmente fechado. Sabendo que o formato final pode ser adaptado, com a adição de lâmpadas de LED para regularem a iluminação, ou com equipamentos para controlarem humidade e irrigações, podemos partir para a etapa de construção. Inicialmente será adaptado dentro do laboratório um sistema automático de iluminação controlada para as plantas. O sistema contará com lâmpadas de LED na cor branca, e nos permitirá obter as primeiras informações sobre as reações dos espécimes aos estímulos luminosos. Com esses dados poderemos descobrir qual a quantidade de luz mais indicada para cada planta antes de acomodá-las no terrário, visando, portanto, o êxito do projeto.

O indivíduo e a roupa – Wearables

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Projeto sobre vestuário, porém, com uma visão diferenciada da do mercado. As roupas são importante elemento da história humana e sempre foram vistas como objeto que de alguma forma transmite uma mensagem, seja de diferença cultural, social, ou ideológica. O vestuário é responsável por caracterizar um indivíduo e exteriorizar algo presente em seu interior. Gostaria de me aprofundar no estudo sobre a relação entre o indivíduo e suas roupas, explorando a subjetividade presente no ato de se vestir nos dias atuais. Com base em pesquisas e estudos poderia propor um projeto artístico que inspirasse uma reflexão sobre este tema. Uma linha de roupas que não tivesse como finalidade própria o vestir, proteger o corpo, mas sim explicitar o que se passa no interior do corpo do indivíduo que usa tais roupas. Creio que o uso de cores, luzes e movimentos em tais peças, tal como uma modelagem diferenciada, poderiam transmitir a mensagem desejada e inspirar no apreciador da obra pensamentos reflexivos sobre a relação das pessoas com suas roupas. O apreciador também seria levado a meditar sobre o que está realmente presente no interior de cada pessoa por quem passa, e como as roupas ao mesmo tempo que nos contam muito sobre o outro podem também disfarçar as pessoas, e nos impedir de enxergá-las como realmente são.

 

Wearable Art