ReBAMbolation

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A ação ReBAMbolation propôs a inserção do Campo de Bambolês em dois locais e horários diferentes no Rio de Janeiro, Lapa 22h e Largo da Carioca 14h. Tratou-se de oferecer ao espaço diversos desses objetos ‘bambolês’, comuns ou customizados, disponíveis para possíveis interações. O Campo de Bambolês gera intervenções de diferentes tonalidades e intencionalidades, a partir do momento em que os bambolês são carregados na rua, proporcionando diferentes graus de intervenção no espaço urbano.

No caso da ação ReBAMbolation houve também a apropriação musical da canção “rebolation”, remixada, por Marcelo Wasem, que se torna “re(bam)bolation” através da aplicação da desconstrução musical e de fragmentos em camadas sonoras. É aplicado um conjunto de efeitos sonoros (eco, delay, distorção, inversão) nos fragmentos da canção. Ênfases rítmicas são copiadas e dispostas isoladamente em outros momentos da remixagem. Durante a ação no Largo da Carioca, a música foi tocada numa banca de jornal bem próxima, criando uma atmosfera compositiva. Na lapa, a performance foi transmitida em tempo real pelo USTREAM do grupo.

Participaram do evento a dançarina Lara Seidler, o músico e artista visual Marcelo Wasem, o designer em computação gráfica Mano Vianna, os artistas Leonel Brum, Jorge Soledar, Leonardo Galvão, Mariana Novaes, Mauro Fainguelernt e Paula Scamparini todos alunos de Mestrado e Doutorado da Pós- Graduação em Artes Visuais (PPGAV-EBA/UFRJ), sob coordenação da professora e artista multimídia Dra. Maria Luiza Fragoso.

Possuía também a colaboração da arquiteta Andressa Martinez, doutoranda em Urbanismo pelo PROURB-FAU/UFRJ.

GRUPO A.C.H.o – 2010

Processos Abertos – Mariana Manhães

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No dia 14 de outubro tivemos nossa segunda palestra realizada. As palavras de Mariana Manhães foram extremamente enriquecedoras e aproveito esse espaço para agradecê-la por ter aceitado nosso convite. Não posso me esquecer de agradecer também ao seu pai e engenheiro Antonio Moutinho pela colaboração.

A palestra desse dia foi bem sucedida não só se tratando do conteúdo mas também posso dizer q melhoramos a organização do espaço físico de onde ela aconteceu. Com a troca da mesa grande e pesada por uma menor e sem tapa-fio e com a disposição das cadeiras foi possível enxergar melhor os palestrantes e deixar o ambiente mais informal, com menos cara de “aula” ou de palestra mesmo (obs: falo em relação a primeira palestra, postaremos um resumo de tudo isso em breve).

O método de divulgação é previsível: imprimimos dez cartazes no tamanho A3 e o espalhamos pelo prédio da reitoria, criamos um evento no facebook e mandamos convites por e-mail. A quantidade de ouvintes não foi o ideal (o que é lamentável pois a palestra foi realmente boa e muitas pessoas teriam gostado), mas das três palestras foi a mais cheia. Não que a divulgação tenha sido eficiente e sim por acaso (que fique claro). Estamos considerando esse método de divulgação um tanto arcaico e a elaboração de novas formas de chamar a atenção de alunos e funcionários se mostra necessária, principalmente depois da última palestra (Diálogos Transdiciplinares, 22/10) cujos ouvintes poderiam ser contados com os dedos das mãos.

Outro assunto a ser discutido é a iluminação. Sempre há a necessidade de expor vídeos, imagens e até textos, mas até que ponto a figura do palestrante é menos “importante” (uso essa palavra até achar uma  melhor) que tais projeções? Ligar ou desligar a luz? Eis a questão.

E eis o relatório.

Brínea Costa

Rio Branco

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Utilizando-se das águas metafóricas do Rio Branco, a avenida Rio Branco, que é um dos mais importantes eixos do centro empresarial da cidade, constitui palco para a performance e interação do grupo em torno da ação dançante de Lara Seidler. Lara desenvolveu uma achão de interação com os elementos fixos da rua (calçadas, mobiliário urbano, sinalização), os objetos temporários (andaimes, painéis publicitários, canteiros de obras) e os fluxos concretos (pedestres e veículos) e subjetivos, caracterizados pela reação espontânea e imprevisível da audiência em movimento no espaço público da cidade.

O trabalho possuía um trajeto preliminar programado e um estímulo sonoro criado pelo músico e artista visual Marcelo Wasen para auxiliar o trabalho corporal da dançarina. Todas as alterações de ritmo nesse ‘ballet urbano’, os pontos de inflexão da performance, as paradas, os momentos de ativação e desativação coreográficos, a interação com os fixos e fluxos foram consequências de um processo aberto e relacional entre o lugar, o grupo, a audiência e a dançarina.

A performance foi transmitida em tempo real via USTREAM do grupo com interação de internautas. Leonardo Galvão criou QRCodes que foram impressos e adesivados sobre a roupa da dançarina que também distribuiu adesivos pelo seu trajeto. Estes foram criados com animações em 3D que podiam ser visualizadas pela transmissão on line e por celulares ou netbooks no local durante a performance.

Participaram do evento a dançarina Lara Seidler, o músico e artista visual Marcelo Wasem, o vídeo artista Leonardo Galvão, o diretor de cena Leonel Brum e o designer em computação gráfica Mano Vianna, todos alunos de Mestrado e Doutorado da Pós- Graduação em Artes Visuais (PPGAV-EBA/UFRJ), sob a coordenação da professora e artista multimídia Dra. Maria Luiza Fragoso. Possuía também a colaboração de Antonieta Acosta, dançarina e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Arte da UFF (PPGCA-UFF) e da arquiteta Andressa Martinez, doutoranda em Urbanismo pelo PROURB-FAU/UFRJ.

GRUPO A.C.H.o – 2009