Origami no Espaço

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A paixão pelo origami se expande a cada dia.

Neste vídeo é possível acompanhar uma proposta de pesquisa que leva para o espaço a tecnologia do origami.

Projeto da BYU Compliant Mechanisms Research Group – Brigham Young University – Utah (EUA)

“Este vídeo é excelente para mostrar como o origami pode chegar ao espaço (literalmente) e inspirar novas formas de usar o origami.”

Arte-Espaço-Origami

 

 

Shannon Zirbel PhD Candidate Mechanical Engineering

 

http://konfidegeeks.com.br/uncategorized/origami-no-espaco

Referência da pesquisa sobre extensões do corpo – Lucy McRae

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Lucy McRae se auto-denomina arquiteta do corpo e artista sci-fi. Ela coloca o corpo humano em cenários e ambientes futuristas e extraordinários, de maneira que nos deixa sem saber se aquilo já é uma ferramenta do futuro ou só a especulação e instigação da artista. Me encanta e inspira ela conseguir fazer o espectador confundir o real com o artificial e a questionar os limites do corpo.

A primeira coisa que me chamou atenção nela foi o efeito que ela consegue produzir com coisas tão simples: Balões, rolo papel, luvas, cotonete, e uma infinidade de objetos banais que ela transforma em novos corpos. Essa ideia de objetos de fácil alcance me inspira muito para produção dos experimentos, tanto que o primeiro material que utilizo é o rolo de papel.

Alguns trabalhos de foto com o corpo:

Rolo de papel
Rolo de papel

 

Luvas de plástico
Luvas de plástico

 

Lucy mcrae5
Balões de festa

 

lucy mcrae4

 

lucy mcrae2    lucy mcrae

 

Os vídeos são parte importante no trabalho de Lucy. Muito bem produzidos, conseguem nos levar longe. Trilha sonora, direção de arte, iluminação, câmera, atuação.. é tudo muito bem feito. Alguns dos vídeos:

  1. Make Your Maker – produção em que Lucy sugere a clonagem humana como fonte de alimento.

2. Astronaut Aerobics – “Astronauts Aerobic Institute é uma organização fictícia que prepara o corpo para viajar ao espaço” (site oficial Lucy McRae, tradução por mim) É um estudo dos efeitos no corpo ao estar sob efeito do vácuo e gravidade 0.

 

Site: https://www.lucymcrae.net

 

Nós Abelhas – Processo de Montagem estrutura em dobradura

Nós Abelhas é um dos desdobramentos do projeto S.H.A.S.T. – Sistema Habitacional para Abelhas Sem Teto – com o objetivo de criar uma instalação móvel para jardins. O esquema mostra as dimensões em escala humana e suas partes. Nas imagens abaixo estão documentados momentos diversos da produção do invólucro do corpo, concebido com base em dobraduras de origami.

 

 

 

 











Artist Aganetha Dyck Collaborates with Bees to Create Sculptures Wrapped in Honeycomb

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http://www.thisiscolossal.com/2014/02/artist-aganetha-dyck-collaborates-with-bees-to-create-sculptures-wrapped-in-honeycomb/

 

In North America, Europe and many other parts of the world, bee populations have plummeted 30-50% due to colony collapse disorder, a fact not lost on artist Aganetha Dyck who for years has been working with the industrious insects to create delicate sculptures using porcelain figurines, shoes, sports equipment, and other objects left in specially designed apiaries. As the weeks and months pass the ordinary objects are slowly transformed with the bees’ wax honeycomb. It’s almost impossible to look at final pieces without smiling in wonder, imagining the unwitting bees toiling away on a piece of art. And yet it’s our own ignorance of humanity’s connection to bees and nature that Dyck calls into question, two completely different life forms whose fate is inextricably intertwined.

 

Born in Manitoba in 1937, the Canadian artist has long been interested in inter-species communication and her research has closely examined the the ramifications of honeybees disappearing from Earth. Working with the insects results in completely unexpected forms which can be surprising and even humorous. “They remind us that we and our constructions are temporary in relation to the lifespan of earth and the processes of nature,” comments curator Cathi Charles Wherry. “This raises ideas about our shared vulnerability, while at the same time elevating the ordinariness of our humanity.”

If you want to learn more I suggest watching the video above from the Confederation Centre of the Arts, and if you want to see her work up close Dyck opens an exhibition titled Honeybee Alterations at the Ottawa School of Art on March 3, 2014. A huge thanks to Gibson Gallery as well as Aganetha and Deborah Dyck for their help. All photos courtesy Peter Dyck and William Eakin.

 

Telhado Verde para Colmeia

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Venho pensando em como resolver o telhado do Módulo 1 da colmeia viva que esta na fazenda. Hoje fui comprar as telas para a montagem da caixa onde vão os equipamentos de monitoramento. Ao pesquisar sobre possíveis telhas realizei que o modelo Langstroth, adotado no Brasil utiliza uma tampa horizontal.  Primeiramente pensei em fazer um telhado do tipo casa (fig 1)

esquema colmeia
Fig 1 http://www.saudeanimal.com.br/abelha13.htm

Depois pensei no porque um telhado com caimento tão acentuado se não temos necessidade disso? Também pensei na necessidade de um aproveitamento máximo da luz solar para alimentar as baterias via placas de células solares. Logo, a tampa horizontal tem um aproveitamento muito maior, podendo coletar luz durante todo o dia (fig2).

colmeia
fig 2 http://apiariocantodorio.wordpress.com/colmeia/

Outro problema que surgiu foi a necessidade de criar um módulo que não incomodasse a família/enxame, mas também que permitisse o funcionamento dos equipamentos. Abelhas gostam de casas escuras e quentes. Nós precisamos de áreas ventiladas com luz.

A ideia do teto verde vem ajudar a solucionar esse problema. Para instalar o teto verde podemos vedar toda a incidência de luz no interior da colmeia e ao mesmo tempo reduzir a temperatura interna. Como teremos três andares de colmeia ( ninho, melgueira e monitoramento), o terceiro, onde estarão nossos equipamentos estará diretamente sob a incidência do sol. Um teto verde vai manter o ambiente mais fresco. Ainda assim, é preciso pensar num sistema de ventilação.

Para inspirar, seguem alguns tetos verdes.

Para fazer um teto verde podemos seguir várias orientações mas basicamente estamos falando de quatro camadas:

impermeabilização, drenagem, solo e vegetação. O que ainda não entendi é como irrigar esse jardim? Vou tentar o sistema do terrário do NANO, pois ninguém vai ficar perto de abelhas para molhar o teto.

Última curiosidade, para juntar as ideias, um sistema de drenagem com o formato de alvéolos… as abelhas sempre surpreendendo!

telhado verde com auveolos

 

Ciclo de Oficinas do NANO – GIF animado e GLITCH – Grupo Biônicos

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TÍTULO: GIͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄̏̾̄͊ͭͥ̐ͭ͊͐̉͗ͪ͐͊̽ͮ͑ͬͨͤ͒ͦ̿̈̽ͭͤ̃͌͂̅̄ͨ̐̐ͮͭͪ̈̑͐ͥ̊ͮͩ͋ͫ͂̇̐ͣ͒̊̅ͥ̓͐͊̍̑́̾̋̑̎́̍̔͐̓̃̀͆ͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩ̚Fs & GLIͭͩ̌͒ͣ͆̒ͯ̎ͯ͒ͩ̐̓ͩͫ̃͑͋̓͆̎́̑͋̊̐́͐ͧ̀͛ͩ̐̓ͩï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄̏̾̄͊ͭͥ̐ͭ͊͐̉͗ͪ͐͊̽ͮ͑ͬͨͤ͒ͦ̿̈̽ͭͤ̃͌͂̅̄ͨ̐̐ͮͭͪ̈̑͐ͥ̊ͮͩ͋ͫ͂̇̐ͣ͒̊̅ͥ̓͐ï͂͑̉͆ͧͮͩ̓ͧ̒͒̉̎̂̊͆͑͐̊̓̊̅ͭ͗̐̄TCHs

DATA: 24/ 01/2014

HORÁRIO: 14-18H

LOCAL: NANO/ sala 618 Prédio da Reitoria

DUPLA RESPONSÁVEL:
Caio Cesar Pereira 
e Alberto Salgado Harres/ BIÔNICOS 

 Glitch é uma curta falha em um sistema. Ele é frequentemente usado para descrever uma falha transitória que se corrige, e é, portanto, difícil de solucionar. O termo é particularmente comum na computação e eletrônica indústrial, ou mesmo em Circuit Bending , bem como entre os jogadores de videogame. Também pode ser aplicado a todos os tipos de sistemas, incluindo nas organizações humanas, ou mesmo entre outras encontradas na própria natureza. O GIF (Graphics Interchange Format), que se pode traduzir como “formato para intercâmbio de gráficos”) é um formato de imagem de mapa de bits muito usado na world wide web, quer para imagens fixas, quer para animações.

EMENTA:Apresentação de processos gráficos computacionais utilizados (tanto para imagens quanto para caracteres) . Introdução ao conceito e a estética GLITCH orientação prática na criação de GIF animado tanto em Photoshop quanto em Gimp a partir das imagens glitcheadas.

OBJETIVOS:
• Capacitar o aluno na criação de imagens em computação gráfica (estáticas,
animadas ou interativas), de diferentes formatos atuando em diferentes níveis de
programação. (Databending)
• Discutir a importância do gif e da cultura Glitch na web .
• Criar gifs simples a partir dos arquivos de imagem hackeados, sendo estes de ilustração, fotos ou texturas.

PÚBLICO ALVO:
Artistas gráficos, estudantes de arte, design e comunicação

PLANO DE ATIVIDADES:

1 – Visualização de uma pequena série de imagens (estáticas, animadas ou
interativas), em diferentes formatos e níveis de programação. Discussão voltada para a
compreensão dos processos computacionais específicos e reflexão acerca
da arte e da cultura digital .

2 – Investigação da alteração de imagens com hexeditor ou texteditor,
os softwares mais simples que são utilizados na criação de imagens na cultura gitch.
Confecção de Gifs animados a partir do que foi feito. manipulação de ilustrações, fotos ou texturas; Gifs feitos em software livre Gimp ou Photoshop.

METODOLOGIA:
Momento 1 – discussão sobre os processos gráficos digitais
a – projeção de uma série de exemplos em diversos tipos de formatos e
lógicas de construção de imagens digitais, começando pelos gifs, fazendo uma sequência sujeitas as questões técnicas e poéticas em debate. Entrar na cultura glitch favorecendo o debate sobre manipulações imagéticas computacionais e sua importância na construção de uma nova visão emergente.
b – formas de corromper imagens para Mac e para Windows:
HexEditor, TextEditor, …

Momento 2 – gerando movimentos na web
a – escolha das ilustrações que iremos animar e discutir possibilidades
b – criação de gifs em softwares Gimp e Photoshop.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS:

site de visualização de gif e simulação de câmera controlada pelo cursor
http://www.gifpumper.com/

bons exemplos
http://www.gifpumper.com/Autonomic%20Plow
http://www.gifpumper.com/ukunJP

datamosh
http://www.court13.com/datamoshkit.zip
sites de repositórios e editores de códigos para visualização animada e

interativa na web utilizando tais linguagens (HTML e Javascript englobando gifs)
http://jsdo.it/
http://codepen.io/

bons exemplos

gifs visualizados
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/zebra.gif
http://www.tecmundo.com.br/bizarro/15648-15-gifs-insanos-para-voce-ficar-hipnotizado.htm
http://puppetlabs.com/wp-content/uploads/2012/07/as-smart-as-you.gif

alguns gifs feitos pela galera
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/cassiagif.gif
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/lunagifcolor1.gif
http://anomea.files.wordpress.com/2013/01/gayagif.gif

Ciclo de Oficinas do NANO – Impressora Corte à Laser

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Título: Máquina de corte à Laser

DATA: 24/01/2014

HORÁRIO: 9-12h

LOCAL: NANO/Laboratório de Maquetes (FAU-UFRJ)

RESPONSÁVEL: Laura do Lago Basile / Lamo (Laboratório de Modelos) 

O que é o corte à laser?

A máquina de corte à laser usam um laser de alta potência para fazer muito rapidamente cortes de precisão em uma ampla variedade de materiais. Eles também podem gravar (ou esculpir). Cortadores a laser são comumente usados em fabricação geral, mas eles também estão começando a ser mais disponível para escala não industrial, para as escolas, pequenas empresas e uso pessoal.

EMENTA: Capacitação de alunos à utilização da máquina corte à laser. Apresentação de possibilidades de modelos feitos a partir de corte e gravura das peças.
Visualização de um exemplo em prática, impressão e montagem de um modelo.
Apresentação do programa 123 D Make que possibilita a planificação de modelos 3D.

OBJETIVOS:
• Fortalecer o contato entre os dois grupos de pesquisa NANO – Núcleo de Arte e Novos Organismo e Lamo – Laboratório de Modelos de Fabricação Digital
• Capacitar alunos a utilização da máquina de corte à laser. Possibilitar corte de peças para robótica e para reprodução de impressora 3D.

METODOLOGIA:
Parte teórica inicial: Apresentação sobre a utilização da máquina de corte à laser na sala de pesquisa do Nano.
Parte prática a seguir: impressão de modelos exemplares. Utilização do programa 123D Maker e prática de parâmetros de impressão.

PDF Laser cutter (apresentação)

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS:

Site do fabricante Universal
http://www.ulsinc.com.pt/

Exemplos de utilização

http://ellisassociates.ca/

Tilt Lamps

http://marialardi.com/2012/04/10/laser-cutting-files/

Referencias artísticas
http://www.julioportfolio.com/index.php/project/striated-space/
http://dorkbyte.com/2010/07/17/make-visual-art-through-code/

Arquitetura Responsiva
http://arquiteturaresponsiva.blogspot.com.br/

 

MONOLITHIC BEE – by Harvard Microbotics Lab

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monolithic bee - harvard

 

 

 

The Harvard Microrobotics Lab has been working on its Micro Air Vehicles Project since early 2009. Borrowing from the biomechanics and social organization of bees, the team of researchers is undergoing the creation of tiny winged robots to fly from flower to flower, immune to the toxins dripping from petals, to spread pollen. They even believe that they will soon be able to program the robobees to live in an artificial hive, coordinate algorithms and communicate amongst themselves about methods of pollination and location of particular crops.

Of course, published reports from the lab also describe potential military uses—surveillance and mapping—but the dime-sized cyber-bees have yet to be outfitted with neurotoxin tipped stingers.

DIY CELLPHONE – by DAVID MELLIS – MIT

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diy celular

http://makezine.com/2014/01/09/make-your-own-cellphone/

 

 

David Mellis from the MIT Media Lab has been designing and refining his DIY cellphone, one that you can build yourself from his open source design files and code. A “difficult, but potentially do-able project,” the phone has the basic features that you’d expect: you can make and receive calls and text messages and it has a phone book for storing numbers. To coincide with CES, we got an update from David on his homebrew consumer electronics device.

What was the biggest design challenge?

Balancing the desire to make a functional phone while keeping it as easy as possible to assemble by hand. Mostly, this was a question of sourcing the right components: parts small enough to fit into a reasonable overall size but still big enough to solder manually. For example, I was lucky that the GSM module on the Arduino GSM shield (the Quectel M10) was both fairly small but with reasonably big solder joints — unlike many GSM modules with 0.5mm pitch connectors. Finding a small and robust screen was also a challenge: the LCD I used initially would break after a month or so of use. The LED matrix I’m using now has been fairly stable, but only shows eight characters. Similarly, I managed to find a nice small speaker, but the audio quality isn’t amazing. In general, there’s been a lot of tradeoffs: balancing functionality against ease-of-assembly. This problem is a lot harder when you’re trying to make something that you’re going to carry in your pocket every day.

What’s the next feature or improvement that you would implement?

I’m less interested in adding specific improvements to the phone itself than in exploring other ways to help people make their own devices. For example, I’m working on a GSM module that’s effectively a cellphone and an Arduino in one, so people can build their own cellphone interface or form factor. I’d also like to find ways to make PCB design appealing to new groups of people; making simple boards doesn’t seem that hard, so I’m curious to see how we might be able to place it in a design context rather than an engineering one. Finally, I’m also interested in finding ways to get the phone itself out to more people, whether by having them build it themselves or otherwise distributing it.

David's cellphone module allows people to build their own cellphone interface or form factor.

6 substâncias que não dão a mínima para as leis da física

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grafeno

 

http://hypescience.com/6-substancias-que-nao-dao-a-minima-para-as-leis-da-fisica/

 

ex: O grafeno pode fazer quase tudo

Visível a olho humano em uma camada de apenas um átomo de espessura, capaz de dobrar-se em formas que fariam a minha mãe corar (e olha que isso não é pouca coisa) e muito provavelmente o material mais forte do mundo: o grafeno é, sem dúvida, um valentão de primeira.

Na verdade, ele mostra suas propriedades incríveis em quase todos os campos de força e condutividade. Ele transporta os elétrons 10 vezes mais rápido do que o silício e em breve poderá substituí-lo como material principal para transistores e peças de computador. Se isso não é impressionante o suficiente para você, que tal o fato de que o grafeno é tecnicamente um plástico, por isso não deveria ter nenhum papel em conduzir eletricidade – no entanto, ele desempenha esse papel melhor do que ninguém?

Three-dimensional Mid-air Acoustic Manipulation by Ultrasonic Phased Arrays

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*uma contribuição de Pedro Bittencourt

Authors and Affiliations

Yoichi Ochiai*1, Takayuki Hoshi*2 , and Jun Rekimoto*1,3 1 The University of Tokyo, Graduate School of Interdisciplinary Information Studies

7-3-1 Hongo, Bunkyo-ku, Tokyo, 113-0033 Japan 2 Nagoya Institute of Technology

Gokisocho, Showa-ku,Nagoyashi, Aichi-ken, 466-8555 Japan 3 Sony CSL

3-14-13 Higashigotanda, Shinagawa-ku Tokyo 141-0022 Japan

Abstract

The essence of levitation technology is the countervailing of gravity. It is known that an ultrasound standing wave is capable of suspending small particles at its sound pressure nodes. The acoustic axis of the ultrasound beam in conventional studies was parallel to the gravitational force, and the levitated objects were manipulated along the fixed axis (i.e. one-dimensionally) by controlling the phases or frequencies of bolted Langevin-type transducers. In the present study, we considered extended acoustic manipulation whereby millimetre-sized particles were levitated and moved three- dimensionally by localised ultrasonic standing waves, which were generated by ultrasonic phased arrays. Our manipulation system has two original features. One is the direction of the ultrasound beam, which is arbitrary because the force acting toward its centre is also utilised. The other is the manipulation principle by which a localised standing wave is generated at an arbitrary position and moved three-dimensionally by opposed and ultrasonic phased arrays. We experimentally confirmed that expanded-polystyrene particles of 0.6 mm and 2 mm in diameter could be manipulated by our proposed method.

http://arxiv.org/ftp/arxiv/papers/1312/1312.4006.pdf

VEASYBLE – Design

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project veasyble

 

http://www.veasyble.com/projecteng.html

 

What: VEASYBLE is a set of wearable accessories that can be converted at a touch into a means of isolation.
Composition: VEASYBLE is made of paper bonded to polyethylene and fabric.
Objects: visor, ruff, bag, mask.
Keywords: Isolation, Ornament, Revelation, Intimacy.

The project is based on three keywords: isolation, intimacy and ornament. It consists of a set of wearable objects that can be converted into means of isolation, to create a personal intimacy in any environment. The idea derives from a reflection on the change in our relationship with the domestic environment, due to the effects of our increasing mobility, and how this has affected our concept of intimacy, creating new demands. This led to the design of four accessories, screen for four different parts of the body: eyes, ears, face and upper body, expressing, through their shape and colour, our desire for intimacy at any time, any place, on various levels.

An ornament that can be worn.
A gesture to transform it.
A secret place for personal intimacy.
A reminder of our exterior aspect.