Inteligência Artificial – A tecnologia do futuro

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Segundo Wikipedia, Inteligência artificial é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software.[…]Os principais pesquisadores e livros didáticos definem o campo de estudo como “o estudo e projeto de agentes inteligentes”, onde um agente inteligente é um sistema que percebe seu ambiente e toma atitudes que maximizam suas chances de sucesso. Vista essa definição, conseguimos compreender o objetivo da inteligência artificial: um computador ou sistema capaz de tomar decisões inteligentes baseado em dados computados a fim de obter o melhor resultado possível.

Muitas pessoas ainda veem inteligência artificial como algo utópico, ou como dizem atualmente, “tão black mirror”, mas o conceito de IA(Inteligência Artificial) é antigo e foi cunhado em 1956 por John McCarthy, mas já havia conquistado o espaço entre os cientistas computacionais desde 1947 quando Alan Turing, o pai da computação, criou o Teste de Turing, onde o objetivo era identificar por meio de perguntas e respostas quem estava respondendo, se era o computador ou uma pessoa, se a pessoa errasse, o teste era bem sucedido e a máquina rotulada como inteligente.

Em 1996, uma máquina da IBM chamada Deep Blue foi programada para jogar xadrez e desafiou Garry Kasparov, um dos maiores enxadristas de todos os tempos, campeão mundial de 1985 até 2000. O resultado da partida foi vitória para o Deep Blue comprovando cada vez mais a capacidade de máquinas tomarem decisões inteligentes. Hoje em dia, com os avanços computacionais, processadores de múltiplos núcleos, placas gráficas super potentes capaz de realizar cálculos incrivelmente rápidos e até os supercomputadores que apenas grandes empresas e centros de pesquisas possuem, o desenvolvimento de programações voltadas para IA se tornou mais evidente, e assim nomes como Machine Learning, Deep Learning, Lógica Fuzzy, Big Data,etc foram se tornando interesse de pesquisas dos entusiastas da área.

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Foi lançado em 2015, um filme chamado Ex-Machina – Instinto Artificial, onde a estória do filme se caracteriza em um jovem programador de um empresa chamada Blue Book que é convidado pelo dono da empresa para ir a sua residência e quando chega lá, ele deve fazer o Teste de Turing em um robô altamente robusto em hardware e software. O filme é dividido em sessões, onde cada sessão corresponde a um dia de teste com o robô, Ava.

Na prática, IA é um sistema complexo computacional onde as condições das tomadas de decisão são muito bem analisadas, e os dados que este sistema recebe são todos muitos relevantes e bem interpretados para criar um perfil de características que resultará no melhor resultado.

Atualmente, a IA está sendo aplicada em diversas áreas, uma dela é a criação de obras de artes, um exemplo é o Google Deep Dream, onde por algoritmos de aprendizado de máquinas(Machine Learning) são criadas obras de arte. Esta ferramenta foi criada no Google Brain, um centro de pesquisa do Google que se destina a pesquisar e trabalhar em tecnologias emergentes.

Existem muitas controvérsias na sociedade se um sistema computacional é capaz de criar arte, pois nesta discussão atrelada a definição de arte e se um computador é capaz de colocar sentimentos em obras de artes como a arte criada por uma pessoa e o estilo de arte que será expressada.

É possível encontrar em diversos fóruns na Internet artistas e tecnólogos discutindo este fruto da IA, mas há de convirmos que estamos vivenciando uma era de revolução na computação e ainda iremos ouvir muito sobre estas ferramentas que estão tomando o cenário tecnológico.

Quer testar um poucos das ferramentas desenvolvidas?

Acesse aqui

Referências:

https://deepdreamgenerator.com/#gallery

http://www.wsj.com/video/art-by-artificial-intelligence-ai-expands-into-artistic-realm/86071B86-FE19-4BC4-9288-24B95503B197.html

http://www.straitstimes.com/tech/putting-the-art-in-artificial-intelligence

https://aiexperiments.withgoogle.com/

Controle pneumático – Desenvolvimento

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Foi realizado no mês de maio o desenvolvimento de um projeto voltado para controle pneumático a partir de controles digitais no NANO, a implementação foi aplicada à performance do Entranhas, da Alana Santos, e outros projetos que ocorreram no Hiperorgânicos 7. O processo de desenvolvimento do software e hardware foi desenvolvido pelo Gabriel Bastos em parceria com o coordenador do laboratório, Guto Nóbrega.

O processo se estabeleceu pela idealização do circuito, esquematização em software de CAD, em específico o Eagle CAD, modelagem da PCI e assim, feito o processo de criação da placa de circuito impresso.

O processo de transferência térmica utilizado é um método de baixo custo para confecção de placas de circuitos, o método se dá pela impressão do circuito modelado no CAD em escala real 1:1 em folha couchê em impressoras a laser, após isto, realizar o processo de transferência térmica onde,por temperatura, a impressão se transfere para a placa de cobre virgem(bem limpa). Após esta etapa, visto que a transferência foi bem sucedida e não teve falhas, é submetida a placa a solução de percloreto de ferro onde esta solução irá corroer a parte do cobre não coberta pela tinta da impressão, após a corrosão, limpar a placa e tirar a tinta do circuito impressora com uma esponja de aço. Teremos então, a placa de circuito impresso feita com ferramentas acessíveis e práticas de se trabalhar.

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Foi realizado a soldagem dos componentes eletrônicos e implementado um software de controle digital por um software criado no Processing resultando no controle de 4 válvulas solenóides.

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Testes e simulações do circuito foram realizados no laboratório Nano e no evento Hiperorgânicos 7.

 

Em breve, códigos e circuitos serão disponibilizados no nosso Github.