Segundo Modelo

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Devido aos problemas encontrados no primeiro modelo, refizemos a estrutura do terrário focando em encaixes com ângulos de 90 graus, assim são dispensados acabamentos após o recorte na máquina a laser. A nova estrutura é composta por três módulos: base, cerca e hastes.

1

 

A base mantem sua forma pentagonal, e possui rasgos de encaixe para as hastes que servem de estrutura para segurar a lâmpada, mangueiras e leds, etc.

based base

As faces desta base não são fechadas, seguem uma estrutura tipo cerca com quatro módulos pentagonais vazados que serão encaixados em serie nas hastes.

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O conjunto de cinco hastes iguais sustenta todo o terrário.

hastes hastesd

Próxima etapa é realizar os testes físicos desse novo modelo e fazer os ajustes necessários.

 

Primeiros modelos físicos do terrário

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Modelos

Após o modelo virtual, recortamos na máquina a laser em papel paraná o primeiro modelo do terrário. Foram validados requisitos quanto a forma, chegamos no resultado que queríamos. Utilizamos duas folhas de papel paraná de 2,8 mm para chegar a uma espessura próxima a 6mm. A principio pensamos que os encaixes não ficaram bons devido ao material utilizado, as angulações dos dentes desenhados para o encaixe das faces não foram reproduzidas por ser um recorte em 2D e o papel paraná apresentou algumas dificuldades para lixar e fazer os acabamentos necessários para a finalização do modelo.

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Em uma avaliação geral este modelo nos deu segurança para um recorte a laser em MDF para a realização dos testes de acabamento. Foram utilizadas chapas de 6 mm de espessura.

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Encaixes

Neste projeto usamos três tipos diferentes de encaixe, para que as peças se fixassem em eixos diferentes dispensando a utilização de parafusos, pregos e outros tipos de união mecânica.

1.2.3.

1. Encaixe entre o lado e base se mostrou funcional mas algumas peças apresentaram um desgaste maior do que o esperado.

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2. Encaixe entre as laterais, utilizando dentes. O problema encontrado foi a dificuldade de fazer a angulação de 54° nos dentes e nas partes internas dos dentes, pois devido ao corte perpendicular da máquina a laser e das dimensões do terrário tivemos que usar uma retífica para alcançar a precisão angular necessária.

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3. Encaixe entre as bases. O propósito desse encaixe era que as bases só pudessem ser separadas no eixo vertical, mas devido a uma falha projetual as bases podem ser separadas no eixo horizontal se forem aplicadas forças em angulações diferentes de 90° em relação ao encaixe.

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Desenvolvimento estrutural do terrário

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Este é o primeiro post relacionado ao desenvolvimento do terrário monitorado da Telebiosfera.

A ideia é reprojetar a estrutura pentagonal do terrário tornando-o modular de modo que facilite a montagem, a desmontagem e o trasporte.Nossa equipe se reuniu no dia 08/05 para finalizar o desenvolvimento técnico e fazer ajustes para o corte a laser das peças do primeiro modelo.

Estudo das angulações

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Modelo virtual do terrário

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Planificação para recorte a laser

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A próxima etapa é recortar na máquina a laser em papel paraná, o primeiro mock-up, afim de validar requisitos como forma e encaixe.

 

 

 

Implementação do Hiperorgânicos/OSC/Livedata

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hiperoganicos codigo

A ideia do projeto é implementar o sistema de visualização dos dados do Terrário, adicionando uma plataforma de feedback, para o usuário poder interagir em tempo real.

Inicialmente eu pretendo usar o Arduino + Ethershield para manejar o terrário pela Web. Adicionando botões que controlem os atuadores (caixa de som, iluminação, bomba d’água, entre outros…) e um stream de vídeo em tempo real, para visualização dessas interações físicas juntamente com os dados.

Ex:(http://www.jackbarber.co.uk/notes/arduino-web-server-led-control)

Esse sistema servirá de base para os que possivelmente serão desenvolvidos nos outros processos do laboratório como o S.H.A.S.T. e a Telebiosfera. Além de permitir um estudo mais aprofundado das interações das plantas com os estímulos físicos.

Acesso remoto – Raspberry Pi

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Com o auxílio do livro “Raspberry Pi Cookbook”, conseguimos numa primeira etapa, obter o IP do Rasp e acessar seus diretórios pelo MAC. Isso permitiu transferir arquivos facilmente de um dispositivo para o outro. Segue imagem dos diretórios do Raspberry sendo acessados via MAC, com o endereço do RaspPi destacado no menu à esquerda.

Captura de tela 2014-02-21 às 14.51.17

Em seguida testamos acessar remotamente a plataforma visual (Sistema Operacional) do RaspPi.  Essa idéia, se melhor elaborada, pode ser útil para, por exemplo, caso haja um Raspberry ativo em um módulo do SHAST (seja na fazenda, ou na cidade), e for necessário fazer alguma alteração ou manutenção, podemos acessa-lo de qualquer lugar em um PC ou MAC com internet (uma vez que o RaspPi também esteja conectado). Além disso, quando não houver um monitor ou teclado e mouse disponíveis para usar com o Raspberry, basta ligá-lo na rede e acessa-lo por outro computador.

Segue imagem do Raspberry sendo acessado do PC do NANO, com a IDE do Arduino rodando no Rasp.

raspacesso

Acessando o RaspPi do PC, fizemos alterações em um código na IDE do Arduino que funcionou normalmente no Arduino conectado ao Raspberry. O mesmo teste foi bem sucedido no MAC.

Esse acesso remoto é feito através do servidor VNC (Virtual Network Connection) com clientes instalados no Raspberry e PC/MAC. Funcionou bem com ambos os terminais conectados a mesma rede no NANO. O próximo passo é testar a possibilidade de acessar o raspberry de um computador conectado em outro lugar.

Aroldo
Leonardo
Filipi

Rasppberry Pi e processos

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Esse post é sobre a interface com o Raspberry pi no desenvolvimento de interface da telebiosfera e Shast.

Em andamento:

Conseguimos ligar o PI junto com a internet, agora ele tem uma baia só para ele, junto estão as instruções de uso e senha, coladas na mesa.

Sabemos que para usar as portas de comunicação do Raspberry temos que recorrer a bibliotecas para alguma linguagem de programação(python, java, c…) e isso é algo a ser mais explorando antes de tentarmos executar uma comunicação com o XBee.

Telhado Verde para Colmeia

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Venho pensando em como resolver o telhado do Módulo 1 da colmeia viva que esta na fazenda. Hoje fui comprar as telas para a montagem da caixa onde vão os equipamentos de monitoramento. Ao pesquisar sobre possíveis telhas realizei que o modelo Langstroth, adotado no Brasil utiliza uma tampa horizontal.  Primeiramente pensei em fazer um telhado do tipo casa (fig 1)

esquema colmeia
Fig 1 http://www.saudeanimal.com.br/abelha13.htm

Depois pensei no porque um telhado com caimento tão acentuado se não temos necessidade disso? Também pensei na necessidade de um aproveitamento máximo da luz solar para alimentar as baterias via placas de células solares. Logo, a tampa horizontal tem um aproveitamento muito maior, podendo coletar luz durante todo o dia (fig2).

colmeia
fig 2 http://apiariocantodorio.wordpress.com/colmeia/

Outro problema que surgiu foi a necessidade de criar um módulo que não incomodasse a família/enxame, mas também que permitisse o funcionamento dos equipamentos. Abelhas gostam de casas escuras e quentes. Nós precisamos de áreas ventiladas com luz.

A ideia do teto verde vem ajudar a solucionar esse problema. Para instalar o teto verde podemos vedar toda a incidência de luz no interior da colmeia e ao mesmo tempo reduzir a temperatura interna. Como teremos três andares de colmeia ( ninho, melgueira e monitoramento), o terceiro, onde estarão nossos equipamentos estará diretamente sob a incidência do sol. Um teto verde vai manter o ambiente mais fresco. Ainda assim, é preciso pensar num sistema de ventilação.

Para inspirar, seguem alguns tetos verdes.

Para fazer um teto verde podemos seguir várias orientações mas basicamente estamos falando de quatro camadas:

impermeabilização, drenagem, solo e vegetação. O que ainda não entendi é como irrigar esse jardim? Vou tentar o sistema do terrário do NANO, pois ninguém vai ficar perto de abelhas para molhar o teto.

Última curiosidade, para juntar as ideias, um sistema de drenagem com o formato de alvéolos… as abelhas sempre surpreendendo!

telhado verde com auveolos

 

EEG experiment #3

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Provamos o script (python) que envia os dados dos sensores do EEG para o OSC. Essa foto foi tirada quando ainda não havíamos acertado os valores de parâmetro dos sensores.

Screenshot from 2013-11-12 17:52:18

TENS vem do inglês Transcutaneous electrical nerve stimulation (neuroestimulação elétrica transcutânea) e é uma terapia usada para analgesia de dores musculares. Existem pontos que ao receberem descarga elétrica, liberam endorfinas e dopaminas para o cérebro. Essas liberações é que vão ser informadas ao EEG por meio de mudanças na variação da leitura.

tens1

hiperorganicos 4: audio streaming por dados e parâmetros

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Esta é uma proposta de solução para o streaming de áudio via rede OSC. Nenhuma compressão é usada, mas para facilitar, vamos usar o conceito de encoders e decoders.

Neste sistema, tanto os dados quanto a parametrização do sintetizador-encoder são enviados pela rede para controlar os sintetizadores-decoders.

Pegando como exemplo o patch criado pelo prof. Rodrigo Cicchelli, que utiliza os dados enviados pelo terrário:

hiper4 audio streaming 1

 

São adicionados os nós para envio dos parâmetros e valores utilizados (/rodrigo/a, b, c):

hiper4 audio streaming 2O patch decoder é uma versão simplificada do sintetizador e depende do encoder para que mantenha os mesmos dados e parâmetros utilizados:

hiper4 audio streaming 3

 

Abaixo um vídeo demonstrativo desse funcionamento:

EEG experiment #1

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O EEG  distingue basicamente quatro tipos de ondas:

  • Beta: 14 – 30 /seg.
  • Alfa: 08 – 13 /seg.
  • Theta: 04 – 07 /seg.
  • Delta: 0,5 – 03 /seg.

Com isso ele detecta expressões faciais, estados emocionais e cognição.

O que leslie e eu vamos tentar fazer durante o Hiper4 é usar um input não apenas para os cymatics, mas também para o corpo da performer. Assim, acreditamos que o  observador poderá visualizar os inputs e outputs de maneira mais clara. Vamos desenvolver o experimento da seguinte forma:

1 _ Tomaremos os dados do Nodo 1 desde o servidor OSC
2_ Esses dados serão enviados a um módulo TENS (Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation)
3_ O módulo TENS encontra-se conectado aos nervos específicos ds performer
4_ A resposta aos estimulos que esta recebendo ela são recebidos pelo módulo EEG
5_ Os sinais são enviados ao servidor OSC
6_ O patch de pure data recebe os sinais OSC e os converte em um processamento de sons que afeta os cymatics.
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eeh4

Perfomance sonoro-visual no bosque

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esquema hipergonicos Performance sonora e visual em tempo real apresentada no bosque, onde os dados sonoros serão enviados da cidade de Valencia (Espanha) com a utilização de um patch do software livre PureData, desenvolvido especificamente para as necessidades do festival Hiperogânicos. Também serão manipulados, remotamente, dados e impulsos elétricos convertidos em síntesis sonora, através dos processos aditivos e substrativos de desenvolvimento do som. Participarão da ação os artistas sonoros e investigadores DeCo Nascimento, do Laboratorio de Creaciones Intermedia/Poéticas Digitais e Carlos García Miragal, Laboratório de Luz e professor do departamento de Informática da Universidad Politénica de Valencia.

As informações sonoras serão recebidas no espaço do evento, onde a vídeo artista Tatiana Travisani, do grupo Poéticas Digitais, e o designer Rodrigo Rezende, do coletivo RE(C)organize, farão projeções mapeadas nas árvores do bosque com dados visuais capturados durante o Hipergánicos (fluxos do espaço, das plantas e envio via web com #hipergonicos #kokedamo) e manipulados em tempo real utilizando kinect, webcam e patches do PureData.

Processo enviado por Tatiana Travisani.

Instalação da Microecoesfera para o Hiperorgânicos IV

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microesfera

A Microecoesfera é um dispositivo composto por esculturas: montagens (assemblages) realizadas a partir de objetos fabricados industrialmente (readymades), previamente reciclados e que fazem referência as obra “O Grande Vidro” (1915-23) e as anotações da “Caixa Verde” (1934) de Marcel Duchamp. Objetos e motores soltos são colocados em equilíbrio e utilizados para projetar imagens em movimento e som ao vivo e em improvisação. Observamos o aspecto oco (vazio) da esfera e aproveitamos as suas qualidades acústicas e como contraponto ao vácuo utilizamos uma esfera plena e costurada (a esfera saturada).
O Processo está sendo desenvolvido por Juliana Tobar.