EEG experiment

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Durante o Hiperorgânicos4 faremos um experimento com EEG (eletroencefalografia) + puredata + cymatics.

EEG-2[Patche de Leslie Garcia]

Um aparelho com sensores (eletrodos) acoplado a uma pessoa, será conectado ao software puredata (GEM_Cymatics) para que possa gerar os movimentos do cymatic desde o comando cerebral.

algumas referências:
http://gerard.paresys.free.fr/Projets/ProjetEEG.html
http://wiki.labomedia.org/index.php/Labo_Capteurs_neuronaux

EEG-1

proposta de software: osc flow

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Proposta de software com interface grafica que funciona em conjunto com o OscGroups, servindo de camada para mapear mais facilmente os processos listados em endereço osc para endereços simples como /a /b /c /, baseado no funcionamento de softwares como Osculator, que faz o mapeamento entre dados OSC e MIDI.

Da mesma maneira como o OscGroups, voce recebe e envia mensagens via endereço local (localhost ou 127.0.0.1). Possivelmente vamos mudar as portas padrão do patch, pois esse software ficaria nas portas 22243 e 22244 utilizadas pelo OscGroups, e no PD, MAX, Processing e afins você usaria as portas 9998 (envio) e 9999 (recebimento).

Como esse software ficará no meio da comunicação OSC, ele terá a informação dos dados selecionados e envia esses dados de volta pra rede (um ping de 1 em 1 segundo, pra não sobrecarregar).

ex: (/kiko/listening/a <=> /terrario/luz)

Com isso será possível tanto o multicast de dados quanto a informação para a visualização de dados mais detalhada, com os pontos conectados entre si.

As conexões perdidas ficam de outra cor pra avisar o usuário, que decide se mantém o link para esperar voltar o sinal, ou muda para outro endereço. Mas depois de 1 min sem resposta, os endereços inativos saem da lista.

nano-osc-flow-monitor

Projection Mapping

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Técnica que consiste na projeção de imagens e vídeos que respeitam a perspectiva das superfícies na qual estão sendo projetadas. Superfícies irregulares, tais como estruturas de pequenas a grandes dimensões, edifícios, estátuas e uma diversidade de outros objetos e pessoas.
Através da utilização de softwares especializados, os objetos de duas ou três dimensões são formados virtualmente. A partir dessas informações o software interage com um projetor para adaptar qualquer imagem a superfície do objeto escolhido. Há a reconstrução do espaço real com o espaço virtual criado. Tal técnica cria dimensões extras, ilusões ópticas e noções de movimentos em objetos estáticos.

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Nas interações entre diferentes planos e um único material projetado, há duas opções na qual podem ser desenvolvidas. A primeira, atravéz de uma foto da cena tirada da perspectiva de onde o projetor ficará. Softwares de composição de videografismos criarão o vídeo em torno das quinas e superfícies de referência. Outra opção, é criar um modelo da cena em 3D com uma câmera virtual onde o projetor ficará. A criação será capturada pela câmera e exportada como vídeo pronto para ser projetado na cena real.
Na criação de diferentes planos com imagens independentes entre si, usa-se softwares que distorcem vídeos. A calibragem é feita usando o próprio projetor, ajustando os vídeos de acordo com as superfícies da cena. Os softwares normalmente utilizados são o Modul8, Video Projection Tools e VDMX com Quartz Composer.
 ProtoEstruturas_1_DSC_0086

 

Raspberry Pi: login automático, framework de automação, Arduino

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login automático

quando o raspberry liga, entra no terminal e é precisa digitar o comando startx para iniciar a interface gráfica.
aqui um passo a passo com instruções para iniciar o sistema automaticamente:
http://raspisimon.no-ip.org/rpi_autologin.php


 

framework de automação
solução de automação que integra Raspberry PI, Arduino, Node.js, MongoDB, HTML5 e Websockets
http://ni-c.github.io/heimcontrol.js/

raspberry pi heimcontrol


 

raspberry pi + arduino
tutorial bem explicado de como conectar os Arduino e Raspberry através da GPIO
http://blog.oscarliang.net/raspberry-pi-and-arduino-connected-serial-gpio/

arduino-raspberry-pi-serial-connect-1024x839

  • Impressão 3D

Projeto S.H.A.S.T.

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S.H.A.S.T. – Sistema Habitacional
para Abelhas sem Teto

O projeto S.H.A.S.T. é uma proposta experimental em arte computacional que dá continuidade a pesquisa sobre instalações multimídia interativas de forma a conjugar aspectos do trabalho desenvolvido junto ao grupo A.C.Ho (intervenções urbanas performáticas), características culturais tradicionais como no caso do mitos das abelhas na cultura Kaimbé, e mais recentemente, as experiências realizadas junto ao NANO com o evento Hiperorgânicos onde arte, ciência e tecnologia se reúnem para experimentar uma natureza híbrida pós-biológica.

Da experiência com o grupo A.C.Ho extraímos a importância de relacionar as pesquisas realizadas na universidade com o contexto urbano, no nosso caso o centro da capital Rio de Janeiro.  Mais especificamente, exploramos a situação caótica de grandes centros onde a ocupação e a sobrevivência de todos que ali habitam se torna cada vez mais difícil. Com as intervenções artísticas buscamos não apenas transformar esses espaços públicos em espaços poéticos, mas também de evidenciar alguns desses problemas e conscientizar aqueles que ali habitam e frequentam, proporcionando talvez uma vivência mais lúdica e harmoniosa.

Fruto das experiências com a mitologia Kaimbé, selecionamos também aspectos que abordam uma proposição pública mas direcionada para um local específico, diretamente relacionado com as atividades das abelhas. Estas, com sua inteligência coletiva e sua organização social são objeto de estudo e de pesquisas dentro do conceito de  “Emergência” descrito por Steven Johnson no livro Emergência. A vida integrada entre formigas, cérebros, cidades e softwares. 

Com as experiências compartilhadas a partir do projeto Hiperorgânicos pudemos inserir as prerrogativas da telemática associada a conjunção arte/ciência/natureza nos projetos por nós desenvolvidos. Como mencionamos, os eventos Hiperorgânicos estão voltados para importância de se discutir a respeito das relações que surgem entre homens, máquinas inteligentes, o universo tecnológico contemporâneo e a “natureza” constituída a partir dessas relações. Situação esta que se justifica pela onipresença de produtos multimídia resultante da ubiquidade das ferramentas e/ou dispositivos tecnológicos computacionais, pelo crescente numero de teorias e estudos sobre “novas” estéticas e “novas” formas de interação humano/máquina-obra/público, pelos caminhos entrelaçados entre arte e ciência, dentre outras motivações. Abre a discussão a partir do ponto de vista do artista pesquisador, com enfoque nos processos de criação e nas referencias ou fontes inovadoras de conhecimento. Investe em questões de ecologia, inclusive ecologia humana, e na possibilidade de surgimento de uma nova consciência a partir da imersão e experimentação criativa nos ambientes cibernéticos. É um campo novo e extremamente rico pela possibilidade de agregar conhecimentos e de se colocar no centro das questões mais relevantes da sociedade contemporânea que discutem ecologia humana e desenvolvimento sustentável que necessita de foco e convergência que garantam a visibilidade que merecem no contexto das pesquisas artísticas.

S.H.A.S.T. é uma obra que envolve a produção de três módulos , ou três objetos, interconectados que compõem um espécie de tríptico telemático. Os módulos são construídos no modelo de colmeias para apiários e estarão localizadas em pontos distintos. Um deles, instalado no apiário é uma colmeia real, com um enxame de abelhas ativo, produzindo. Este será monitorado de diferentes maneiras para que os dados das abelhas possam ser transmitidos via sistema telemático para um servidor localizado no laboratório. Este servidor recebe e distribui os dados coletados. Um segundo módulo, e u primeiro estágio de simulação de enxame. Será instaladoem locais específicos urbanos onde se registra a presença de abelhas. O módulo 2 é dividido em duas partes: uma que projeta sons e imagens de colmeias ativas e simula para o público a presença das abelhas; outro que esta preparado para atrair abelhas que poderão, ou não, se alojar no módulo. O módulo estará em constante observação e vigilância para que a presença das abelhas seja imediatamente percebida e a caixa possa ser retirada do local com o enxame alojado. É um sistema natural e monitorado de captura de enxames urbanos. Faremos esta etapa com o auxílio de profissionais caça abelhas.O terceiro módulo é o módulo expositivo, simulador do processo completo e exibidor de todas as etapas do projeto. Será construído para espaços expositivos, mostras e salões onde não é possível conviver com as abelhas. Esta projetado para ser uma instalação interativa conectada com os módulos externos.

modulos shast

 

 

 

 

O projeto tem como objetivo realizar pesquisa artística teórico/prática sobre a emergência de campos experimentais de naturezas híbridas resultantes de ações performáticas e instalações em ambientes abertos e/ou públicos de sistemas telemáticos computacionais híbridos. Pretendemos investir numa produção poética com enfoque em questões estéticas contemporâneas que integram arte, design, ciência e

tecnologia direcionadas para uma aisthesis re+inventada, onde o processo de conscientização desse fenômeno expresse uma coerência sistêmica/poética. Partimos dos pressupostos de que a “obra” de arte contemporânea acontece, não busca representar, é o próprio fazer, o acontecer, o proporcionar do fazer e do acontecer; que o artista contemporâneo é um mediador que revela um processo e cria condições para que a obra aconteça; que os sistemas computacionais e os sistemas informatizados de telecomunicação
exercem uma influência irreversível na produção artística contemporânea, seja ela no modo de pensar ou na práxis dos artistas; e, que essa práxis é fator fundante para uma sensível transformação social. O projeto é desenvolvido como parte das atividades de pós-doutoramento na Escola de Comunicação e Arte da
Universidade de São Paulo – USP , sob orientação do artista e pesquisador Gilbertto Prado em colaboração com o Grupo Poéticas Digitais.

Referencias

OH!m1gas. biomimetic stridulation environment de Kuai Shen Auson

http://kuaishen.tv/0hm1gas/

ohm1gas formigas

 

 

 

 

MIT enlists 6.500 silkworms and one robot to rint a silk pavilion

http://www.theverge.com/2013/6/6/4401184/mit-media-lab-silk-pavilion

silk pavilion mit

Direto da Natureza Impressão 3D

http://www.ideafixa.com/impressao-3d-direto-da-natureza/

Impressão 3D

 

 

 

 

Ambiente para as plantas e Hiperorgânicos

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Após termos adaptado o espaço para as plantas no laboratório, automatizamos o sistema de iluminação que estava instalado. O sistema agora é controlado pelo arduíno, ligado a um sensor de luz. Buscamos em breve automatizar o sistema de irrigação, criando ambiente propício para o cultivo das plantas e que não dependa apenas da nossa interferência para funcionar.
Foram trazidas novas plantas para o laboratório, podendo essas serem usadas em futuros projetos. Pretendemos manter uma planta principal ligada ao plantronic, que por sua vez estará conectado em rede. Desse modo poderemos observar as plantas mesmo a distância e saberemos se o sistema todo está funcionando adequadamente.
Seguindo os projetos, estamos agora nos concentrando no evento hiperorgânicos que acontecerá em novembro.  O modo como iremos apresentar as plantas é importante para o ambiente que buscamos propor.  Estamos estudando possíveis formas de dispor as plantas no local do evento, a técnica japonesa conhecida como kokedama parece atender a algumas demandas.
Trata-se do cultivo do vegetal sem o uso de um vaso, podendo a planta ser suspensa. Construímos um pequeno kokedama para testes, este nos permite analisar a estética e os prós e contras desse modelo de cultivo.

Ambiente para as plantas
Ambiente para as plantas

 

Planta principal conectada à rede
Planta principal conectada à rede
Kokedama
Kokedama

photo copy

 

 

Kokedama – Onde o vaso é feito de musgo

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Kokedama é um tipo de bonsai, também chamado de String Garden, onde o vaso é o musgo e a própria terra que segura as raízes.O termo Kokedama quer dizer uma bola (dama) de musgo (koke). Qualquer tipo de planta pode crescer num Kokedama, porém se dá preferência para aquelas que são adequadas para pouca luminosidade, por exemplo : samambaias pequenas,grama,flores violetas,etc.O kokedama pode receber luz de sol, porém deve ser molhada diariamente (preferencialmente pela manhã). Se pendurá-lo, use um spray para molhar, já se colocar num suporte cuide para não molhar em excesso, pois não há drenagem.

 

 

kokedama picture

-Materiais Necessários:

  •  Mudas pequenas
  • Terra de bonsai,turfa ou akedama
  • Musgo seco ou musgo esfagno ressecado e musgo vivo
  • Fio de algodão ou barbante de algodão cru e linha de algodão verde.

-Como fazer:

  •  Misturar partes de turfa (ou akedama) e terra de bonsai na proporção de 7 partes de turfa para 3 de terra de bonsai.Adicione água aos poucos para formar uma pasta não muito úmida,porém que não quebre ao ser moldada.
  • Modele com a pasta de terra,bolas não muito grandes mas que sejam suficientes para abrigar as mudas. Reseve.
  • Prepare as mudas retirando o máximo de terra do entorno das raízes.Tenha cuidado pois as raízes ficarão aparentes.
  • Envolva as raízes com musgo seco (pois funcionará como hidratante,mantendo as raízes úmidas) e amarre sem apertar com o barbante de algodão cru.
  • Pegue as bolas de terra reservadas,faça furos bem no centro delas e coloque nos furos as mudas envolvidas com o musgo.Todas as raízes deverão ficar cobertas pela terra.
  • Para terminar,envolva a bola de terra com o musgo vivo (não deixe espaços abertos),fixe com a linha de algodão verde,de maneira que mantenha  o musgo no lugar.
  • Depois disso pendure seu kokedama,de preferência em um lugar agradável e com sombra,lembrando que o importante é valorizar o vaso de terra e musgo.

 

 

Arduino: relé e millis()

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Usar o relógio interno do Arduino com o metodo millis() permite criar algoritmos que podem rodar simultaneamente em paralelo, o que não acontece quando usamos delay(), que “pausa” o Arduino por um tempo determinado.

Abaixo um código exemplo para o terrário do NANO, onde ligamos e desligamos uma lâmpada de 8 em 8 horas (mas que poderia ser qualquer intervalo de tempo). A partir desse modelo pode-se criar outras variáveis e ciclos para controlar outros relés (para água por exemplo), e outros dispositivos.

uma explicação rápida:
usamos unsigned long para guardar valores positivos muito longos, adequado para guardar o valor de millis(), que retorna o tempo sempre em milisegundos (1000 equivale a um segundo).
para ler mais facilmente os intervalos, multiplicamos valores como 10 * 1000; mas em C, para definir um número longo a partir de uma operação matemático, precisamos indicar o tipo dos valores, no caso L de long; 10L * 1000L seriam 10.000 milisegundos (= 10 segundos). 8 horas seriam como colocamos: 8L (horas) * 60L (minutos em uma hora) * 60L (segundos em um minuto) * 1000L (milisegundos em um segundo)
criamos o método print_clock, que recebe como parametro um unsigned long e envia para porta serial o cálculo do tempo em que o programa está rodando. criar os próprios métodos ajuda a manter o código modular, fácil de ser transportado para outros programas.
o ciclo só é executado quando a diferença entre o millis atual (tempo) e o millis guardado (tempo_luz) for maior que o ciclo que definimos (tempo_luz_ciclo).
quando o programa começa, tempo_luz é zero, então assim que o millis() atinge um valor maior que tempo_luz_ciclo, ele roda pela primeira vez. aí então ele guarda o valor de tempo_luz pela primeira vez:
depois disso, ele inverte o boleano volt_luz para ligar ou desligar o relé

Tutorial Biônicos: Kraakdoos, o Corpo Circuito

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Montagem do  KRAAKDOOSS, o corpo circuito

 

A expressão Circuit Bending  remete-se a customização criativa dos circuitos, principalmente de dispositivos eletrônicos de baixa tensão (alimentados por bateria), muitas vezes utilizando efeitos de guitarra ,  brinquedos de criança e sintetizadores digitais para a criação de novos instrumentos musicais e visuais (ou geradores de som como no caso de hoje).

Enfatizando a espontaneidade e a aleatoriedade, as técnicas de circuit bending têm sido comumente associadas as música de ruído , apesar de muitos grupos musicais e músicos contemporâneos já  utilizarem-se de experiência com circuitos “dobrados” (circuit bend). Circuito de dobragem geralmente envolve o desmantelamento da máquina e a adição de componentes, tais como interruptores e potenciômetros, que alteram o circuito.

 

O “corpo circuito” é uma pequena caixa com seis contatos de metal na parte superior, que, quando pressionado pelos dedos irá gerar todos os tipos de sons e tons incomuns a partir da resistência elétrica dos indivíduos em contato. O corpo humano torna-se uma parte do circuito e determina a gama de sons possíveis – pessoas diferentes irão produzir resultados diferentes.

 

 

Escolhemos dar inicio a nossa serie por esse projeto porque apesar de ser um circuito de simples montagem e pouquíssimas peças, ele é de uma capacidade extremamente envolvente e expansiva. Esperamos que gostem!

 

              KRAAKDOOSS, o corpo circuito
* clique aqui caso queira baixar o processo de montagem

.

“O corpo humano torna-se uma parte do circuito pelo toque e determina a gama de sons possíveis – pessoas diferentes irão produzir resultados diferentes.”

 

                        

           Acima, exemplo de uma amigável interface.

      Abaixo, testes com frutas e diferentes interfaces.

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esse é o esquema que vamos seguir:

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LISTA DE COMPONENTES:

integrado Lm386 ( clique pra ver o datasheet)

– autofalante 8ohms ou 0,4watts (piezo)

capacitor 220mF

– capacitor 10mF

resistor 10ohms

– plug de bateria

bateria 9v

– chave on/off (não é tão necessária)

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INSTRUÇÕES:

Passo 1:

vamos começar pelo negativo do conector da bateria ligado à perna 2 do integrado LM386
(assim podemos observar o percurso da corrente a partir da bateria):

 

 

 

 

Passo 2:

interruptor  no fio positivo do conector da bateria permite ou não a passagem da corrente da bateria pro circuito:

.

 

Passo 3:

a corrente segue o fio positivo do conector da bateria e passa pelo nosso resistor

que está conectado na perna 6 do LM386:

 

 

Passo 4:

nosso piezo entra na jogada (negativo na perna 6 do integrado):

o positivo vai para fora da área de contato do integrado (vai entrar um capacitor nele):

Passo 5:

entra o nosso primeiro capacitor. cuidado para não inverter sua polaridade:

 

Passo 6:

 

começam a entrar nossos primeiros contatos (nesse caso, fios verdes)

 

 

(e laranjas)

Passo 7:

 

entra o nosso segundo capacitor:

Passo 8:

repare que entrou um pequeno jumper preto ligando o terra do negativo da bateria (e a perna 2 do integrado) à perna 6 do integrado.

Passo 9:

 

 

 

ESTÁ PRONTO NOSSO APARELHO!

 

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Em breve mostraremos como esse simples circuito pode se expandir ainda mais estando conectado à um arduinocomo na foto seguinte:

 

 

Bem, por enquanto é isso.

Esperamos que tenham gostado!

 

 

atenciosamente, Equipe Biônicos – NANO/UFRJ.

nano em 3d

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Depois de algumas semanas de ajustes, finalmente a Printrbot parece estar calibrada. Abaixo um vídeo do processo de impressão da marca do NANO.

Pelo seu desenho, a marca combinou muito com a impressão com textura cocêntrica, uma das que estou tendo melhores resultados, desenhando contornos dos objetos de fora pra dentro.

Realmente, as impressoras 3d não são pra qualquer um, não são plug and play, pelo menos essas comercializadas em kits “faça você mesmo”, as mais baratas do mercado e mais fáceis de replicar. São muitos ajustes mecânicos (alinhamento dos eixos, ajustes milimetricos de parafuso) e regulagens de software (temperatura da extrusão, velocidade da impressão, tipo de preenchimento) para conseguir uma impressão de qualidade “razoável”. Essa dificuldade tem um lado bom: definitivamente você aprende muito, empiricamente, sobre impressão 3d, sobre o CNC, os materiais e as manhas, pois a máquina tem seu ponto ideal para funcionar na maciota…

Esse modelo de impressora 3D foi lançada no crowdfunding americano Kickstarter, mas é baseado no modelo open-hardware Reprap, utiliza o chip Atmega (o mesmo do Arduino) e imprime pela extrusão do plástico ABS derretido.

Os softwares de impressão também são livres: Slic3r, responsável pelo fatiamento dos modelos 3d (arquivo .stl) e gerador do arquivo gcode – arquivo formado por linhas de comando para impressora com todos os parâmetros: velocidade, temperatura, e vetor de desenho 3d; e Pronterface/Printrun, interface de controle da impressora onde você carrega o arquivo gcode para impressão.

pronterface, interface de comando e status da impressora, mostra o andamento da impressão

Cultivo das plantas – Projeto Telebiosfera

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Seguindo o andamento das atividades do projeto Telebiosfera, reservamos um espaço no laboratório do NANO para acomodarmos as plantas. Adaptamos um sistema de iluminação, e pretendemos agora automatizar um sistema de irrigação.
Quanto às plantas, adotamos a dormideira como espécime principal para o projeto. Acreditamos que, além da estética, esta planta irá oferecer respostas interessantes às medições que pretendemos realizar, uma vez que o terrário estiver montado.  Prosseguimos também com o cultivo da jibóia, que pode ser empregada em outros estudos.
Durante a acomodação das plantas no laboratório foi visto que a dormideira estava sofrendo com uma infestação de lagartas. Um pequeno terrário foi construído com o intuito de acomodarmos essas lagartas, e está sendo útil, pois permitiu uma familiarização com o processo de montagem de terrários. Agora temos a possibilidade de estudar melhor o cultivo de plantas em ambiente fechado antes de partirmos para a construção da peça definitiva.
Após quatro dias todas as lagartas acomodadas no terrário formaram casulos, mas apenas uma delas atingiu a fase adulta. Verificamos que se tratava de uma borboleta do gênero Eurema, designação comumente usada para as borboletas amareladas. O acompanhamento das lagartas foi estimulante, e ofereceu idéias que podem ser empregadas em futuros projetos do NANO.

Estudos Iniciais – Wearables

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Com o intuito de me familiarizar com os estudos propostos dentro do campo da wearable art, optei por construir um pequeno protótipo do modelo de pesquisa que gostaria de desenvolver.
Criei uma peça composta por luzes de LED sob um tecido de musseline branca.  Inicialmente costurei pequenas lâmpadas de LED em um tecido de algodão, que serve como base para toda a estrutura. As lâmpadas foram conectadas em paralelo, e são alimentadas por uma bateria de 9V.  Sobre este conjunto de tecido com lâmpadas, posicionei a musseline branca. Esta, por sua vez,  foi trabalhada por costura para que adquirisse um efeito de textura. O resultado foi uma peça que contém um relevo que remete ao formato de folhas, estas estruturas tornam difusa a luz presente sob o tecido.
A construção do modelo foi útil não apenas para me familiarizar com os aspectos técnicos tocantes à construção de wearables, mas também estimularam uma reflexão sobre o assunto. O mercado de produção de roupas e tecidos mudou muito durante o século XX, e hoje vive um momento historicamente inédito. Passou de um meio de produção tipicamente artesanal para um campo mais industrial e automatizado, com a tecnologia sempre exercendo influência sobre os novos modos de vestir.  Sabendo-se que as roupas são o reflexo de uma época,  a união entre a tecnologia e o vestir proposta por artistas ao redor do mundo não questiona apenas a relação entre o indivíduo e suas vestes. As construções que vêm sido desenvolvidas incitam um pensamento crítico sobre o momento que temos vivido como sociedade em meio à tantas mudanças estimuladas pela tecnologia.

Portanto, a peça construída busca refletir  uma união entre opostos: o tradicional e o novo.

Escolha de plantas – Projeto Telebiosfera

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Após o levantamento de dados sobre os aspectos que envolvem a montagem do terrário para o projeto Telebiosfera iniciamos a pesquisa de plantas. Três espécies foram consideradas como possíveis candidatas para o projeto, estas são: Jibóia, Dormideira e Planta Carnívora. Com isso em mente, iniciamos uma nova pesquisa sobre tais plantas, buscando levantar informações úteis para decisão final. A seguir são apresentados os dados coletados.

1.Jibóia (Epipremnum pinnatum):

Uma espécie nativa da Oceania, a Jibóia é uma planta que sobrevive bem em diversos climas, mas prioritariamente em ambientes de clima quente e úmido. Se adapta bem à diversas condições de luminosidade , como luz difusa, meia sombra ou sol pleno. É uma espécie que necessita de regas periódicas, e substrato rico em matéria orgânica. Pode atingir mais de 12 metros de altura e é intolerante à geadas e frio intenso.

2.Mimosa Pudica:

Popularmente conhecida como dormideira trata-se de uma planta sensível ao toque ou ao calor. Quando exposta a algum tipo de estímulo a dormideira junta suas folhas. Prefere climas úmidos e requer muita exposição à luz, em média seis horas diárias, sendo que a luz não deve ser direta.  Necessita de estar em locais arejados, no entanto é sensível ao clima frio. Precisa de irrigações abundantes no período floral. Cresce bem em contato com solos férteis.

3.Dionéia (Dionaea muscipula / planta carnívora):

A Dionéia, ou planta carnívora, é uma espécie um tanto frágil. Necessita de solo ácido, e de muita umidade para sobreviver. Não deve ser plantada em terra, o solo indicado para o cultivo é um composto de musgos e areia, e deve estar constantemente úmido.  Requer longos períodos de luminosidade, sob sol pleno ou meia sombra. A luz solar pode ser substituída por uma lâmpada de 15w. Não precisa ser adubada, pois este pode facilmente intoxicá-la. A planta não depende da caça para sobreviver, mas se caçar, os resíduos remanescentes devem ser retirados das armadilhas. Não deve ser alimentada com pedacinhos de carne ou insetos mortos.
No inverno as Dionéias entram em período de dormência e devem ser colocadas em local bem fresco (com temperaturas entre 4 a 12ºC), até mesmo em geladeira, desde que resguardadas de ressecamento. São capazes de sobrebreviver sem esse cuidado, mas terão sua longevidade comprometida. No início da primavera, devem ser colocadas novamente no terrário ou sob o sol, é neste período que elas emitem as hastes florais. No entanto,  a floração pode acabar matando a planta, pois exige muita energia por parte do vegetal.

A água das regas deve ser livre de sais minerais ou cloro, sendo preferível regá-la com água da chuva, ou com água destilada. As Dionéias toleram encharcamentos, mas jamais períodos secos. Não é aconselhável induzir a planta a fechar as armadilhas sem necessidade, pois o movimento realizado consome muita energia.


A seleção do espécime a ser utilizado será realizada com base nas informações coletadas, assim como em considerações sobre os aspectos estéticos de cada planta, e como estes podem contribuir para a imagem do terrário e consequentemente do projeto. Iniciaremos a etapa de testes no laboratório adaptando um sistema de iluminação controlada. Assim poderemos observar como cada planta considerada se comporta com determinada intensidade luminosa e em determinado ambiente. A partir de tal experimento poderemos iniciar a construção do terrário.

Sobre a montagem do terrário – Projeto Telebiosfera

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O primeiro passo para a realização do projeto telebiosfera implica na montagem de um terrário. Com isso em mente, iniciou-se uma etapa de pesquisa e levantamento de dados sobre a estrutura de terrários e seu funcionamento geral.

Um terrário botânico trata-se de um ambiente fechado para o cultivo de espécies de plantas. Por ser feito de material transparente, ele atua como uma pequena estufa que oferece ao vegetal condições semelhantes as de seu ambiente natural, estimulando seu desenvolvimento. Torna possível acompanhar de maneira muito clara a interação entre a planta e o seu habitat.

O espécime vegetal colabora para a criação, e manutenção, de um ambiente que sustente condições ideais de vida dentro do terrário. Na presença da luz o vegetal irá absorver os nutrientes do solo do terrário, assim como o gás carbônico presente no ambiente ao seu redor, e irá produzir glicose.  Como elemento residual do processo a planta liberará no terrário gás oxigênio. Na ausência da luz o espécime se utilizará do oxigênio liberado, assim como da glicose armazenada, para suprir sua demanda energética e manter seus processos vitais.  Durante toda a atividade da planta as alterações de temperatura causadas pela mesma estimulam o ciclo da água dentro do ambiente fechado. Daí conclui-se que o terrário é auto-sustentável, e possui características ambientais  (como temperatura e umidade) próprias decorrentes dos espécimes que habitam em seu interior. Pode ser interpretado como um ambiente que ilustra, em escala reduzida, as interações entre os seres vivos e não vivos existentes no planeta, mostrando que há um ponto de equilíbrio perfeito entre ambos.

Por possuir umidade elevada o terrário estimula o desenvolvimento de plantas que possuem afinidade com tal condição. Heras e samambaias, por exemplo, são plantas suscetíveis a doenças em ambientes secos, mas prosperam dentro do terrário. É importante também entender a relação que as plantas estabelecem umas com as outras, antes de acomodá-las no mesmo ambiente fechado. O ideal é que elas possuam necessidades semelhantes de luz e água, e que seu índice de umidade seja parecido.

A construção de um terrário exige o emprego de materiais diversos, responsáveis por criar condições ideais para o espécime vegetal que será acomodado. Inicialmente é importante certificar-se que o recipiente que será usado está limpo, para evitar o surgimento e a proliferação de fungos. O material empregado para a estrutura é o vidro   pelo fato de possuir as seguintes características: é de fácil limpeza, não se degrada facilmente e permite a passagem de luz.  O primeiro material a ser acomodado dentro do recipiente é o carvão vegetal. O carvão é responsável por absorver matéria orgânica danosa e gases, mantendo o solo fresco e prevenindo o aparecimento de mofo e fungos. Em seguida coloca-se a mistura que irá compor o solo, esta depende do tipo de planta que será acomodada. No geral mistura-se terra, cascalho e carvão vegetal, os últimos para favorecerem a drenagem do solo. Se as plantas a serem acomodadas forem suculentas a mistura para o solo deverá ser diferente, contendo maior quantidade de areia. Depois de acomodado o solo, o terrário está pronto para receber as plantas. Quando finalizado ele não exige muitas irrigações, no geral uma vez por semana e em alguns casos uma vez ao mês.

O terrário que pretendemos desenvolver para o projeto Telebiosfera não será um ambiente totalmente fechado. Sabendo que o formato final pode ser adaptado, com a adição de lâmpadas de LED para regularem a iluminação, ou com equipamentos para controlarem humidade e irrigações, podemos partir para a etapa de construção. Inicialmente será adaptado dentro do laboratório um sistema automático de iluminação controlada para as plantas. O sistema contará com lâmpadas de LED na cor branca, e nos permitirá obter as primeiras informações sobre as reações dos espécimes aos estímulos luminosos. Com esses dados poderemos descobrir qual a quantidade de luz mais indicada para cada planta antes de acomodá-las no terrário, visando, portanto, o êxito do projeto.

Projeto Bot_anic – plantshield + estrutura

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A última parte dessa montagem é a do plantshield customizado. Decidi usar uma shield genérico para arduino e fazer a montagem dos componentes diretos nele. A vantagem dessa técnica é a possibilidade de ter o shield pronto em algumas horas, sem ter que passar pela etapa de projetar o circuito no computador, passar para uma placa, acidular, etc… Usando o proto shield pode-se soldar diretamente nele e criar seu circuito. Outra vantagem é o formato padrão da placa arduino que o proto shield segue. Depois de montado é só inserir sobre o arduino e testar.

Desvantagens dessa técnica: todas as ligações entre os componentes são feitas a base de fio soldando um por um. Você tem que ter alguma experiência em montagens como essa pois é muito fácil se perder ao longo do caminho e criar uma cama de gato bem confusa e em curto. Use fios bem finos e alterne a parte superior do shield com a parte de baixo (ele é double side). Na sequência inicio por colocar os componentes de um lado para depois ir virando o shield e ir soldando. Uso uma suporte de placas para bancadas para me auxiliar no processo. Seguem as imagens:

Projeto Bot_anic – suporte para vaso com LED RGB

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Um outro achado que mantive na gaveta foi um vaso iluminado por LED, que comprei numa loja de 1,99 lá fora (UK). Foi fácil adaptar um LED RGB que dará os sinais de mudança no comportamento da planta. Tive que pensar uma forma interessante de acoplar o vaso ao robô, especialmente no sentido de facilitar montagens e transporte. Optei por um sistema de tubos metálicos que recebem o vaso através de quatro parafusos. Tudo isso foi adaptado, tanto as partes do meccano quanto ao vaso. Ao final alguns testes de luz, a colocação do arduino e a forma final do robô. No próximo post tratarei do Plantshield.