Experimento 1 – Rolos

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O experimento de material 1 foi feito com rolos de papel cortados, pintados e conectados uns aos outros. O resultado foi um acessório semelhante à uma coluna que foi experimentado em algumas partes do corpo. Alguns dos registros estão anexados à esse post.

Com esse experimento, percebo um processo caseiro e íntimo, um ser que à primeira vista causa estranheza mas depois torna-se familiar nesse ambiente, que não diz nada, pode ser qualquer lugar ou lugar nenhum. É o primeiro de uma série de experimentos com o corpo, sugerindo sua multiplicidade e possibilidade de expansão.

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Hiperorgânicos 7

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O Evento Hiperorgânicos 7, Encontro Internacional de Pesquisa em Arte, Hibridação, Biotelemática e Transculturalidades, organizado pelo NANO está acontecendo de 09 a 12 de Maio de 2017 no Museu do Amanhã em parceria com o LAA – Laboratório de Atividades do Amanhã e apoio dos laboratórios LAMCE / COPPE – UFRJ e LAMO 3D / FAU – UFRJ e da Escola de Belas Artes.

 

As fotos do primeiro dia já estão no Flickr do nano e serão adicionadas durante o evento. 

Hiperorganicos 7

 

 

 

 

NANO no PICNIC BRASIL

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Entre 3-5 de Novembro, no Parque Lage, o Nano participou do Festival PICNIC. Confiram abaixo imagens, links, vídeos…

 

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Redesenhar o crescimento, repensar o lugar em que vivemos, inspirar as pessoas que pensam de forma diferente a criar soluções em conjunto. PICNIC é o evento em que criatividade, inovação, ciência e tecnologia convergem com um propósito: conectar as mentes inquietas que buscam significado em suas vidas e em seus negócios.

Desde 2006, o PICNIC se tornou referência em inovação, sustentabilidade e criatividade na Europa, atraindo participantes do mundo inteiro. Uma iniciativa da Waag Society e do governo da Holanda, o festival ajudou Amsterdã a se tornar uma das principais smart cities do planeta. Sua ideia principal é ser o palco do pensamento disruptivo. Um evento. Um ecossistema. Um canal.

Em 2016, a Waag Society abraça a ideia de trazer o PICNIC para a América Latina e define o Rio de Janeiro como parte inicial dessa nova fase. Esta será a primeira de cinco edições no Brasil. O PICNIC será o espaço de pensamento e de diálogo sobre o futuro da cidade e do país, sem esquecer os temas relevantes que se colocam como desafios e oportunidades para o desenvolvimento humano em escala global.

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http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/festival-picnic-debate-desafios-e-oportunidades-para-o-desenvolvimento-humano/5405325/

Oficina “Plantronic: Integrando plantas com interfaces eletrônicas” que aconteceu no @picnicbrasil no dia 4!

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links sobre o evento:

https://www.facebook.com/picnicbrasil/?fref=ts

http://picnicbrasil.com/palestrantes

 

fotos e videos

https://www.flickr.com/photos/maltman23/sets/72157676168082466

 


 

 

Processo do Hiperbot 2.0

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Este post é a segunda parte do Hiperbot 2.0 – Redesign
Hiperbot 2.0 é o redesign de sua primeira versão que foi elaborada em 2013, e agora em 2016 apresenta seu mais novo design.
O projeto surgiu da ideia de se colocar em um único organismo, que se assemelhasse a uma criatura, diversos sensores de modo a capturar sinais galvânicos das folhas de plantas, medindo temperatura ambiente, luminosidade e umidade do solo.
Seu papel principal é enviar dados de um terrário utilizado dentro do projeto Telebiosfera para o servidor do NANO e permitir que todos possam usar seus dados para compor experimentos sonoros e visuais.
A interação das pessoas com as plantas as quais o Hiperbot está conectado através de suas garras gera uma reação sonora e visual de acordo com o que ele recebe de contato.
Esta continuação se propõe a mostrar o restante do desenvolvimento e resultado final até então do projeto, que pretende passar ainda por mais modificações.

Sketchs de desenvolvimento

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Estudo sobre tamanhos e encaixes dos elementos eletrônicos como entrada para SD card, USB, energia etc.
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Encaixe do sensor de umidade no anexo inferior

Ajustes, calibragens e controle de qualidade.

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Na última semana, tivemos que realizar a impressão de algumas peças na 3D e nos deparamos novamente com um problema que se referia à qualidade da impressão. Antigamente possuíamos peças com qualidade razoável, visto que muitas eram para peças mecânicas, e não precisariam de tanto acabamento, afinal, eram apenas funcionais, ao longo do tempo e com mais experiências, fomos experimentando novas configurações que melhoraram as nossas peças, no que se refere à uniformidade da camada externa e resistência mecânica. Porém, de tempos para cá, notamos que as peças estavam saindo diferentes, com pequenos depósitos aleatórios de plástico que ao longo da impressão deixavam o objeto com um aspecto feio, parecia que a extrusora (ou hot end) estavam jogando mais material do que o necessário. Até então, não nos preocupamos tanto, pois os defeitos eram poucos e não havíamos modificado as configurações do Repetier, no entanto, parecia que a cada trabalho a qualidade decaía, então decidimos realizar uma calibragem e pequenos testes para ver o que estava acontecendo.

 

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Exemplo de má qualidade em peça em ABS.

Durante a calibragem notamos que o valor de 230ºC para a extrusora era muito alto, apesar de este ser considerado um índice normal para impressão com plástico ABS, porém ao mudarmos para 220ºC percebemos uma nítida melhora da impressão. Isso ocorre pois o ABS (Acrilonitrila butadieno estireno) é um termoplástico que conforme é aquecido, adquire consistência líquida, diminuindo a sua viscosidade, aumentando assim a sua fluidez, então é necessário utilizar uma temperatura adequada para que o filamento não fique mais viscoso e menos fluido do que o previsto.

De uma maneira geral, viscosidade é uma das propriedades dos termoplásticos, que é a resistência ao fluxo que o plástico enfrenta quando está fundido, ou seja, se o plástico for muito viscoso ele tem dificuldade para escorrer pelo bico da extrusora (lembremos do mel, que é altamente viscoso), ao contrário de um plástico de viscosidade baixa que vai escorrer facilmente, ficando mais parecido com um líquido como água. Concluímos então que 230º era uma temperatura que deixava o filamento muito fluido, ocasionando no que parecia estar jogando mais material do que o necessário, notamos também que a cada aumento de 5ºC o material tornava-se mais rugoso e degradava mais a sua qualidade final. Então com um valor de 220º como considerado adequado, as camadas ficavam mais limpas e definidas, tornando a peça mais delicada, sem rugosidades.

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Comparativo: antes da calibragem (esquerda) e depois (direita).

Dentre outras modificações feitas, uma das mais importantes se refere ao tamanho da camada impressa, pois camadas mais finas representam melhor o objeto, assim como uma imagem em alta resolução que possui milhões de pixels em comparação a uma imagem de baixa resolução com uma quantidade muito inferior de pixels. O lado negativo de imprimir com camadas mais finas é que o tempo de impressão aumenta, pois é necessário fazer mais camadas para completá-la. Peças mais simples podem ser impressas mais rapidamente com camadas mais grossas.

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O própro software já facilita em mostrar a proporção do tamanho da camada na peça, no caso a altura da camada utilizada foi de 0,125mm.

 

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Quanto mais camadas, melhor é a definição da peça.

http://capivalley.com.br/impressora-3d-qualidade-de-impressao/   Acesso: 28/06/2016, às 18:00

O tempo de impressão também está relacionado diretamente a velocidade configurada, que afeta diretamente a qualidade da peça, pois são inversamente proporcionais: quanto maior a velocidade, pior a qualidade.

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Velocidades utilizadas que proporcionaram uma ótima qualidade de impressão.

 

Teste de projeção – Telebiosfera

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Na quinta feira, dia 2 de junho, os pesquisadores do NANO realizaram um teste de projeção pertinente ao projeto Telebiosfera. O objetivo do teste era determinar as distâncias e ângulos apropriados para que uma imagem projetada e refletida de maneira específica preencham adequadamente o interior da cúpula que a recebe. Além da cúpula, a montagem contou com um projetor, um espelho reto e um semi esférico (e alguns braços fortes e incansáveis!).

Medidas obtidas através do teste
Medidas obtidas através do teste

Depois de muitos ajustes, uma imagem satisfatória foi obtida, e a realização do teste rendeu alguns números valiosos ao processo de desenvolvimento do projeto.

 

Confira o vídeo com cenas da montagem:

 

 

Acompanhe também as fotos do processo:

 

Telebiosfera

Criature – Estrutura pneumática

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Criature é uma estrutura pneumática formada com materiais bem simples, de baixo custo, como varetas e aletas de madeira, e interconexões feitas através de fabricação digital (impressão 3D). Utilizando esses materiais foi possível criar a criatura que se articula e interage através de músculos de ar, feitos à base de balões e ar inflado, os chamados “air muscles” de baixo custo, porém, com eficiência similar aos verdadeiros pistões.

A ideia inicial seria que essa estrutura fosse similiar a um ser vivo. Foram pensadas diversas opções como escorpião, aranha, vírus, lagarto etc. Além disso, era importante que de alguma maneira a estrutura exercesse um movimento similar ao visto em natureza, por mais que o resultado não parecesse tão natural, porém, os movimentos originários da pneumática deram uma característica interessante ao projeto, que seria um andar cambaleante, como uma criatura que não evoluiu, que não deu tão certo.
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O nome Criature é uma mistura em inglês e português da palavra criatura, pois durante o tempo do workshop tivemos que ficar intercalando nossas falas nos dois idiomas, o que causava diversas vezes uma mistura no vocabulário.

 

Confira o video com cenas da construção do projeto:

 

 

O projeto foi realizado em 2 dias de workshop intensivo com duração total de 4 dias, que aconteceu entre os dias 27 e 30 de Abril, no Museu do Amanhã, Rio de Janeiro. O workshop “Construindo Proto-Ecologias” foi resultado de uma parceria do LAA (Laboratório do Amanhã) com a Bartlett School of Architecture, do Reino Unido, junto com o Núcleo de Artes e Novos Organismos (NANO) da Escola de Belas Artes (EBA) e o Laboratório de Modelos e Fabricação Digital (LAMO3D), estes dois últimos da Universidade Federial do Rio de Janeiro (UFRJ).
 
A equipe que construiu a estrutura foi formada por:
 
Caroline Aquino
Lara de Oliveira
Lenita Bucci
Mathäus Heringer
Thais Guerra
 
E obtivemos a preciosa ajuda dos integrantes do Interactive Architecture, da Bartlett School of Architecture:
 

Bahnfun Ch
Juncheng Chen
Lydia Zhou
Siyuan Jing

Workshop "Construindo Proto-Ecologias" - Museu do Amanhã

Impressão 3D e seu processo

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Atualmente no NANO, utilizamos a impressora 3D em boa parte do tempo. Sempre trabalhadora, ela é temperamental e muitas das vezes apresenta uma ou outra irregularidade. Ela reclama: jornadas de trabalho muito extensas a estressam.

A impressão 3d, ou prototipagem rápida, é uma tecnologia de fabricação aditiva no qual um modelo tridimensional é criado a partir da sobreposição sucessiva de camadas de materiais.

O objetivo no NANO de se usar uma máquina dessas é de atender as necessidades e auxiliar a solução de problemas do laboratório por meio de pesquisa das tecnologias disponíveis e produção de modelos em 3d.

A parte de impressão 3d tem como principal objetivo estudar esta tecnologia e as possibilidades oferecidas pela mesma de modo a tornar seu uso mais eficiente e integrado com as diferentes áreas e projetos desenvolvidos.

 

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Impressora usada no NANO prototipando uma peça em ABS.

Atualmente, existem diversas  tecnologias  de  impressão 3D, no qual todas  as  tecnologias  parte do princípio de executar diversos  fatiamentos  do modelo 3D, geralmente  na  horizontal,  obtendo uma  fina  camada que é impressa  através do processo de  deposição de  materiais.

Sobrepondo as diversas  camadas  uma  sobre a outra,  obtemos  o objeto final  desejado.  O  material a  ser  depositado pode ser  um plástico,  metal,  chocolate, entre outros.  O  mais  comum é  o uso de plásticos de engenharia como ABS, PLA entre outros.

Este processo proporciona precisão e rapidez, sem ter certas limitações impostas por outros tipos materiais e processos de fabricação, além da liberdade de criação para designers e artistas permitindo que desenvolvam suas próprias peças e objetos por meio da modelagem virtual em softwares como SolidWorks, Rhinoceros e AutoCAD.

 

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Início de uma impressão

Além dos softwares de modelagem virtual, outros dois softwares são utilizados; o Repetier e o Slicer, para operar a impressora e para transformar o arquivo de modelagem digital em camadas passiveis de impressão 3d, respectivamente.

As peças impressas não se restringem a modelos apenas para a visualização e dimensionamento sem utilidade prática, ao contrário, além da finalidade de testes a impressão 3d permite a produção de estruturas complexas e precisas, peças com movimentos mecânicos e encaixes. Assim, a impressora 3d é ferramenta essencial na composição dos projetos do NANO.

 

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Interface do software Repetier-Host V1.5.3 durante a impressão de uma peça

 

No que diz respeito a pesquisa em prototipagem rápida, quando não estão sendo desenvolvidas e impressas peças para os projetos, são realizados testes e estudos de material e estrutura, que visam aperfeiçoar o domínio da ferramenta e aprimorar o uso da mesma e suas aplicações.

 

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Algumas peças de encaixe impressas no NANO

Foram realizados workshops internos para que os bolsistas responsáveis pela impressão e pela modelagem virtual das peças conhecessem o funcionamento e pudessem operar os softwares utilizados e a impressora 3d.

A equipe responsável pela prototipagem em 3d trabalha em conjunto com os bolsistas responsáveis pela modelagem em 3d a fim de otimizar os modelos virtuais às limitações da impressão.

Referências

De Oliveira, Lara. Relatório PIBIC  2016.

Takagaki, Luiz Koiti. “Tecnologia de Impressão 3D.” RIT-REVISTA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA 2.2 (2013).

Processo de documentação audiovisual

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Segundo os dicionários atuais, documentação significa e remete ao conjunto de documentos para verificação de fatos históricos, identidade de pessoas etc. No NANO, documentação significa também ajudar a criar a identidade do laboratório, além de perpetuar a sua memória, através da documentação de eventos, workshops, oficinas, imersões e reuniões, isso tudo por meio de vídeos, fotos e áudios.
Como forma de melhor documentar os registros dos eventos anuais, aos quais o laboratório esteve relacionado, desenvolvemos e criamos uma narrativa visual, na qual buscamos apresentar as partes fundamentais dos eventos a serem documentados, assim como as pessoas que participaram e os seus diálogos.


Em meio ao processo de edição dos vídeos, notamos que seria necessário criar uma narrativa e linguagem visual para que, desse modo, transmitíssemos com maior eficiência os estados de emoções e ideias de quem estava envolvido nas filmagens, e, mais importante, proporcionar uma estrutura visual dos vídeos.

Desse modo, decidimos padronizar o uso de componentes visuais, tais como ritmo, movimento, cor e espaço, e, além disso, foram aplicadas músicas como um recurso para contribuir com a harmonização da narrativa a ser exibida.
Assim, na documentação, as principais tarefas (referentes ao áudio-visual) se referem a criar um roteiro mental da cena a ser gravada, para que se tenha o mínimo de organização e coerência da narrativa (ex: filmar cenas com o enquadramento parecido).

Dentro disto procuramos ir adiantando mentalmente o tom que cada vídeo pode ter, junto com a busca de músicas. É importante que o tom seja coerente com a história que está sendo contada.

Para a realização da edição dos vídeos nos utilizamos do programa Adobe Premiere, e para a parte sonora, utilizamos o Audacity e adotamos o uso do site Free Music Archive, uma biblioteca digital open source de músicas, que possui colaboração entre curadores e artistas.

 


Interface do Adobe Premiere
 

Neste processo todo, existem problemas que podem atrasar o andamento da edição, tal qual a grande quantidade de arquivos de vídeo para serem assistidos e cortados (em muitos casos, existem mais de 800 arquivos para serem analisados), ou a transferência demorada devido ao tamanho dos mesmos (transferência do computador do NANO para os nossos notebooks). Muitas das vezes, existem eventos com vários dias de duração, que precisam ter uma atenção redobrada, para que possam ser fragmentados de acordo com seus micro temas, pois um único vídeo de longa duração possui menos capacidade de prender a atenção do espectador, em comparação aos curtos.
O próximo passo se refere à aprimoração dos vídeos, no que diz respeito à explorar mais o mundo do documentário, criando vídeos mais explicativos quando necessário (ex: workshop, ou tutorial, em formato de documentário) ou mais artísticos (ex: performances), incorporando mais o uso do design na criação de uma identidade visual que auxilie na compreensão dos novos documentários.

Atualmente, os integrantes da documentação são: Bruna Mosca, Caroline Aquino, Lara de Oliveira, Pedro Barbosa e Thaís Guerra.

 

Vídeo apresentado na JICTAC de 2015.

Residência Artística

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Nos dias 5 a 11 de abril, o NANO se reuniu com mestrandos e doutorandos do PPGAV e bolsistas para uma residência artística de 5 dias corridos em uma fazenda em Barra do Piraí. A residência foi um período de atividades intensas, possibilitando o aprofundamento de metodologias de pesquisa e preparação para a pós-graduação, no qual teve a apresentação de pesquisas, orientações e mediações.

O ambiente da fazenda propiciou um isolamento para ajudar no desenvolvimento das teses e criando um clima em parte informal ao grupo, estreitando laços sociais, no qual cada momento de conversa foi importante para a discussão de ideias e para conhecer mais ou opinar sobre demais trabalhos. No último dia, ocorreu um seminário em que cada integrante falou sobre suas experiências, impressões e aprimoramento dos trabalhos, e como seriam levados no futuro.

Residência Artística - SPA I e SPA III

Imersão NANO 2015.2

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A Imersão do Núcleo de Arte e Novos Organismos ocorreu em Copacabana, Rio de Janeiro no dia 8 de novembro de 2015.

Durante o dia todo, a equipe NANO, incluindo coordenadores, bolsistas e colaboradores, se juntaram para a primeira reunião para o Hiperorgânicos 6.

Esta 6ª edição do Hiperorgânicos traz como tema central o conceito “TransBORDA / OverFLOW”. O foco desta edição serão os fluxos de dados que cada vez mais permeiam o cotidiano em diversas formas expressivas que, amalgamadas aos processos vitais, ampliam a noção do vivo para além dos limites comuns.

Essa é a terceira edição da Imersão NANO. A primeira edição ocorreu em julho de 2014 na Granja Sagrada Família em Barra do Piraí, Rio de Janeiro.

Os participantes desta edição foram:

Guto Nóbrega
Malu Fragoso

Aline Netto
Ana Cecília MacDowell
André Anastácio
Bruna Mosca
Bárbara Pires e Castro
Caio Cezar
Caroline Aquino
David Cole
Diana Dias
George Rappel
Helena Porto
Lara de Oliveira
Marina Freire
Marinah Raposo
Paola Barreto
Patrícia Freire
Pedro Diaz
Rodrigo Rodrigues
Taynah Lyra
Thaís Guerra
Virgínia Torres
Vitor Bruno

Imersão 2015.2

Performance Acoplamentos Sensíveis II (Sonoplanta) – Exposição Verdefluxo no SESC Tijuca

No sábado, 5 de Setembro de 2015, aconteceu na abertura da exposição Verdefluxo a performance Acoplamentos Sensíveis II ( Sonoplanta), no SESC Tijuca.

A série “Acoplamentos Sensíveis” trata de propostas artísticas que exploram conexões entre o homem e a natureza mediadas por tecnologia. A presente versão trata-se de um vestível composto de uma planta e sistema eletrônico que, acoplados ao corpo, produzem som e luzes.

 

 

 

 

 

Confira também as demais fotos da exposição Verdefluxo:

 

Verdefluxo - SESC Tijuca

Abertura da exposição Verdefluxo – SESC Tijuca

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A exposição Verdefluxo foi realizada com trabalhos do NANO – Núcleo de arte e Novos Organismos – EBA/UFRJ, com a colaboração de todos aqueles que fazem parte (ou fizeram) desse grupo de pesquisa. Foram escolhidos trabalhos de diferentes naturezas para diversificar os assuntos dentro do campo da arte, natureza, tecnologia e da cultura maker. Ela aconteceu no período de 15 de agosto até 4 outubro 2015 no SESC Tijuca.

 

Verdefluxo - SESC Tijuca

Primeiros passos no Ableton Live 9

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Estamos dando início à sonificação no laboratório NANO, no qual o objetivo principal é coletar dados e converte-los em som. Para isso é necessário conhecimentos em dados MIDI e OSC . Os softwares escolhidos para este projeto são: Ableton Live 9 e Max/MSP.

Hoje vamos apresentar o programa Ableton, no qual o tutorial abaixo irá apresentar os primeiros passos, ferramentas, funções  e interface do programa.

(posicione o cursor para visualizar as setas de navegação)

Tutorial Ableton live 9

Video recomendados


Nós Abelhas – Mais uma etapa da montagem

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Após os testes com os materiais e colagem foram vincadas na lasercut do Laboratório LAMO 3D ( aqui nossos agradecimentos pelo incrível apoio) várias folhas em 1:1 no papel kraft e no papel vegetal. O primeiro se mostrou mais resistente. O vegetal tende a rasgar nas dobras, apesar do efeito translúcido ser mais interessante. Também foram acrescido furos para em dobras específicas para fazer o encaixe de ganchos. Teste com ilhois não deram certo e estamos usando porcas, arruelas e ganchos em parafuso.

Um protótipo em PS foi cortado para simular a caixa de acrílico. Um MDF cedido pelo LAMO foi utilizado para testar os encaixes da caixa onde ficarão os equipamentos. Duas faces do hexágono foram cortadas em madeira e ficou mais interessante.

Uma vez montado e pendurado foi possível experimentar com o objeto. A caixa de madeira vazada e os furos no Kraft deram um alívio na sensação de claustrofobia. É possível observar o exterior pelos orifícios e ao mesmo tempo se sentir dentro de uma espécie de casulo.

Nós Abelhas – Processo de Montagem estrutura em dobradura

Nós Abelhas é um dos desdobramentos do projeto S.H.A.S.T. – Sistema Habitacional para Abelhas Sem Teto – com o objetivo de criar uma instalação móvel para jardins. O esquema mostra as dimensões em escala humana e suas partes. Nas imagens abaixo estão documentados momentos diversos da produção do invólucro do corpo, concebido com base em dobraduras de origami.

 

 

 

 











5 de Setembro: NANO no Sesc Tijuca

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Neste sábado, 5 de Setembro de 2015, a equipe NANO estará presente no Sesc Tijuca com a performance “Acoplamentos Sensíveis II – Sonoplanta” às 17 horas. A série “Acoplamentos Sensíveis” trata de propostas artísticas que exploram conexões entre o homem e a natureza mediadas por tecnologia. A presente versão trata-se de um vestível composto de uma planta e sistema eletrônico que, acoplados ao corpo, produzem som e luzes.

Também há a participação de Guto Nóbrega e Malu Fragoso na palestra “Bato papo com fazedores” às 16 horas, que conta também com a presença de Dado Sutter do OHMS (Our Home Maker Space) e Mônica Costa do NAVE (Núcleo Avançado de Educação), como parte do evento ‘Cultura maker: os fazedores ocupam o Sesc’ que conta com atividades variadas ao longo do dia.

Desde o dia 15 de Agosto a exposição Verdefluxo está aberta para visitação, a experiência interativa com as criações do NANO fica disponível no Sesc Tijuca até o dia 4 de Outubro.

Confira a programação no site do Sesc e a matéria referente ao evento no site do Jornal do Brasil.

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Lançamento da programação do ‘Cultura maker: os fazedores ocupam o Sesc’
Data: 5/09 (sábado), das 10h às 18h
Local: Sesc Tijuca – Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca.
Classificação: livre
Entrada franca
Tel.: 21 – 3238-2139

 

 

Montagem da exposição VERDEFLUXO – arte natureza tecnologia [vídeo]

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Nos dias 13 e 14 de agosto, o NANO se reuniu para a montagem da exposição Verdefluxo, que começou no dia 15 e está aberta à visitações. Essa exposição apresenta trabalhos que têm por base uma investigação sobre sistemas orgânicos vivos como agentes sensíveis na criação de obras artísticas. Os trabalhos aqui expostos refletem investigações e processos desenvolvidos no NANO – Núcleo de Arte e Novos Organismos da UFRJ e investem num olhar atento e lúdico sobre a poética artística frente aos recursos da tecnologia e sua influência contemporânea.

 

Detalhes sobre a exposição:

https://www.facebook.com/events/732271863565898/

Visitação
De 15/8 a 4/10 de 2015
Terça à Sexta – das 9h às 20h30
Sábado e Domingo – das 9h às 18h

Unidade Tijuca
Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Verdefluxos - SESC Tijuca

Confecção de Kokedamas [ vídeo]

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No dia 29 de julho de 2015 o NANO se reuniu no Alto da Boa Vista para a criação de pequenos arranjos de plantas aéreas, os chamados Kokedamas. Ele é uma bola de terra coberta com musgo, com uma planta inserida em seu interior, e preso por um fio de nylon, ou arame.
Os sete kokedamas foram feitos para serem inseridos na exposição Verdefluxos, no SESC Tijuca, no mês de agosto de 2015.

 

 

Oficina BEAM – Organismos Solares [vídeo]

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BEAM – Mini criaturas autônomas que produzem sons com placas solares.

A oficina BEAM consistiu em experimentações em eletrônica e seus princípios básicos através da construção de pequenos robôs solares.  Esses organismos eletrônicos funcionam quando expostos a luz solar, ou artificial, e tem comportamento sonoro (emitem sons como pequenos insetos).

A oficina foi oferecida pelo NANO e realizada na Casa Nuvem, durante o evento TECNOXAMANISMO “Ficção e Ruidocracia”, nos dias 30 de junho e 1 de julho.

 

 

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