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Oficina SIIMI – Pure Data + Arduino

A oficina que será ministrada no SIIMI, constará de uma etapa em que os participantes irão interagir com frutas e sensores analógicos, como sensor de temperatura ou luz. Esse processo gerará e modificará sons pré-definidos através de interação do Arduino (que receberá o valor lido pelos sensores) com o Pure Data.

Segue abaixo um video-tutorial básico que demonstra como é feita esse vínculo entre Arduino e Pure Data.

O SIIMI – Simpósio Internacional de Inovação em Mídias Interativas – acontecerá de 14 à 16 de Abril de 2014 na Universidade Federal de Goiás.

Website – SIIMI

Oficina no SIIMI

Os bolsistas do nano Alana, Aroldo, Filipi, Leonardo e Pedro estão responsáveis por ministrar uma oficina no SIIMI, em Goiânia. Na quarta 26/03 definiram a esquemática da oficina:
Sera constituida de 3 modulos-

PicNic, onde os participantes desfrutarão de um PicNic e desenvolverão circuitos geradores de som usando arduino, pure data e comida.

Desenho cego, la os participantes desenharão vendados, usando os mais diversos tipos de materiais enquanto escutam sons gerados via arduino no PicNic.

Manipulação de imagem, os espectadores, manipularão via glitch, processing e arduino imagens filmadas da tela de desenho cego, projetando finalmente numa tela.

hiperoganicos codigo

Implementação do Hiperorgânicos/OSC/Livedata

hiperoganicos codigo

A ideia do projeto é implementar o sistema de visualização dos dados do Terrário, adicionando uma plataforma de feedback, para o usuário poder interagir em tempo real.

Inicialmente eu pretendo usar o Arduino + Ethershield para manejar o terrário pela Web. Adicionando botões que controlem os atuadores (caixa de som, iluminação, bomba d’água, entre outros…) e um stream de vídeo em tempo real, para visualização dessas interações físicas juntamente com os dados.

Ex:(http://www.jackbarber.co.uk/notes/arduino-web-server-led-control)

Esse sistema servirá de base para os que possivelmente serão desenvolvidos nos outros processos do laboratório como o S.H.A.S.T. e a Telebiosfera. Além de permitir um estudo mais aprofundado das interações das plantas com os estímulos físicos.

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Acesso remoto – Raspberry Pi

Com o auxílio do livro “Raspberry Pi Cookbook”, conseguimos numa primeira etapa, obter o IP do Rasp e acessar seus diretórios pelo MAC. Isso permitiu transferir arquivos facilmente de um dispositivo para o outro. Segue imagem dos diretórios do Raspberry sendo acessados via MAC, com o endereço do RaspPi destacado no menu à esquerda.

Captura de tela 2014-02-21 às 14.51.17

Em seguida testamos acessar remotamente a plataforma visual (Sistema Operacional) do RaspPi.  Essa idéia, se melhor elaborada, pode ser útil para, por exemplo, caso haja um Raspberry ativo em um módulo do SHAST (seja na fazenda, ou na cidade), e for necessário fazer alguma alteração ou manutenção, podemos acessa-lo de qualquer lugar em um PC ou MAC com internet (uma vez que o RaspPi também esteja conectado). Além disso, quando não houver um monitor ou teclado e mouse disponíveis para usar com o Raspberry, basta ligá-lo na rede e acessa-lo por outro computador.

Segue imagem do Raspberry sendo acessado do PC do NANO, com a IDE do Arduino rodando no Rasp.

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Acessando o RaspPi do PC, fizemos alterações em um código na IDE do Arduino que funcionou normalmente no Arduino conectado ao Raspberry. O mesmo teste foi bem sucedido no MAC.

Esse acesso remoto é feito através do servidor VNC (Virtual Network Connection) com clientes instalados no Raspberry e PC/MAC. Funcionou bem com ambos os terminais conectados a mesma rede no NANO. O próximo passo é testar a possibilidade de acessar o raspberry de um computador conectado em outro lugar.

Aroldo
Leonardo
Filipi

Artist Aganetha Dyck Collaborates with Bees to Create Sculptures Wrapped in Honeycomb

Artist Aganetha Dyck Collaborates with Bees to Create Sculptures Wrapped in Honeycomb

http://www.thisiscolossal.com/2014/02/artist-aganetha-dyck-collaborates-with-bees-to-create-sculptures-wrapped-in-honeycomb/

 

In North America, Europe and many other parts of the world, bee populations have plummeted 30-50% due to colony collapse disorder, a fact not lost on artist Aganetha Dyck who for years has been working with the industrious insects to create delicate sculptures using porcelain figurines, shoes, sports equipment, and other objects left in specially designed apiaries. As the weeks and months pass the ordinary objects are slowly transformed with the bees’ wax honeycomb. It’s almost impossible to look at final pieces without smiling in wonder, imagining the unwitting bees toiling away on a piece of art. And yet it’s our own ignorance of humanity’s connection to bees and nature that Dyck calls into question, two completely different life forms whose fate is inextricably intertwined.

 

Born in Manitoba in 1937, the Canadian artist has long been interested in inter-species communication and her research has closely examined the the ramifications of honeybees disappearing from Earth. Working with the insects results in completely unexpected forms which can be surprising and even humorous. “They remind us that we and our constructions are temporary in relation to the lifespan of earth and the processes of nature,” comments curator Cathi Charles Wherry. “This raises ideas about our shared vulnerability, while at the same time elevating the ordinariness of our humanity.”

If you want to learn more I suggest watching the video above from the Confederation Centre of the Arts, and if you want to see her work up close Dyck opens an exhibition titled Honeybee Alterations at the Ottawa School of Art on March 3, 2014. A huge thanks to Gibson Gallery as well as Aganetha and Deborah Dyck for their help. All photos courtesy Peter Dyck and William Eakin.

 

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Rasppberry Pi e processos

Esse post é sobre a interface com o Raspberry pi no desenvolvimento de interface da telebiosfera e Shast.

Em andamento:

Conseguimos ligar o PI junto com a internet, agora ele tem uma baia só para ele, junto estão as instruções de uso e senha, coladas na mesa.

Sabemos que para usar as portas de comunicação do Raspberry temos que recorrer a bibliotecas para alguma linguagem de programação(python, java, c…) e isso é algo a ser mais explorando antes de tentarmos executar uma comunicação com o XBee.

Mudanças no site

Mudamos o layout do site para melhor atender a divulgação dos novos projetos do NANO em 2014 assim como facilitar a busca de informações de seu interesse. Estaremos postando na seção processos pesquisas e prototipagens dos sitemas que estamos trabalhando. Em vídeos estaremos postando links para documentação externa que se relaciona com nossos campos de interesses. Em breve novas postagens.

Telhado Verde para Colmeia

Venho pensando em como resolver o telhado do Módulo 1 da colmeia viva que esta na fazenda. Hoje fui comprar as telas para a montagem da caixa onde vão os equipamentos de monitoramento. Ao pesquisar sobre possíveis telhas realizei que o modelo Langstroth, adotado no Brasil utiliza uma tampa horizontal.  Primeiramente pensei em fazer um telhado do tipo casa (fig 1)

Depois pensei no porque um telhado com caimento tão acentuado se não temos necessidade disso? Também pensei na necessidade de um aproveitamento máximo da luz solar para alimentar as baterias via placas de células solares. Logo, a tampa horizontal tem um aproveitamento muito maior, podendo coletar luz durante todo o dia (fig2).

Outro problema que surgiu foi a necessidade de criar um módulo que não incomodasse a família/enxame, mas também que permitisse o funcionamento dos equipamentos. Abelhas gostam de casas escuras e quentes. Nós precisamos de áreas ventiladas com luz.

A ideia do teto verde vem ajudar a solucionar esse problema. Para instalar o teto verde podemos vedar toda a incidência de luz no interior da colmeia e ao mesmo tempo reduzir a temperatura interna. Como teremos três andares de colmeia ( ninho, melgueira e monitoramento), o terceiro, onde estarão nossos equipamentos estará diretamente sob a incidência do sol. Um teto verde vai manter o ambiente mais fresco. Ainda assim, é preciso pensar num sistema de ventilação.

Para inspirar, seguem alguns tetos verdes.

Para fazer um teto verde podemos seguir várias orientações mas basicamente estamos falando de quatro camadas:

impermeabilização, drenagem, solo e vegetação. O que ainda não entendi é como irrigar esse jardim? Vou tentar o sistema do terrário do NANO, pois ninguém vai ficar perto de abelhas para molhar o teto.

Última curiosidade, para juntar as ideias, um sistema de drenagem com o formato de alvéolos… as abelhas sempre surpreendendo!

telhado verde com auveolos

 

Núcleo laboratorial da Escola de Belas Artes – UFRJ para pesquisa em artes, hibridação e biotelemática