Teste com webcam

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Hoje foi visto que fica difícil visualizar o fundo do olho porque é muito escuro e o vítreo que é um líquido gelatinoso dificulta a passagem da luz. A retina devolve apenas cerca de 4% do sinal enviado a ela porque é um tecido feito para absorver luz.

Quando aproximamos a câmera sem luz a pupila dilata porque escurece na frente do olho, mas se jogar uma luz próximo a câmera ela diminui dificultando a visualização do fundo do olho.

Por esse motivo podemos perceber que talvez seria melhor utilizar o LED infra-vermelho.

Proposta retinógrafo

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O desafio proposto é desenvolver um equipamento portátil para a leitura da retina onde não existe a necessidade da presença de um médico. O aparelho será acoplado na câmera do celular registrando a periferia da retina. Tais imagens servirão para comparação com outras imagens anteriores, também feitas pelo equipamento, a fim de encontrar quaisquer alterações na retina. O equipamento pode ser utilizado por pacientes em sua própria casa ou em uma viagem. O público alvo são pessoas com alta miopia, recém operados e outros portadores de doenças ou deficiências que tenha o risco de descolamento de retina. O Objetivo é evitar o descolamento de retina, aumentar a qualidade de vida do paciente e deixá-lo viver mais tranquilo pois um descolamento de retina pode acontecer devido a um soco no olho, impactos, bolada, coçar o olho ou até mesmo sem motivo algum, com isso vemos a necessidade de um controle maior da retina assim como o diabético controla sua insulina ou o hipertenso a sua pressão. Hoje podemos perceber que o paciente não consegue visitar o oftalmologista sempre que um imprevisto acontece pois o sistema de saúde público não dispõe de atendimento imediato relacionado os olhos e os planos de saúde limitam a uma consulta por mês. Este equipamento pode evitar um descolamento já que um rasgo ou um furo na retina pode ser tratado e evitar um descolamento e as vezes não tem sintomas.

O produto:

O produto consiste em um aparelho de fácil manuseio que deve ser acoplado no celular para ler a retina do paciente. As imagens são geradas através de um aplicativo que traduz as imagens dizendo ao paciente se ele tem ou não que procurar um médico. No caso a tela verde significa que Não (olho bom) e a tela vermelha significa que sim ( Retina com algo anormal). Para que inicie o uso do aplicativo o paciente deve fotografar o olho fazendo com que essa imagem sirva de base de comparação para o sistema.

O que já foi feito:

Ex alunos da USP fizeram um aparelho que é acoplado no celular para ler a retina a diferença é que ele serve para o Médico. Apenas especialistas podem utilizá-lo e a imagem gerada é igual a do exame, ou seja só o oftalmologista vai entender. Eu quero alguma coisa que atenda o público em geral pelos motivos citados acima.

abaixo segue o link da pesquisa da USP:

http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2016/10/ex-alunos-da-usp-criam-aparelho-que-usa-smartphone-para-exame-de-retina.html

 

Arduino + Python, uma maneira de transmitir dados

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Uma das maiores necessidades em relção à implementação do S.H.A.S.T. e da Telebiosfera é o uso de sensores para a obtenção da maior sorte de dados ambientais possíveis. Segue a descrição de uma das infinitas formas de se obter dados de um arduíno e passar para um computador, no caso um RaspberryPi, ou qualquer outro pc Linux. Trata-se de instalar um módulo pyFirmata que se comunique com o arduino via protocolo Firmata. Com isso é possível criar programas que recebam dados medidos ou gerados pelo arduino e processá-los ou transmití-los usando máquinas mais potentes.

1- Instalações

Antes de instale o pyFirmata devemos instalar o pip, um gerenciador de pacotes próprio para módulos e programas escritos em python:

Passo 1:
Baixe o script “get-pip.py” no site http://pip.readthedocs.org/en/latest/installing.html

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Passo 2:

execute o arquivo o usando a seguinte linha de comando no diretório do arquivo baixado
$ sudo python get-pip.py

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Passo 3:

Instalado o Pip sem problemas, agora é hora de instalar o pyFirmata, para isso baixe o seu pacote pyFirmata-(versão).tar.gz no site https://pypi.python.org/pypi/pyFirmata

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Passo 4:

Baixado o pacote, extraia os arquivos e usando o terminal execute,no diretório extraido,  $ sudo pip install setup.py

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Agora com o pyFirmata instalado é hora de explorar suas possibilidades:

2 – Utilizando

 

Entranhas experimentação performática

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Há algum tempo atrás pensando em como conseguir medir a intensidade das trocas sensoriais e emocionais entre os seres humanos passei a considerar o uso da tecnologia como um meio interessante para conseguir realizar experimentações nesse sentido. Inspirada nas Artes Dramáticas e no método viewpoints, focado na resposta sinestésica dada através de um estímulo, iniciei uma pesquisa onde o foco é procurar uma forma de externar a mudança de dentro de um corpo através do estimulo de outro . Baseando-se na artista Danielle Gotell em sua obra Impulse, onde ela mistura quatro batimentos cardíacos em uma instalação de vídeo, considerei a possibilidade de usar os batimento cardíacos para dar visibilidade as emoções. Sendo assim serão realizados testes na tentativa de dar visibilidade a tais sensações de um corpo após este ser estimulado.
Me interesso muito pelo trabalho da artista Lucy Mcray , que explora relação entre o corpo e a tecnologia . As fotos nesse post mostram o primeiro teste onde utilizei bexigas, LEDs, mangueira plástica e plástico. Nesse primeiro ensaio foi possível enxergar o leque de possibilidades que a tais relações podem oferecer.

 

 

 

 

 

 

Referência :
www.lucymcrae.net/

Oficina ETS no SIIMI 2014

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A partir da proposta desenvolvida nas semanas anteriores, os bolsistas do NANO Alana Santos, Aroldo Mascarenhas, Filipi Dias e Leonardo Nunes foram até Goiânia ministar a Oficina Experiências Tecno-Sinestésicas  no SIIMI 2014, na UFG.

A oficina de desenvolveu na tarde de 15 de abril com  cerca de 15 participantes. Iniciamos explicando motivo central: a sinestesia. Os 4 oficineiros se revezavam mostrando o que é arte experimental e os trabalhos já desenvolvidos pelo NANO. Acessamos o site do Laboratório e mostramos o vídeo da performance da pesquisadora Bárbara Castro para que eles tivessem uma boa idéia do que se passa nesse meio arte+tecnologia, bem como as ferramentas que utilizaríamos: Processing, Pure Data e Arduíno.

Dando início à parte prática, os participantes se colocaram em volta da Mesa Pic-Nic. Explicamos o sistema fruta-Aduíno-PD e como a fruta pode atuar como resistor,  incorporando o sinal da fruta (r fruta) e como utilizá-lo para gerar diferentes sons. Ao invés de conectores simples, talheres de metal foram adaptados para que fizessem o contato com a fruta e ainda mativessem o universo pic-nic.

Após essa etapa, dividimos o grupo em 3. Uma parte ficou ainda no Pic-Nic Sonoro, outros 4 foram para a Mesa Sinestesia e outra parte foi para outra mesa onde o Léo mostrou como fazer um patch no PD partindo do zero. Aos 4 participantes da mesa sinestesia foi explicado que o desenho a ser feio por eles geraria uma outra imagem digital. Sendo assim, os participantes começaram a desenhar com os olhos vendados utilizando o tato. Os desenhos criados com gouache, giz de cera e hidrocor traduziam os sons caóticos gerado pela mesa pic-nic. A construção gradativa do desenho colaborativo era visto em tempo real por uma webcam instalada no teto a qual era ligada a um notebook. Esse dados recebidos, eram transformados pelo processing em novas imagens . O sketch Pontillize desconstruía a imagem captada em círculos (ou quadrados) gerados a 100 objetos por segundos. De acordo com a posição do cursor no eixo X, o tamanho do objeto gerado variava. Esse processo podia ser visto em tempo real na projeção feita na parede. As etapas geradas eram salvas com um clique na tela do sketch em que aparecia a marca d’agua SIIMI 2014 NANO.

Os participante se mostraram bem motivados. Por toda a duração da oficina ela ficaram gerando os sons com a frutas, espetanto os tralheres, se alimentando das frutas e pães. O mesmo foi obsevado na parte de desenho. Os participantes se divertiam, não exitavam em sujar as mãos com guache e se surpreendiam com a beleza do desenho criado quando retiravam a venda. Vimos sorrisos, descontração e interação.

Como produto final tivemos 14 desenhos de tradução som-imagem-tato, 32 imagens digitais e oficineiros com noções básicas de processign, PD e Arduíno.

 

 

 

 

 

 

 

Rasppberry Pi e processos

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Esse post é sobre a interface com o Raspberry pi no desenvolvimento de interface da telebiosfera e Shast.

Em andamento:

Conseguimos ligar o PI junto com a internet, agora ele tem uma baia só para ele, junto estão as instruções de uso e senha, coladas na mesa.

Sabemos que para usar as portas de comunicação do Raspberry temos que recorrer a bibliotecas para alguma linguagem de programação(python, java, c…) e isso é algo a ser mais explorando antes de tentarmos executar uma comunicação com o XBee.