Imersão NANO 2015

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A Imersão do Núcleo de Arte e Novos Organismos ocorreu na Granja Sagrada Família em Barra do Piraí, Rio de Janeiro nos dias 10-12 de Abril de 2015.

Durante três dias, o 18 integrantes e colaboradores do NANO puderam se confraternizar e aprofundar seus conhecimentos em Processing através de um workshop com o professor Renato Hermes Hidelbrando do Intituto de Arte (IAR) da Unicamp. Dois pesquisadores do Laboratório de Experimentos Remotos Webduino da PUC-Campinas também ministraram um workshop de Arduino, ensinando os participantes a criarem circuitos com LEDs, resistores, potenciômetros e buzzers. Paralelamente, bolsistas construíram um protótipo de terrário em madeira. Também, o coordenador Guto Nóbrega e Iane Cabral fizeram teste de estruturas do projeto vestível móvel.

Essa é a segunda edição da Imersão NANO. A primeira edição ocorreu em julho de 2014 no mesmo local.

 

 

 

 

 

 

Diálogos Transdisciplinares – Artista Pesquisador

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Projeto Diálogos Transdisciplinares foi criado pelos artistas pesquisadores Guto Nóbrega e Malu Fragoso como uma estratégia metodológica para a expansão das áreas de pesquisa e atuação dos projetos artísticos desenvolvidos no Núcleo de Arte e Novos Organismos. Sua primeira edição ocorreu em 2010 e desde então foram varias oportunidades de diálogos enriquecedores. Em 2015 o Programa de Pós-Graduação em Arte da ECA – USP, o MediaLab e Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da Universidade Federal de Goiás e o Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense foram convidadas a compartilhar da edição Diálogos Transdisciplinares 2015.

O evento será realizado em dois momentos nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Vejam a programação do Rio de Janeiro:
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A programação do evento em São Paulo pode ser encontrada no site do Paço das Artes.

Desenvolvimento estrutural do terrário

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Este é o primeiro post relacionado ao desenvolvimento do terrário monitorado da Telebiosfera.

A ideia é reprojetar a estrutura pentagonal do terrário tornando-o modular de modo que facilite a montagem, a desmontagem e o trasporte.Nossa equipe se reuniu no dia 08/05 para finalizar o desenvolvimento técnico e fazer ajustes para o corte a laser das peças do primeiro modelo.

Estudo das angulações

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Modelo virtual do terrário

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Planificação para recorte a laser

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A próxima etapa é recortar na máquina a laser em papel paraná, o primeiro mock-up, afim de validar requisitos como forma e encaixe.

 

 

 

TED KRUEGER no NANO/PPGAV/UFRJ

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Data:

26 de março 2015 (quinta-feira)

Local:

Sala 702, PPGAV/EBA, Predio da Reitoria , Ilha do Fundão , Rio de Janeiro

 

Redesigning Human The presentation will focus on theoretical approaches and lab practices related to extended mind, prosthetics, augmentation, sensory substitution and so on attempting to characterize humans not with an inherent Human Nature but as the product of design activity and to define the goal of design activity as the production of that thing that we call the human.

March 26th 10h30 am Rector’s Building, Room 702 University Campus, UFRJ Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro

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SET – Profº Marco Aurélio Damaceno

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Do visível ao invisível: corpo-imagem em movimento

A partir da referência de uma fotografia, que apresenta a imagem de dois homens afrodescendentes numa gruta de garimpo, foram identificados pontos sensíveis de conexão nesses dois corpos, que gerou uma triangulação entre as cabeças, os pés e as mãos dos mesmos. Com essa identificação, possibilitou-se uma conexão, entre uma suposta origem afrodescendente dos personagens e as referências  de práticas da cultura afrodescendente que sacralizam e inscrevem, a cabeça, pés e mãos como elementos regentes das ações do corpo. Com essa conexão, abriu-se um campo para a produção de outras imagens que possibilitem a discussão sobre os movimentos de visibilidade e invisibilidade do corpo na imagem. Nesse sentido, utiliza-se a construção visual de imagens, que são geradas com ações performáticas, realizadas no cotidiano numa dinâmica de cabeça, pés e mãos através dos movimentos da Capoeira Angola. Propõem-se com essas ações a constituição poética do movimento do corpo no espaço através de vídeo e performance.

 

Marco Aurélio Damaceno é artista pesquisador e professor do DAV/ Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba; doutorando em Artes Visuais pelo PPGAV da Universidade Federal do Rio de Janeiro na linha de Poéticas Interdisciplinares sobre a orientação da professora Doutora Maria Luiza Fragoso.

 

 

SET – Drª Luiza Helena Guimarães

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SET - Drª Luisa Helena Guimarães

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Arte Viva / Cinema Vivo

Um percurso poético entre minha produção acadêmica e práticas artistas que levaram até a criação de Panoramas Entanglednet e Entangledesire e do LabCineVivo. Trataremos dos procedimentos, dos processos e das teorias referentes ao modo como dispositivos imagéticos, interativos e “sensíveis” provocam comportamentos e apreendem a expressão da subjetividade do participador, tanto através de suas estratégias quanto de suas potencialidades virtuais. Abordaremos a temporalidade da criação e das experimentações em dispositivos que aliam arte e tecnologias, bem como, as implicações que trazem para a arte e sociedade, nos aspectos éticos, estéticos e políticos da contemporaneidade. Uma relação entre desejo e produção de subjetividade micropolítica, pois, somente o desejo em sua potência crítica pode ter a capacidade de criar e fundar e refundar territórios de vida singulares. Um acoplamento entre máquinas técnicas, corpo e subjetividade que iguala a criação do audiovisual e da vida, um CINEMA VIVO.
www.luizaguimaraes.art.br

 

Luiza Helena Guimarães é Artista​-​pesquisadora de​ ​midiart​e​, comunicação e subjetividade, criadora do LabCineVivo.​ ​Doutora pelo Núcleo de Subjetividade da PUC-SP, com doutorado sanduíche na Facultad de Educación Visual y Plástica y Comunicación Audiovisual e no Laboratorio de Medios Interactivos, ambos da Universidade de Barcelona- ES (2008 – 2012). Mestre em Comunicação e Cultura, Tecnologias de Comunicação e Estáticas, pela ECO/UFRJ. É coloboradora do CIBERCULT – laboratório de pesquisa em comunicação distribuída e transformação política​- ECO/UFRJ.

Arduino + Python, uma maneira de transmitir dados

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Uma das maiores necessidades em relção à implementação do S.H.A.S.T. e da Telebiosfera é o uso de sensores para a obtenção da maior sorte de dados ambientais possíveis. Segue a descrição de uma das infinitas formas de se obter dados de um arduíno e passar para um computador, no caso um RaspberryPi, ou qualquer outro pc Linux. Trata-se de instalar um módulo pyFirmata que se comunique com o arduino via protocolo Firmata. Com isso é possível criar programas que recebam dados medidos ou gerados pelo arduino e processá-los ou transmití-los usando máquinas mais potentes.

1- Instalações

Antes de instale o pyFirmata devemos instalar o pip, um gerenciador de pacotes próprio para módulos e programas escritos em python:

Passo 1:
Baixe o script “get-pip.py” no site http://pip.readthedocs.org/en/latest/installing.html

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Passo 2:

execute o arquivo o usando a seguinte linha de comando no diretório do arquivo baixado
$ sudo python get-pip.py

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Passo 3:

Instalado o Pip sem problemas, agora é hora de instalar o pyFirmata, para isso baixe o seu pacote pyFirmata-(versão).tar.gz no site https://pypi.python.org/pypi/pyFirmata

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Passo 4:

Baixado o pacote, extraia os arquivos e usando o terminal execute,no diretório extraido,  $ sudo pip install setup.py

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Agora com o pyFirmata instalado é hora de explorar suas possibilidades:

2 – Utilizando

 

Entranhas experimentação performática

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Há algum tempo atrás pensando em como conseguir medir a intensidade das trocas sensoriais e emocionais entre os seres humanos passei a considerar o uso da tecnologia como um meio interessante para conseguir realizar experimentações nesse sentido. Inspirada nas Artes Dramáticas e no método viewpoints, focado na resposta sinestésica dada através de um estímulo, iniciei uma pesquisa onde o foco é procurar uma forma de externar a mudança de dentro de um corpo através do estimulo de outro . Baseando-se na artista Danielle Gotell em sua obra Impulse, onde ela mistura quatro batimentos cardíacos em uma instalação de vídeo, considerei a possibilidade de usar os batimento cardíacos para dar visibilidade as emoções. Sendo assim serão realizados testes na tentativa de dar visibilidade a tais sensações de um corpo após este ser estimulado.
Me interesso muito pelo trabalho da artista Lucy Mcray , que explora relação entre o corpo e a tecnologia . As fotos nesse post mostram o primeiro teste onde utilizei bexigas, LEDs, mangueira plástica e plástico. Nesse primeiro ensaio foi possível enxergar o leque de possibilidades que a tais relações podem oferecer.

 

 

 

 

 

 

Referência :
www.lucymcrae.net/

Oficina ETS no SIIMI 2014

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A partir da proposta desenvolvida nas semanas anteriores, os bolsistas do NANO Alana Santos, Aroldo Mascarenhas, Filipi Dias e Leonardo Nunes foram até Goiânia ministar a Oficina Experiências Tecno-Sinestésicas  no SIIMI 2014, na UFG.

A oficina de desenvolveu na tarde de 15 de abril com  cerca de 15 participantes. Iniciamos explicando motivo central: a sinestesia. Os 4 oficineiros se revezavam mostrando o que é arte experimental e os trabalhos já desenvolvidos pelo NANO. Acessamos o site do Laboratório e mostramos o vídeo da performance da pesquisadora Bárbara Castro para que eles tivessem uma boa idéia do que se passa nesse meio arte+tecnologia, bem como as ferramentas que utilizaríamos: Processing, Pure Data e Arduíno.

Dando início à parte prática, os participantes se colocaram em volta da Mesa Pic-Nic. Explicamos o sistema fruta-Aduíno-PD e como a fruta pode atuar como resistor,  incorporando o sinal da fruta (r fruta) e como utilizá-lo para gerar diferentes sons. Ao invés de conectores simples, talheres de metal foram adaptados para que fizessem o contato com a fruta e ainda mativessem o universo pic-nic.

Após essa etapa, dividimos o grupo em 3. Uma parte ficou ainda no Pic-Nic Sonoro, outros 4 foram para a Mesa Sinestesia e outra parte foi para outra mesa onde o Léo mostrou como fazer um patch no PD partindo do zero. Aos 4 participantes da mesa sinestesia foi explicado que o desenho a ser feio por eles geraria uma outra imagem digital. Sendo assim, os participantes começaram a desenhar com os olhos vendados utilizando o tato. Os desenhos criados com gouache, giz de cera e hidrocor traduziam os sons caóticos gerado pela mesa pic-nic. A construção gradativa do desenho colaborativo era visto em tempo real por uma webcam instalada no teto a qual era ligada a um notebook. Esse dados recebidos, eram transformados pelo processing em novas imagens . O sketch Pontillize desconstruía a imagem captada em círculos (ou quadrados) gerados a 100 objetos por segundos. De acordo com a posição do cursor no eixo X, o tamanho do objeto gerado variava. Esse processo podia ser visto em tempo real na projeção feita na parede. As etapas geradas eram salvas com um clique na tela do sketch em que aparecia a marca d’agua SIIMI 2014 NANO.

Os participante se mostraram bem motivados. Por toda a duração da oficina ela ficaram gerando os sons com a frutas, espetanto os tralheres, se alimentando das frutas e pães. O mesmo foi obsevado na parte de desenho. Os participantes se divertiam, não exitavam em sujar as mãos com guache e se surpreendiam com a beleza do desenho criado quando retiravam a venda. Vimos sorrisos, descontração e interação.

Como produto final tivemos 14 desenhos de tradução som-imagem-tato, 32 imagens digitais e oficineiros com noções básicas de processign, PD e Arduíno.

 

 

 

 

 

 

 

CLAlouros. Instalação HA na Reitoria

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Na semana  de CLAlouros promovida pelo CLA da UFRJ fomos convidados a apresentar um dos trabalhos do NANO e decidimos por criar uma instalação do HA, Hiperorganismo Antropofágico, no hall dos elevadores do Prédio da Reitoria. oi um trabalho em equipe envolvendo bolsistas e colaboradores no NANO em um trabalho bem sincronizado.

Aqui imagens do processo e resultado.

CARTAZ A3-HA-ALTERADO

Hiperorganismo Antropofágico, HA, trata-se de uma experimentação em arte e robótica desenvolvida pelo NANO – Núcleo de Arte e Novos Organismos, espaço laboratorial que atua no âmbito das atividades prático-teóricas da linha de pesquisa Poéticas Interdisciplinares, do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais/ EBA/UFRJ. Tais projetos, com foco em interatividade, design de interfaces, hibridação e biotelemática,  visam  proporcionar aos pesquisadores do programa, assim como bolsistas de graduação, ambiente transdisciplinar para investigação de poéticas  criativas na confluência entre arte, ciência e tecnologia.


Created with flickr slideshow.

 

Abaixo imagens do resultado

 

 

Implementação do Hiperorgânicos/OSC/Livedata

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hiperoganicos codigo

A ideia do projeto é implementar o sistema de visualização dos dados do Terrário, adicionando uma plataforma de feedback, para o usuário poder interagir em tempo real.

Inicialmente eu pretendo usar o Arduino + Ethershield para manejar o terrário pela Web. Adicionando botões que controlem os atuadores (caixa de som, iluminação, bomba d’água, entre outros…) e um stream de vídeo em tempo real, para visualização dessas interações físicas juntamente com os dados.

Ex:(http://www.jackbarber.co.uk/notes/arduino-web-server-led-control)

Esse sistema servirá de base para os que possivelmente serão desenvolvidos nos outros processos do laboratório como o S.H.A.S.T. e a Telebiosfera. Além de permitir um estudo mais aprofundado das interações das plantas com os estímulos físicos.