Arduino + Python, uma maneira de transmitir dados

Uma das maiores necessidades em relção à implementação do S.H.A.S.T. e da Telebiosfera é o uso de sensores para a obtenção da maior sorte de dados ambientais possíveis. Segue a descrição de uma das infinitas formas de se obter dados de um arduíno e passar para um computador, no caso um RaspberryPi, ou qualquer outro pc Linux. Trata-se de instalar um módulo pyFirmata que se comunique com o arduino via protocolo Firmata. Com isso é possível criar programas que recebam dados medidos ou gerados pelo arduino e processá-los ou transmití-los usando máquinas mais potentes.

1- Instalações

Antes de instale o pyFirmata devemos instalar o pip, um gerenciador de pacotes próprio para módulos e programas escritos em python:

Passo 1:
Baixe o script “get-pip.py” no site http://pip.readthedocs.org/en/latest/installing.html

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Passo 2:

execute o arquivo o usando a seguinte linha de comando no diretório do arquivo baixado
$ sudo python get-pip.py

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Passo 3:

Instalado o Pip sem problemas, agora é hora de instalar o pyFirmata, para isso baixe o seu pacote pyFirmata-(versão).tar.gz no site https://pypi.python.org/pypi/pyFirmata

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Passo 4:

Baixado o pacote, extraia os arquivos e usando o terminal execute,no diretório extraido,  $ sudo pip install setup.py

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Agora com o pyFirmata instalado é hora de explorar suas possibilidades:

2 – Utilizando

 

Entranhas experimentação performática

Há algum tempo atrás pensando em como conseguir medir a intensidade das trocas sensoriais e emocionais entre os seres humanos passei a considerar o uso da tecnologia como um meio interessante para conseguir realizar experimentações nesse sentido. Inspirada nas Artes Dramáticas e no método viewpoints, focado na resposta sinestésica dada através de um estímulo, iniciei uma pesquisa onde o foco é procurar uma forma de externar a mudança de dentro de um corpo através do estimulo de outro . Baseando-se na artista Danielle Gotell em sua obra Impulse, onde ela mistura quatro batimentos cardíacos em uma instalação de vídeo, considerei a possibilidade de usar os batimento cardíacos para dar visibilidade as emoções. Sendo assim serão realizados testes na tentativa de dar visibilidade a tais sensações de um corpo após este ser estimulado.
Me interesso muito pelo trabalho da artista Lucy Mcray , que explora relação entre o corpo e a tecnologia . As fotos nesse post mostram o primeiro teste onde utilizei bexigas, LEDs, mangueira plástica e plástico. Nesse primeiro ensaio foi possível enxergar o leque de possibilidades que a tais relações podem oferecer.

Referência :
www.lucymcrae.net/

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Oficina ETS no SIIMI 2014

 

 

A partir da proposta desenvolvida nas semanas anteriores, os bolsistas do NANO Alana Santos, Aroldo Mascarenhas, Filipi Dias e Leonardo Nunes foram até Goiânia ministar a Oficina Experiências Tecno-Sinestésicas  no SIIMI 2014, na UFG.

A oficina de desenvolveu na tarde de 15 de abril com  cerca de 15 participantes. Iniciamos explicando motivo central: a sinestesia. Os 4 oficineiros se revezavam mostrando o que é arte experimental e os trabalhos já desenvolvidos pelo NANO. Acessamos o site do Laboratório e mostramos o vídeo da performance da pesquisadora Bárbara para que eles tivessem uma boa idéia do que se passa nesse meio arte+tecnologia, bem como as ferramentas que utilizaríamos: Processing, Pure Data e Arduíno.

Dando início à parte prática, os participantes se colocaram em volta da Mesa Pic-Nic. Explicamos o sistema fruta-Aduíno-PD e como a fruta pode atuar como resistor,  incorporando o sinal da fruta (r fruta) e como utilizá-lo para gerar diferentes sons. Ao invés de conectores simples, talheres de metal foram adaptados para que fizessem o contato com a fruta e ainda mativessem o universo pic-nic.

Após essa etapa, dividimos o grupo em 3. Uma parte ficou ainda no Pic-Nic Sonoro, outros 4 foram para a Mesa Sinestesia e outra parte foi para outra mesa onde o Léo mostrou como fazer um patch no PD partindo do zero. Aos 4 participantes da mesa sinestesia foi explicado que o desenho a ser feio por eles geraria uma outra imagem digital. Sendo assim, os participantes começaram a desenhar com os olhos vendados utilizando o tato. Os desenhos criados com gouache, giz de cera e hidrocor traduziam os sons caóticos gerado pela mesa pic-nic. A construção gradativa do desenho colaborativo era visto em tempo real por uma webcam instalada no teto a qual era ligada a um notebook. Esse dados recebidos, eram transformados pelo processing em novas imagens . O sketch Pontillize desconstruía a imagem captada em círculos (ou quadrados) gerados a 100 objetos por segundos. De acordo com a posição do cursor no eixo X, o tamanho do objeto gerado variava. Esse processo podia ser visto em tempo real na projeção feita na parede. As etapas geradas eram salvas com um clique na tela do sketch em que aparecia a marca d’agua SIIMI 2014 NANO.

Os participante se mostraram bem motivados. Por toda a duração da oficina ela ficaram gerando os sons com a frutas, espetanto os tralheres, se alimentando das frutas e pães. O mesmo foi obsevado na parte de desenho. Os participantes se divertiam, não exitavam em sujar as mãos com guache e se surpreendiam com a beleza do desenho criado quando retiravam a venda. Vimos sorrisos, descontração e interação.

Como produto final tivemos 14 desenhos de tradução som-imagem-tato, 32 imagens digitais e oficineiros com noções básicas de processign, PD e Arduíno.

Video da Oficina ETS:

CLAlouros. Instalação HA na Reitoria

Na semana  de CLAlouros promovida pelo CLA da UFRJ fomos convidados a apresentar um dos trabalhos do NANO e decidimos por criar uma instalação do HA, Hiperorganismo Antropofágico, no hall dos elevadores do Prédio da Reitoria. oi um trabalho em equipe envolvendo bolsistas e colaboradores no NANO em um trabalho bem sincronizado.

Aqui imagens do processo e resultado.

CARTAZ A3-HA-ALTERADO

Hiperorganismo Antropofágico, HA, trata-se de uma experimentação em arte e robótica desenvolvida pelo NANO - Núcleo de Arte e Novos Organismos, espaço laboratorial que atua no âmbito das atividades prático-teóricas da linha de pesquisa Poéticas Interdisciplinares, do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais/ EBA/UFRJ. Tais projetos, com foco em interatividade, design de interfaces, hibridação e biotelemática,  visam  proporcionar aos pesquisadores do programa, assim como bolsistas de graduação, ambiente transdisciplinar para investigação de poéticas  criativas na confluência entre arte, ciência e tecnologia.


Created with flickr slideshow.

 

Abaixo imagens do resultado
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Oficina SIIMI – Pure Data + Arduino

A oficina que será ministrada no SIIMI, constará de uma etapa em que os participantes irão interagir com frutas e sensores analógicos, como sensor de temperatura ou luz. Esse processo gerará e modificará sons pré-definidos através de interação do Arduino (que receberá o valor lido pelos sensores) com o Pure Data.

Segue abaixo um video-tutorial básico que demonstra como é feita esse vínculo entre Arduino e Pure Data.

O SIIMI – Simpósio Internacional de Inovação em Mídias Interativas – acontecerá de 14 à 16 de Abril de 2014 na Universidade Federal de Goiás.

Website – SIIMI

hiperoganicos codigo

Implementação do Hiperorgânicos/OSC/Livedata

hiperoganicos codigo

A ideia do projeto é implementar o sistema de visualização dos dados do Terrário, adicionando uma plataforma de feedback, para o usuário poder interagir em tempo real.

Inicialmente eu pretendo usar o Arduino + Ethershield para manejar o terrário pela Web. Adicionando botões que controlem os atuadores (caixa de som, iluminação, bomba d’água, entre outros…) e um stream de vídeo em tempo real, para visualização dessas interações físicas juntamente com os dados.

Ex:(http://www.jackbarber.co.uk/notes/arduino-web-server-led-control)

Esse sistema servirá de base para os que possivelmente serão desenvolvidos nos outros processos do laboratório como o S.H.A.S.T. e a Telebiosfera. Além de permitir um estudo mais aprofundado das interações das plantas com os estímulos físicos.

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Acesso remoto – Raspberry Pi

Com o auxílio do livro “Raspberry Pi Cookbook”, conseguimos numa primeira etapa, obter o IP do Rasp e acessar seus diretórios pelo MAC. Isso permitiu transferir arquivos facilmente de um dispositivo para o outro. Segue imagem dos diretórios do Raspberry sendo acessados via MAC, com o endereço do RaspPi destacado no menu à esquerda.

Captura de tela 2014-02-21 às 14.51.17

Em seguida testamos acessar remotamente a plataforma visual (Sistema Operacional) do RaspPi.  Essa idéia, se melhor elaborada, pode ser útil para, por exemplo, caso haja um Raspberry ativo em um módulo do SHAST (seja na fazenda, ou na cidade), e for necessário fazer alguma alteração ou manutenção, podemos acessa-lo de qualquer lugar em um PC ou MAC com internet (uma vez que o RaspPi também esteja conectado). Além disso, quando não houver um monitor ou teclado e mouse disponíveis para usar com o Raspberry, basta ligá-lo na rede e acessa-lo por outro computador.

Segue imagem do Raspberry sendo acessado do PC do NANO, com a IDE do Arduino rodando no Rasp.

raspacesso

Acessando o RaspPi do PC, fizemos alterações em um código na IDE do Arduino que funcionou normalmente no Arduino conectado ao Raspberry. O mesmo teste foi bem sucedido no MAC.

Esse acesso remoto é feito através do servidor VNC (Virtual Network Connection) com clientes instalados no Raspberry e PC/MAC. Funcionou bem com ambos os terminais conectados a mesma rede no NANO. O próximo passo é testar a possibilidade de acessar o raspberry de um computador conectado em outro lugar.

Aroldo
Leonardo
Filipi

Artist Aganetha Dyck Collaborates with Bees to Create Sculptures Wrapped in Honeycomb

Artist Aganetha Dyck Collaborates with Bees to Create Sculptures Wrapped in Honeycomb

http://www.thisiscolossal.com/2014/02/artist-aganetha-dyck-collaborates-with-bees-to-create-sculptures-wrapped-in-honeycomb/

 

In North America, Europe and many other parts of the world, bee populations have plummeted 30-50% due to colony collapse disorder, a fact not lost on artist Aganetha Dyck who for years has been working with the industrious insects to create delicate sculptures using porcelain figurines, shoes, sports equipment, and other objects left in specially designed apiaries. As the weeks and months pass the ordinary objects are slowly transformed with the bees’ wax honeycomb. It’s almost impossible to look at final pieces without smiling in wonder, imagining the unwitting bees toiling away on a piece of art. And yet it’s our own ignorance of humanity’s connection to bees and nature that Dyck calls into question, two completely different life forms whose fate is inextricably intertwined.

 

Born in Manitoba in 1937, the Canadian artist has long been interested in inter-species communication and her research has closely examined the the ramifications of honeybees disappearing from Earth. Working with the insects results in completely unexpected forms which can be surprising and even humorous. “They remind us that we and our constructions are temporary in relation to the lifespan of earth and the processes of nature,” comments curator Cathi Charles Wherry. “This raises ideas about our shared vulnerability, while at the same time elevating the ordinariness of our humanity.”

If you want to learn more I suggest watching the video above from the Confederation Centre of the Arts, and if you want to see her work up close Dyck opens an exhibition titled Honeybee Alterations at the Ottawa School of Art on March 3, 2014. A huge thanks to Gibson Gallery as well as Aganetha and Deborah Dyck for their help. All photos courtesy Peter Dyck and William Eakin.

 

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Rasppberry Pi e processos

Esse post é sobre a interface com o Raspberry pi no desenvolvimento de interface da telebiosfera e Shast.

Em andamento:

Conseguimos ligar o PI junto com a internet, agora ele tem uma baia só para ele, junto estão as instruções de uso e senha, coladas na mesa.

Sabemos que para usar as portas de comunicação do Raspberry temos que recorrer a bibliotecas para alguma linguagem de programação(python, java, c…) e isso é algo a ser mais explorando antes de tentarmos executar uma comunicação com o XBee.

Núcleo laboratorial da Escola de Belas Artes – UFRJ para pesquisa em artes, hibridação e biotelemática